Categoria: Tecnologia

Tecnologias, aplicativos, tutoriais, cursos relativos ao assunto tecnologia são colocados aqui.

Unboxing Sem Usar Photoshop!!!

Rock ON!!

O que será este objeto misterioso? para que serve? Salvaria o universo?
É uma arma? Um doce? Um brinquedo?


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Aumente sua Produtividade 10 Vezes Com Essas Dicas de Ouro!

Rock ON!!

Tenho 3 cursos técnicos, vários extra-curriculares, 1 faculdade de tecnologia. Deveria ganhar, pelo menos, 3 vezes mais do que eu ganho. E não deveria ter ido carregar caixas hoje, fazendo trabalho braçal na empresa. Não é vergonha ajudar a empresa numa tarefa tão distinta da minha formação. E tbm não estou reclamando.
Quero compartilhar a experiência de fazer algo diferente, porque isso me deu uma visão ampliada da operação e das coisas que precisam ser melhoradas nesse setor.

O que acho ruim mesmo, e isso é uma reclamação, é que eu não tenho poder algum para mudar a situação de trabalho das pessoas daquele setor.  Conversando com alguns colegas, descobri que aquele modo de trabalho é daquele jeito faz tempo e que é ‘impossível’ fazer mudanças.
No caso, a mudança seria organizar a área de trabalho, de modo a tornar a tarefa mais eficiente e o funcionário mais produtivo.

A alegação das pessoas é que é difícil mudar a cabeça do ‘peão’. BOM, eu discordo. Não é a cabeça do peão que tem que mudar apenas, é o conjunto todo.

Semana passada eu trabalhei no mesmo local, só que sob condições horrendas: não tinha material de trabalho, não tinha orientação adequada para quem nunca fez aquele tipo de tarefa, não havia sinalização, montes de improvisações e gambiarras. Um ‘carrasco’ dando ordens e correndo perdido, porque aquele não era o turno dele. Coloquei ‘carrasco’ entre aspas, porque aquela pessoa estava tão frustrada de estar alí quanto eu e aquele era o jeito dela reagir à situação. O ambiente estava péssimo.

Passei aquele dia de trabalho correndo de um lado para o outro, me batendo em caixas, machucando as mãos e todas as articulações possíveis. Descobri músculos e juntas que sequer sabia que estavam no meu corpo.

No decorrer da semana, conversei com colegas que já trabalharam nessa área da empresa e coletei várias informações que me foram úteis hoje.

Montei minha área de trabalho de acordo com essas informações. Quando cheguei, havia um coordenador que já foi meu colega de trabalho e isso facilitou para tirar dúvidas. Segui na orientação dele mesmo depois do mesmo ter ido embora, pois trabalhara à noite e já estava além do seu horário. As demais pessoas que foram chegando para aquele setor, vinham buscar em mim como trabalhar lá. E eu fui passando.

Hoje tínhamos falta de material, mas não muita e a área foi deixada organizada por aquele coordenador, mantida por nós, funcionários de apoio e depois, chegou outra pessoa da coordenação, que imediatamente foi buscar mais material, checar se tudo estava bem e manteve a organização do local. Nós fomos nos virando, agora com apoio.

 

Eu me concentrei num pedaço do setor, organizando do jeito que me ensinaram durante a semana e o meu cansaço foi menor, minha produtividade foi alta, muito alta mesmo e minha mente também se cansou menos, pois a frustração foi menor. Eu fiz o intervalo no horário que eu quis, escolhi às 9h porque entrei às 7h e isso me pareceu um bom horário, além de ser o mesmo de um outro setor que já trabalhei. Depois continuei trabalhando, repondo os materiais conforme a necessidade e foi muito bom.

Algumas pessoas, que apareceram de outro setor, tentaram bagunçar o local onde estávamos, eu dei aquela ‘bronquinha’ de leve, a pessoa viu que estava fazendo errado, pediu desculpas e foi embora. Então, amigos, com um mínimo de organização, dá para mudar a cabeça das pessoas sim, melhorar o ambiente de trabalho, reduzir os custos operacionais e aumentar a produtividade. É preciso corrigir alguns comportamentos errados, é verdade, mas não é ‘impossível’, como tentaram vender essa ideia para mim. Eu sou teimosa, não quis acreditar nisso? Não, eu apenas estudei sobre isso em algum momento dos meus cursos técnicos e faculdade e apenas apliquei a teoria à prática.

Eu não sou coordenadora, não tenho posição de chefia nessa empresa, sou da área técnica, trabalho com pesquisas de prazos, analisando dados e falando com as filiais, visando melhorar processos. Foi falta de vontade de minha parte crescer na empresa? Não, porque isso não dependia só de mim. Lá é um jogo de cartas marcadas, conheço várias pessoas que não têm a mínima capacidade para estar em posição de chefia, mas que foram indicados por algum ‘amigo’. Se fosse um processo seletivo aberto, certamente eu estaria em posição de chefia por lá. Mesmo que fosse em área técnica, visto que interagir com pessoas ainda é meu ponto a ser melhorado, não nego. Mas existe treinamento para quê, não é mesmo?

Não quero usar este espaço para me queixar ou me vangloriar. Eu poderia, o site é meu, né? Eu queria mesmo era deixar esse experiência para vocês, na qual eu fui de um dia frustrante e horroroso, para outro, produtivo, gratificante.

Então, resumindo isso, que possivelmente você pagaria uma soma em dinheiro para aprender num curso retardado de coach  e eu estou mostrando aqui de graça, é:

 

  • Não trabalhar na sua formação não é vergonha nenhuma;
  • Trabalhar na operação, no chão de fábrica, te mostra como as coisas realmente funcionam;
  • Procurar pessoas experientes, perguntar como trabalhar melhor, ajuda bastante;
  • Um ambiente organizado, minimamente, aumenta a produtividade, diminui o cansaço e o desgaste do funcionário;
  • Um coordenador que ensina bem um funcionário consegue manter um local trabalhando, mesmo não estando lá. Envolver a equipe é fundamental;
  • Se uma pessoa estiver desalinhada, é preciso mostrar a ela que o local tem regras, que é preciso se organizar;
  • Não tenha medo de perguntar. São as perguntas que movem o mundo. As respostas são consequências;
  • A diferença entre o céu e o inferno é a organização.

Se virem esse texto em alguma palestra paga, já sabem que foi copiada por algum ‘coach’ que certamente não viveu esses dias que eu comentei. E você tem todo o direito de apontar o dedo na cara e dizer: “não é a Priss Guerrero!” Só espero que vc não tenha pago rios de dinheiro por essa palestra, hein?

Bom, é isso que eu tinha para falar para vocês hoje.

 

Estava pensando, eu deveria ganhar dinheiro com esse site, né?

Alguma ideia?

PS.: O título foi chamativo mesmo.

Rock OFF!!!

 

#033 – Music Make Jam – O Segredo Foi Revelado!

Rock ON!
Hoje resolvi mostrar o segredo das minhas músicas aqui no You Tube!

Vou mostrar como fazer uma música usando os presets do Music Make Jam!

Você ficará embasbacado ao ver como é ridiculamente simples criar uma música!

O vídeo ficou longo mesmo, não quis cortar nada, para vocês verem como é o processo todo de criação de uma música.

E vai entender porque eu fico tão brava quando gravadoras recorrem ao You Tube dizendo que a música pertence a elas!

Não sabe do que estou falando, é disso aqui:

E tocando no assunto, o Youtube ainda não me respondeu sobre isso. Caso insistam que a música é da gravadora e não minha, eu decidi que vou tirar o vídeo do Youtube e subir novamente com outra música qualquer.

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*Correção: O nome correto do programa é: Music Maker Jam e não Music Make Jam. Pois é, comi uma letra R em tudo. Mas como o vídeo demorou horrores para subir, fica aqui a correção. Vocês são lindos e lindas, entendem, né?
Veja aqui:

 

Roteirizador de Viagens!

Rock ON!

Hoje quero mostrar alguns links de roteirizador de viagem que encontrei.

 

Roteirizador, para quem não se ligou no nome da bagaça, é um site que vai traçar as rotas da sua viagem, de um  ponto a outro, informando o melhor trajeto, consumo de combustível e valor de pedágios.

 

Claro que você pode traçar rotas pelo Google Maps também, mas nele, você não tem os valores dos pedágios! Lá você tem a quilometragem, pode adicionar mais cidades, criando pontos A, B, C, D etc. É bem útil, quando você já conhece o trajeto ou pouco se importa com valores.

Veja um exemplo, uma rota de São Paulo para Ubatuba:

Note que ele dá 3 rotas possíveis: em azul, a rota que Google considera a melhor para você. Em cinza, rotas opcionais.  Ele também mostra eventuais problemas no trajeto e o tempo total de cada um dos caminhos. Ele até fala se tem pedágios, mas não mostra os valores das praças.

A segunda opção para traçar rotas é o Sem-Parar. Ele mostra os pedágios, mas só na rota que ele quer que você vá. Ele não deixa você escolher a melhor rota. Mas mostra o valor dos pedágios na rota que ele mostrou. É bom, ajuda um pouco, mas é bem engessado, né?

No caso eu cotei o valor médio do Etanol em SP em 28/03/17 e a quilometragem que meu Pálio faz por litro. Ele faz 11km/L. O Sem-Parar mostra o valor por praça de pedágio, o que é muito bom. Mas como já disse, é só esse caminho mesmo. E se você voltar lá para o Google, verá que tem pelo menos 3 jeitos de ir até Ubatuba partindo de São Paulo.

Bom, resolvi pesquisar e descobri o Mapeia, que além de mostrar os pedágios, a quilometragem, consumo de combustível, como o Sem Parar, ele também permite trocar o percurso quantas vezes você precisar, assim como o Google Maps!

Vejam as rotas que fiz para Ubatuba:

Tem propagandas? Sim, como o site iria se sustentar, né? E convenhamos, elas nem atrapalham o funcionamento da ferramenta, então não reclame disso.

Vejam que no mapa, mostram onde estão os pedágios, são as caixinhas pretas ao longo da via. Fiz 4 rotas saindo de São Paulo para Ubatuba. Dá para escolher pagar 4, 3 ou um pedágio. E pousando o mouse sobre esse ícone, você pode ver o valor da praça. É muito bom mesmo.

 

Na mesma pegada do Mapeia, tem o Qualp. Mas aparentemente ele tem um bug que não calcula o consumo de combustível. Mas tirando isso, faz o mesmo que o Mapeia e achei legal por causa do design e da leveza do site.

O Qualp ainda mostra qual a operadora da praça de pedágio, o nome da rodovia, quilometragem etc. Além disso, ele tem app na Apple Store e Google, o que é bem legal se você não tiver um Windows Phone. 😉

Bom, pessoal, espero que tenham gostado dessas 4 opções para roteirizar viagens. Os links estão nos nomes dos sistemas.

E se você conhece outro jeito, deixem os links aí nos comentários. Pela busca que fiz no  Google, existem outros roteirizadores, mas vou deixar isso para um post futuro, com as contribuições de vocês. 😉

Rock OFF!!!

 

 

Netflix e o Brasil!!!

Rock ON!!!

Oi, Galera, tudo bem? Hoje quero falar sobre Netflix, vamos lá?

O Bom do Netflix é que vc pode pausar a hora que quiser, ver o filme quando quiser. Ele tá lá, à sua disposição. Você paga menos de 30 reais por mês e tem uma porrada de filmes e séries para assistir, inclusive lançamentos.
 
O ruim é que esse modelo de negócio por ser tão bom para nós, corre risco de ser removido pelos velhos interesses comerciais exploratórios das demais empresas que deveriam, a esta altura, saber o que o consumidor quer: produtos de qualidade, sem tomar uma facada por isso.
 
Acho que o negócio da Netflix é o melhor modelo para combater a pirataria, que as tradicionais empresas tanto reclamam.
 
Enfim, acho graça em algumas pessoas que ainda baixam filmes no Torrent, arriscando pegar vírus e trojans, sendo que tem lá no Netflix por um precinho baixo. Menos que uma pizza em SP.
 
A conclusão que tiro de alguns eventos que têm ocorrido, como a proposta de limite da internet, é que esse tipo de modelo tende a sumir e desaparecer. Talvez o lobby das empresas tradicionais tenha a ver com isso. Talvez a falta das empresas de telefonia se modernizarem e não darem conta da Inclusão Digital. OU seja apenas a mesquinhez do brasileiro de renda alta agindo.
 
Não sei.
 
Esse é apenas um post do Tipo: Deus Abelha Boa – entendam como quiserem isso aí.

E é isso, pessoal.

Rock OFF!!

EM Drive e Propulsão Não-Newtoniana

ROCK ON leitores! Alô? Alô? Planeta Terra, Planeta Terra, Planeta Terra chamando…
Alô? Esta é mais uma edição do diário de bordo de Lucas Silva e Silva, diretamente do Mundo da Lua!

Já imaginou podermos viajar pelo espaço em velocidades próximas à da luz, sem depender de combustão nem propulsores? Isso poderia ser possível com um EM Drive! Ou será que poderia mesmo?

Desde a famosa publicação do laboratório do Laboratório de Física de Propulsão Avançado da NASA, o Laboratório de Eagleworks entusiastas da exploração espacial tem especulado muito sobre o EM Drive. Este dispositivo é um cilindro cônico de cobre com duas extremidades planas. Dentro deste, um campo de radiação ressonante é induzido para que então microondas possam refletir entre as extremidades.

 Fig. 1 – O EM Drive em teste.

O dispositivo foi inventado por Roger Shawyer, em 1999, e propostas similares seguiram sua publicação – mais notavelmente, o drive de Guido Fetta Cannae. Estes se enquadram na família de propulsores de cavidade ressonante de microondas. Eles propõem que o impulso, uma força resultante na direção da extremidade maior do drive, possa ser causada extraindo o momento (impulso) do campo de radiação interno, mas sem propulsor.

Fig. 2 – Microondas causando impulso não-newtoniano

Isso seria bastante revolucionário, porque os motores de foguetes convencionais são fundamentalmente limitados pelo fato de que eles têm que transportar uma fonte de energia (combustível) e um propulsor que impulsione este monte de massa para fora da extremidade traseira, empurrando um foguete pra frente. A lei da conservação do momento exige isso.
Mas como funciona esse impulso não-newtoniano?


Roger Shawyer explica o impulso do EM Drive como resultante da pressão de radiação diferencial entre as duas extremidades. Jim Woodward, da CalTech, contrapõe esse argumento de forma análoga: seria como tentar acelerar um carro, sentado no banco do motorista, empurrando o pára-brisa pra frente. Ou seja, esta explicação viola a lei da conservação de momento. A menos que esses fótons possam realmente escapar da cavidade do drive, então qualquer troca de momento entre a cavidade e o campo de radiação seria novamente distribuído pelo interior do drive, já que o sistema é fechado. E se os fótons escapam, então temos um propulsor de fótons, como qualquer outro propulsor já conhecido. O impulso que produziríamos é minúsculo, e muito menor do que o impulso que Shawyer relatou quando ele testou seu próprio EM Drive.

O resultado publicado por Eagleworks é o mais recente em várias tentativas de reproduzir a medida de Shawyer, nenhuma das quais está perto de ser conclusiva. Eagleworks em si já tinha testado o dispositivo à pressão atmosférica e encontrou um impulso positivo. A principal crítica de todos os testes em ambiente não-vácuo é que a convecção térmica pode ter produzido o impulso observado. Seria o mesmo que fazer um microondas daqueles que temos em casa; o ar interior se aquece e sua expanção é direcionada pelo formato do drive. Mas o último teste foi em uma câmara de vácuo com um décimo de bilionésimo da pressão atmosférica do nível do mar, onde praticamente nenhuma convecção é possível.

Fig 3. – Medição térmica

O impulso foi testado com um balanço de torção: um fio de metal rígido em que o dispositivo é pendurado com um contrapeso. A torção do fio dá uma medida extremamente precisa de qualquer força. Os autores reivindicam um impulso positivo na direção esperada em todos os níveis de potência, e esse sentido inverteu quando a orientação do dispositivo foi trocada, como esperado. As pressões foram relatadas como as mesmas observadas num ambiente não-vácuo. A potência média de impulso para entrada observada foi de cerca de 1,2 mili-Newton por quilowatts. Isso é muitas vezes menor do que os impulsos relatados por experimentos de Shawyer. Mas ainda é muito maior do que propulsor de fótons produziria, eliminando este contra-argumento.

Fig. 4 – Teste e medidores de impulso

1 milliNewton por kiloWatt levaria em torno de 1 gigawatt de potência para levitar um humano médio. Precisaríamos de uma usina nuclear comercial para conseguir essa potência. Mas a eliminação da necessidade de propulsores significaria que a relação poder-propulsão é útil para vôo espacial de muito longo alcance. Todavia, este relatório é problemático. Os autores sugerem uma resposta consistente e encaixam uma linha reta no gráfico de empuxo-vs-poder. No entanto, é realmente claro que os 60 e 80 watts são estatisticamente equivalentes e há uma enorme dispersão. Essa linha reta é enganosa!

Fig 5. – Mostrando resultados e linha (pontilhada) mencionada

Dito isto, o deslocamento positivo ainda parece estatisticamente significativo. Logo, já podemos dizer que o EM drive gera impulso? Não até que todas as outras possíveis explicações sejam descartados. Por exemplo, os efeitos térmicos ainda poderiam explicar as medidas relatadas por causa da possível deformação do dispositivo e a escala de sua expansão térmica. Um teste simples seria aquecer o dispositivo sem campo de radiação e ver se esse aquecimento produz um sinal semelhante, um falso-positivo – o que ainda não foi feito. Os autores identificam várias outras possíveis explicações, e fazem argumentos razoáveis ​​contra elas, ou propõem testes para descartá-las. Antes que possamos acreditar que o impulso do EM Drive é real, esses testes precisam ser feitos. Qualquer resultado que requer uma explicação física nova e exótica exige que todas as causas mundanas sejam exaustivamente eliminadas além da dúvida “razoável”.

O artigo invoca a Teoria da Onda Piloto como uma forma de justificar o tratamento do vácuo quântico como uma espécie de plasma, que poderia ser usado como um propulsor. No entanto, é altamente especulativo e não é necessariamente um resultado Teoria da Onda Piloto. Em dois trabalhos separados, Harold White executa simulações de computador que ele argumenta demonstrar que esse meio pode produzir certos efeitos ​​quânticos observáveis, como os níveis de energia do átomo de hidrogênio. Se o vácuo é esse tipo de meio quase clássico, então eles argumentam que o impulso EM poderia empurrá-lo, deixando um rastro de vácuo degradado por trás dele. No entanto, nada disso é relevante a menos que se prove que o vácuo é algo muito diferente do que é descrito pela teoria do campo quântico, e esta foi até agora muito bem sucedida em descrever e prever fenômenos naturais.
Muito provavelmente, os resultados relatados pela NASA serão provados falsos-positivos. A segunda explicação mais provável é que eles serão explicáveis com algum argumento da física atual, mas ainda não bem elaborado. Uma terceira possibilidade distante é que o resultado depende de uma física inteiramente nova, como esta do material de vácuo quântico. Temos que estar abertos para esta possibilidade, mas tratá-la com o mérito mínimo que ainda tem. Ainda assim, a comunidade científica está ansiosa para Eagleworks e outras equipes chegando ao fundo dela.

ROCK OFF!


Fontes:

Measurement of Impulsive Thrust from a Closed Radio-Frequency Cavity in Vacuum” – White, March, Lawrence, Vera, Sylvester, Brady & Bailey, 2016. AbstratoPDF.

Texto adaptado do vídeo The EM Drive: Fact or Fantasy? – 11 de Janeiro, 2017, por  PBS Space Time; escrito e apresentado por  Matt O’Dowd, produzido por Rusty Ward, edição de Grayson Blackmon, feito por Kornhaber Brown.

Você torturaria um aluno?

ROCK ON leitores! Aqui é quem fala é o Lucas, diretamente da gringolândia.

Hoje, trago um curioso experimento para você. Mas primeiro, gostaria que respondesse para si mesmo:
Você torturaria um aluno?

Em 1963, Stanley Milgram, professor da Harvard University, conduziu um dos mais controversos experimentos comportamentais. Milgram recrutou várias pessoas dizendo que participariam em um estudo sobre aprendizagem. Os participantes eram colocados todos juntos em uma sala, onde responderem um questionário sigiloso sobre suas convicções relacionadas a tortura e aprendizagem. O questionário também ressaltava a importância sobre o estudo e conjecturava sobre um grande impacto positivo na sociedade. Depois, ainda nesta sala, alguns participantes eram aleatoriamente escolhidos pra fazer papel de “professor”, equanto outros eram selecionados para fazer o papel de “aluno”. Um aluno e um professor eram então conduzidos pelo pesquisador para dentro de uma sala especial, onde apenas os 3 estavam presentes. O pesquisador colocava o aluno em uma cadeira com ferramentas de indução de choques elétricos. Ao professor era dado um controle remoto que o possibilitava tanto dar choques no aluno quanto aumentar a potência destes.

Stanley Milgren

Stanley Milgren

O pesquisador então pedia para que o professor tentasse ensinar o aluno sobre alguns conhecimentos aleatórios; depois, o pesquisador instruia o professor a questionar o aluno sobre aqueles conhecimentos. Quando o aluno não sabia responder corretamente, o professor era instruído pelo pesquisador para dar leves choques no aluno. Caso este continuasse a errar, o professor era instruído a aumentar a potência dos choques. Logo no início, os alunos reclavam das dores e pediam pelo encerramento do estudo. Porém, o pesquisador relembrava o participante fazendo papel de professor sobre a importância do experimento e o mandava continuar com os choques, aumentando a potência destes gradativamente. Em certo momento, os choques chegavam a tamanha potência que os alunos berravam de dor e, desesperados, imploravam aos prantos para que o professor parasse com a tortura. Todavia, o pesquisador insistia que os professores prosseguissem e, na maioria das vezes, os professores obedeciam.

O que os professores não sabiam é que os alunos não eram participantes, mas sim atores, e que os choques não eram reais. Os atores fingiam dor e desespero gradativamente, conforme o experimento era conduzido. Na verdade, o “Behavioral Study of Obedience” (Estudo Comportamental da Obediência), não era um estudo sobre a capacidade de aprendizagem dos alunos, mas sim sobre a obediência dos professores perante uma ordem adversa. Os professores eram enganados para que seu comportamento pudesse ser estudo. A inspiração para o experimento veio de relatos de soldados nazistas que haviam cometido atrocidades durante a guerra, mas tentavam se justificar dizendo que apenas cumpriam ordens. Milgram hipotetizou que os nazistas desobedeceriam as ordens dos superiores se discordassem das mesmas. O pesquisador duvidava da capacidade humana de cometer atrocidades quando o agente repudiava a mesma, e decidiu então testar essa convicção.

Cenas do Experimento.

Cenas do Experimento.

 

Então, Milgram simulou uma situação parecidade, esperando que os participantes fazendo papel de professores se revoltassem contra o pesquisador, especialmente quando suas convicções eram muito adversas à tortura. Com muito espanto, ele descobriu que os participantes facilmente  seguiam as órdens da figura de autoridade, com pouco ou nenhum questionamento. Pelo contrário, muitos participantes sairam satisfeitos. Mesmo os participantes que relataram ser fortemente contra métodos de tortura em questionário prévio não questionaram a autoridade do pesquisador durante o experimento.

Milgram ganhou o prêmio da Associação Americana de Avanço Científico para estudos comportamentais, em 1964. Todavia, a opinião pública se virou fortemente contra o estudo, o que culminou em diversas leis de regência ética na ciência. Hoje em dia, esse experimente não seria aprovado pelo comitê de ética. Em estudos secundários de acompanhamento, Milgram entrevistou os participantes do estudo inicial. As experiências não causaram desconforto contínuo, como traumas, nem nenhum distúrbio psicológico aparente. Nestas entrevistas, os participantes eram apresentados aos atores que acreditavam terem torturado e podiam fazer qualquer pergunta. Quando questionados se os torturariam de verdade, a grande maioria respondeu prontamente que não.

O estudo mostra que, apesar de termos fortes convicções, podemos facilmente negá-las, mesmo que temporariamente, quando temos relação de obediência para com uma autoridade. Claro, isso varia de pessoa para pessoa, e nem todos somos torturadores em potencial. Mas o estudo nos mostra que existe uma diferença entre o que somos e o que gostaríamos de ser. Muitos participantes gostariam de ser indivíduos de forte convicção contra tortura. Todavia, a maioria dos participantes tentou torturar.

E você, caro leitor, quão convicto você é em suas próprias crenças sobre o que é certo e o que é errado?
Você tem certeza que pode diferençar quem você é de quem você gostaria de ser?
Se você fosse um participante nesse estudo, torturaria o aluno?

Tem certeza?

 

ROCK OFF.

Mordor – Retorno a Mordor.

Rock ON!

Meu Twitter: @prissguerrero1
—-
Fazia muito tempo que eu não jogava Shadow Of Mordor e o que aconteceu? Vejam aí no vídeo!

Também aproveitei para testar uns cortes com transições, efeitos nos textos e acho que o resultado ficou bem legal.
Meu canal é assim, gente: um dia eu posto um joguinho que gosto, no outro te dou uma dica de photoshop, talvez eu fale com vocês sobre alguma coisa lazarenta da vida, faça um rabisquinho para vocês, poste um vídeo das minhas gatinhas Michonne e Minhão, não sei.
Se inscreva e tenha sempre uma surpresa na sua lista. 😉
—-
Deixe seu joinha.
Visite: www.rockmeon.com.br

 

 

 

 

OpenToonz do Studio Ghibli!

Rock ON!

Oi, galera, beleza?

Fiquei um tempo sem postar porque tivemos uma onda de zumbis atacando o QG onde o RMO está hospedado, mas eles foram todos debelados graças ao incessante trabalho do Euler e sua vigilância para que nada fosse perdido, enfim, eu já me perdi toda, mas estamos de volta!

E para comemorar, vou compartilhar uma notícia que li já tem um tempo e que estava salva no meu Windows Phone porque eu queria fazer esse post para vocês!

É que o Studio Ghibli, aquele estúdio de animação que fez Totoro, Mononoke Hime e tantas outras animações maravilhosas, resolveu soltar, assim, de graça, uma de suas ferramentas de trabalho, a Open Toolz!

E para que ela serve afinal de contas?

Simples: para fazer desenhos animados em 2D!

Eu instalei aqui e sinceramente, achei bem completa, cheia de painéis para serem explorados e até consegui fazer uma mini animação, que não soube como exportar, mas que foi bem simples de fazer.

E fiz sem ler os tutoriais disponíveis, que estão em japonês, mas com certeza deve ter algum material em inglês aí para galera.

A interface do programa é em inglês, então, se você tiver paciência, pode explorar tudo e criar o seu tutorial! aha!!!

Resultado de imagem para opentoonz

E se ficar maneiro, pode me mandar, que publicarei aqui! (duvido que alguém realmente faça isso, mas vai quê, né?)

Segue o link para baixar, gratuitamente o programa: OpenToonz.

Abaixo, trailer de Totoro, animação de 1988 dos Studios Ghibli:

Em 1995 eles já estavam utilizando o software nesta animação, Mononoke Hime:

E numa animação recente, o OpenToonz, que foi sendo aperfeiçoado, também foi utilizado:

 

 

 

Abaixo, uma animação feita com o programa por um usuário, que foi deixada no fórum em inglês:

 

Aqui tem outra:

 

E esse aqui, alguém ensinando a mexer na ferramenta. Não vi o vídeo ainda, mas fica para registro:

E aqui, um sujeito mescla Blender, que é para modelagem 3D, com o OpenToonz

 

Bom, é isso, pessoal!

Espero que tenham gostado!

….

….

Ué? Você tá aí ainda?

Então toma mais vídeo!!!

 

 

E esse aqui, em espanhol:

E agora chega mesmo!

Rock OFF!!!

Diz Aí, Mano do Aviões e Músicas!

Rock ON!!!

Hoje tenho uma dica muito boa de canal no You Tube para falar para vocês.

É o canal do Aviões e Músicas. Lá tem muitas curiosidades, um personagem engraçado chamado Mano, que faz aquelas perguntas que nós temos um pouco vergonha de fazer, saca?

Bom, estava meio inspirada ontem e acabei fazendo esta pequena homenagem ao Mano.

Será que o Lito, dono do canal Aviões e Músicas pode repassar para ele?

 

manoavioesmusica-copy

 

Deixo aqui dois vídeos s, que são bem curiosos, para vocês darem uma olhada e uma passada no canal, ok?

 

 

Se inscrevam lá no canal dele, tem muito mais coisa divertida lá e algumas parcerias maneiras também!

 

E se alguém não sabe, eu só indico canais que eu gosto de assistir, tá?

Um abração, Lito, para você e pro Mano! ahahah

 

Esse é o post oficial de domingo. Gostou? Assiste também? Deixe aí nos comentários!

Rock OFF!!

Kit Youtuber!!!

Rock ON!!!

Meu twitter: @prissguerrero1

Se inscrevam no canal. Curtam o vídeo.

Nota: primeiro vídeo editado sem o Premiere.

Usei o Videopad para isso, obrigada, @eulergui!

—-

Finalmente o Kit Youtuber que comprei e que vou mostrar para vocês!

Vou deixar os links citados no vídeo e os não citados também.

 

 

 

Loja:
Rafinha Shop
Kit Youtuber: http://ift.tt/29ZDoN1

Hodor versão brasileira:

Hodor Gordinho Rodou:

Rock OFF!!

 

BláBláLogia!!!!! (É PORTAL DE CIÊNCIAS!!!!)

blablalogia1

Rock ON!!!

Oi, galera!!

É com muita alegria e satisfação que faço esse post sobre um novo canal no You Tube, o BláBláLogia!!!

Ehhhh! Viva!! Viva!!!

Mas pera aí, o que é o BláBláLogia afinal?

Resposta: Não sei!

Brincadeira! Sei sim, eles fizeram vários vídeos contando. Bom, vou deixar linkado um vídeo, mas vou resumir para vocês: Trata-se da iniciativa de vários Youtubers que têm canais sobre ciências e aí o leque é amplo, tá? Temos canais de história, física, biologia, tecnologia, matemática, artes (?) enfim, muita gente mesmo, que resolveu se unir e criar um canal, com postagens diárias, com conteúdo de boa qualidade, bem fundamentado e por que não, divertido!

Então, nessa programação que vai de Segunda à Sábado, afinal, Domingo eles precisam descansar, passear, né? Merecem, porque o trabalho está fenomenal! Mas pensem: por 6 dias da semana temos gratuitamente, eu escrevi: gra-tui-ta-men-te! Sim, de grátis, for free, na faixa, lisão, de boas, enfim, um conteúdo original, feito especialmente para divulgar conhecimento nesse Youtube!! YEAHHH!!!!

E por que estou fazendo este post? Bom, porque eu tenho um site! E porque eu quis! Porque eu gosto de ciências, gostei do conteúdo que apresentaram na semana de estreia e porque alguns dos participantes eu já acompanho e gosto muito do que produzem!

E porque com certeza tem gente que não deve estar sabendo ainda sobre o BláBláLogia!!! AHHHHH <0> Como assim???  Pois é, e eu gosto de espalhar conhecimento, é sempre bom, torna minha vida melhor! Sim, é isso que acredito, me deixa ser feliz, tá? Vamos espalhar conhecimento!!! Ehhhhhh!!!

Aqui, um vídeo do Pirula sobre o BláBláLogia:

 

Aqui, temos a abertura do canal:

 

E a seguir, vou listar os vídeos que mais gostei. Tem certos assuntos que eu gosto mais, sabem como é? Tipo sorvete? Você pode gostar de todos os tipos de sorvete, mas terá aqueles tipos que você sempre vai pegar? No geral, gostei de todos os vídeos, são muito legais, mas alguns para o meu paladar se sobressaíram e isso não impede de você ir lá no canal e descobrir outros sabores, tem muita coisa e parece que a variedade será grande, então, vão lá ver! (sei que o parágrafo ficou confuso, estou cansada, com sono e muita dor no joelho, relevem)

 

Gosto de coisas curiosas. Particularmente essa história aqui eu já conhecia, mas o modo como foi apresentada ficou bem divertido:

 

Já este rapaz, o Slow, eu não conhecia. Pois é, mas o assunto que ele trouxe eu gosto muito porque envolve história. E se não fosse o novo canal, talvez eu demorasse muito para conhecer o canal do Slow (aliás, preciso tirar uns momentos para ver o conteúdo, gostei muito do jeito dele apresentar.)

 

 

E este vídeo aqui, vou deixar para aguçar a curiosidade de vocês. Gostei do modo como ele foi apresentado, achei bem diferente, mas o cara é muito bom e ficou genial!

 

Bom pessoal, como eu escrevi acima, tem mais conteúdo lá no canal, muita coisa ainda parece estar por vir e essa é uma ótima iniciativa de uma galera que produz algo realmente útil.

Talvez você não veja utilidade em saber sobre um povo que cultua aviões e caixas, mas isso pode se tornar uma ótima história para contar para os amigos, família, entreter algum priminho chato numa tarde chuvosa na praia ou num local sem energia elétrica. Só para dar um exemplo bem bobo, tá?

Então, faça parte dessa corrente, entre lá no canal do BláBláLogia, se inscreva, assista aos vídeos, aprenda, se divirta. Espalhe conhecimento também!

Eu fiz este post porque eu quis mesmo. Nenhum deles, no momento em que escrevo sabe disso. Alguns talvez nem venham a saber, mas tenho em mente que é meu dever ajudar a divulgar isto, a iniciativa deles é ótima, talvez inédita e é muito bom ver no Youtube, naquele mar de inutilidades, como gente comendo cactos, uma galera muito boa espalhando conhecimento gratuitamente. Sério, vcs são ótimos e deixo um abraço a cada um de vcs que estão frente às câmeras e por trás delas tbm. \0/

Deixem aí nos comentários o que vcs acharam desse post, se gostaram do conteúdo deles e se tiverem um tempinho, se inscrevam no meu canal também. Está devagarinho, mas indo, rumo aos 101 inscritos (preciso trocar essa URL, colaborem!) e passando um pouquinho do meu conhecimento para vocês também.

Bom, é isso, vida longa e genial ao BláBláLogia!!!

 

 

 

Testado em Produção!!!

Rock ON!

 

Sempre revisem os códigos, sempre testem antes de jogar para internet.

 

Daí vc clica num link do Twitter e dá de cara com isso:

 

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Ah, o link veio daqui, ó:

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Se ainda estiver com falha:

Primeiras doses serão encaminhadas aos profissionais de saúde, crianças, gestantes e idosos: bit.ly/1Sv2a5h

Rock OFF.

Perguntas Transcendentais Sem Respostas “por Definição”

ROCK ON e apertem os cintos. Aqui é o Lucas Balaminut, e hoje o papo é de maluco.

Há números chamados de Números Transcendentais.

Em uma definição formal [chata e difícil de entender], um Número Transcendental é um número real ou complexo que não é raiz de nenhuma equação polinomial a coeficientes racionais. Logo, um número real ou complexo é assim transcendental somente se ele não for algébrico. Por consequência, esses números são irracionais e não podem ser escritos na forma de fração. [Não falei que era chato?] Todavia, não poder ser escrito em forma de fração é apenas a ponta do iceberg, a casquinha da ferida. O problema é muito mais profundo.

A parte fascinante é que estes números têm esse nome porque simplesmente transcendem a lógica. De forma simples: não há explicação lógica que podemos construir para eles. Não há nenhuma maneira de descobrir o seu verdadeiro valor usando a lógica ou coletando conhecimento do universo. O melhor que podemos fazer é aproximá-los, ou melhor dizendo, aproximar o nosso conhecimento à eles.

São números como
Ω: a constante de Chaitin, ou constructo de Chaitin, que indicaria a probabilidade de um programa de computador parar, se não fosse incalculável.
π: a circunferência de um círculo dividida pelo diâmetro do mesmo;
e: a constante de Euler, de tal forma que para todo valor x de e^x, a inclinação da curva também é o resultado de e^x;

[Como se isso por sí só já não fosse bizarro, e elevado à qualquer potência algébrica diferente de zero gera um outro número transcendental. Diferentemente, que tal elevar um transcendental à outro transcendental? Vamos tentar com os mais famosos: e^π também é transcendental]

Além de tantos outros, como qualquer número algébrico diferente de 1 e 0 elevado à qualquer número algébrico irracional.
Por exemplo: 2^(2^(1/2)) [leia: dois elevado á raíz de dois].

Nenhuma construção lógica nunca vai encontrar estes números. Bizarro? Com certeza. A parte mais maluca é que, usando a própria lógica, podemos provar que nunca vamos encontrá-los através de lógica. Podemos provar de forma lógica que eles não pertence à lógica. Podemos provar que mesmo se reunirmos todo o conhecimento em todo o universo e construirmos um computador infinitamente inteligente, este ainda não vai encontrá-los.

Existem regras universais; chamamos estas de lógica. Através deste processo, podemos validar uma verdade através de outras verdades. Um exemplo simples:

Se A > B e B > C
Logo A > C

Estamos intrinsecamente aprisionados à lógica. Tudo no universo respeita suas regras. Todavia, não podemos descobrir todos os fatos do universo através da mesma, como se fôssemos fundamentalmente impedidos de encontrar esses fatos, essas verdades. Existe a lógica e existem os números que a transcende, os números transcendentais. É uma tentativa fútil tentar encontrar esses número? Talvez sim, uma vez que, por definição, não podem ser encontrados por nada que temos ou possamos ter. No entanto, ainda é divertido tentar. O recorde de casas decimais do π já alcança trilhões de dígitos. Quanto mais tentamos aproximar o nosso conhecimento à estes, mais evidente se torna que os mesmos são fundamentais, partes de algo diferente daquilo que estamos aprisionados, mais evidente fica que estamos separados deles por uma barreira fundamental. Simplesmente não pertencemos ao mesmo domínio.

Aqui vai um paradoxo divertido para você:

Uma consequência é gerada por uma causa. Por sua vez, essa causa é a consequência de uma outra causa.
Isso gera uma corrente infinita de causas -> consequências.

Causa(A) -> Consequência(b)
Consequência(b) = Causa(b)
Causa(b) -> Consequência(c)
Consequência(c) = Causa(c)

Se cada consequência tem uma causa, deve haver uma maneira de reunir conhecimento suficiente para rastrear todas as causas e as consequências até…. até aonde? O que existe no começo? Existe um começo? As causas e consequências formam uma corrente infinita, sem começo? Ou seria um círculo? Se é um círculo, o que gerou o círculo antes mesmo dele existir? Se não há começo, o que as causou primeiramente? Se há começo, seria este os números fundamentais? Se estes são o princípio, eles não teriam causa também?

Algo que é impossível por todas as maneiras universais de ser rastreado à sua causa é definido como aleatório. O único processo verdadeiramente aleatório que sabemos é a o colapso da função-de-onda que gera a posição de uma partícula. Quando uma função-de-onda de partículas se colapsa, a posição da partícula é aleatória e não pode ser definida de nenhuma forma, nem mesmo usando a própria função que se colapsou. Há algo como isso no reino da lógica e dos números? Seriam os números transcendentais aleatórios?

Mesmo algo aleatório tem uma origem, que não necessariamente o causa, mas que simplesmente não pode ser rastreada por conhecimento ou lógica. Se os números transcendentais são aleatórios, eles tem origem? E essa origem, tem uma causa também?

No final das contas, os números transcendentais não resolvem nosso paradoxo. Eles simplesmente não fazem parte da corrente de causas e consequências. Então, se não são causa nem consequência, o que são? Como podem existir simplesmente por… existir?

Pode algo existir simplesmente por que existe? Pode algo existir sem fazer sentido, sem ser lógico?

Isso traz um contra-ponto também interessante: por que a lógica existe? Pode algo existir só por que faz sentido?

Ambas as perguntas partem de dúvidas ainda mais fundamental: o que é existir? Por que as coisas existem?
O simples fato de ser lógico é suficiente pra existir? O simples fato de não ser lógico impede que algo exista?

E a nosso paradoxo fica sem resposta, pois se cada consequência tem uma causa, e esta causa é a consequência de uma outra causa, podemos sempre nos perguntar: qual é a causa que veio antes da consequência(x)?

Isso significa que podemos rebobinar o universo pra sempre?
Valores fundamentais, tais como números transcendentes são uma maneira de resolver esse paradoxo?

Sobro verdades fundamentais:

Tudo no universo pode trazer dados que podem ser escritos de forma coesa como informação. Podemos simplesmente escrever tudo como informação; todavia, para isso, precisamos de um código. Um código é uma forma estruturada de armazenar informação e coordenar relações lógicas. Um código usa símbolos que tem definições pré-estabelecidas. Estes símbolos seguem um padrão, ou uma regra [ou um grupo de regras/padrões], que codifica e decodifica a informação. Podemos construir um código com muitos símbolos para facilitar o cálculo de decodificamento. Ou podemos reduzir este código à quantidade mínima de símbolos possíveis. Podemos escrever um código com 5 símbolos, 3 símbolos, 2 símbolos…. será que da pra escrever um código com apenas 1 símbolo?

Tente imaginar um código com apenas 1 símbolo: a letra X.
Digamos que, nesse código, a palavra “abacaxí” seja representada por X.
A palavra “banana” então, não pode mais ser representada apenas por X, pois este já tem um significado; porém, como só podemos usar o símbolo X, a única forma de representar “banana” usando apenas X sem que o significado do mesmo fique dúbio é acumulando mais um X. Logo, “banana” é representada por XX. E assim vai… [imagina o que será XXX?  ( ͡° ͜ʖ ͡°)]

Este código é… inútil. Ele não teria como ser decodificado pois nunca saberíamos se XX significa “banana” ou “abacaxí abacaxí”. XXXX pode significar tanto “banana banana” quanto “abacaxí banana abacaxí”, quanto “abacaxí abacaxí banana”, quanto “banana abacaxí abacaxí”. Pra que um código seja útil, precisamos poder separar uma representação da outra. Logo, a quantidade mínima de símbolos que podemos usar em um código é 2. Um código com 2 símbolos é chamado de booleano.

Tudo, absolutamente tudo no universo pode ser escrito em código booleano. Isso significa que, conforme exploramos as regras e estruturas do universo, e as decompomos em outras regras e estruturas mais básicas e mais fundamentais, podemos chegar na estrutura mais básica de todas, com pelo menos duas existências. O universo tem pelo menos duas entidades, duas verdades, duas existências, duas coisas fundamentais, duas… coisas! Chame do que quiser. Aqui vale lembrar da importância do temor “pelo menos”. Nada impede que sejam mais que duas entidades, como três, quatro, cinco, etc. De qualquer forma, o universo é pelo menos booleano.

Não temos como saber o que essas duas “coisas” são. A coisa e a não-coisa. Uma não é a outra, e a outra não é uma, pois elas necessariamente tem que ser diferentes de alguma forma para poderem se diferenciar e, com isso, montar estruturas mais complexas.

Aqui vai a pergunta final: seriam os números transcendentais essas “coisas”, as existências mais básicas que compõe as estruturas de nível mais fundamental do universo?

Não fique atento nesse mesmo horário, nesse mesmo canal, pois simplesmente nunca iremos descobrir a resposta, por definição.

ROCK OFF.

Dia do Podcast 2015!!!!

Rock ON!!!

Aqui é Priss Guerrero e hoje quero falar sobre Podcast. Sei que o Lucas Bahamut já falou sobre o assunto aqui no Rock Me ON, contudo, informo que minha abordagem será bem diferente. Não vou explicar o que é, vou falar quais eu ouço e porque.

E só explicando a imagem de chamada é minha mãe, a Mamãe Freak e o Marcos Keller, o Bruxão do Mundo Freak.

Vou listá-los em ordem alfabética, porque precisa ter uma ordem? Sim, só por isso.

diaDoPodcast

Anticast

Comecei a ouvir por que gosto de Design, é uma das minhas formações, ora bolas! E o Anticast, mesmo falando sobre outros assuntos, sempre me fornece alguma visão sobre a área e agrega algum conhecimento.

Canal 42

Adoro séries, mas não posso acompanhar todas. Este podcast me ajuda a selecionar algumas séries para assistir, a relembrar coisas que séries que acompanho e a tomar conhecimento de séries que não pretendo ver. Puro entretenimento, eu me divirto, fico feliz ao ouví-los.

Cinema com Rapadura

AMOOOOO cinema. Sim, é verdade, eu ainda saio de casa e vou ao cinema. Mesmo que isso tenha se tornado um pouco ruim, por conta das pessoas que não sabem desligar o maldito celular e ficam mandando mensagens enquanto a gente tenta ver  o filme. Gosto do Cinema com Rapadura por conta da visão equilibrada que eles têm sobre as produções. Mesmo àquelas que não gostei, costumo ouvir sobre para conhecer a opinião deles e isso é bom. Adoro a equipe toda e suas peculiaridades.

Cronocast

Este é novo e tenho gostado bastante. Tratam sobre história, de um modo bem divertido e interessante. São professores de história e é bacana acompanhar essa visão do professor sobre o tema. Bom, sou suspeita, pois sempre gostei muito de história.

Escriba Café

A edição de áudio é muito boa e por isso mesmo há um intervalo muito grande em um episódio e outro, mesmo assim, aguardo com ansiedade cada um deles. A pesquisa é ótima, o conteúdo passado muito bom, é um audiodrama sobre história, personalidades, acontecimentos e como disse, adoro história.

Grande Coisa

Comecei a ouvir este podcast há pouco tempo e já me apaixonei pelo formato, um papo descontraído, divertido, muito divertido mesmo, emocionante e genial. Eles me divertem muito e agregam muito conhecimento. Já risquei a Austrália da minha lista de lugares para conhecer.

Mixtape

Esse é novinho, recém-nascido na minha lista, mas é muito interessante e gostei do formato. Eles falam sobre música e temas relacionados, enfim, tem música, o Mixtape está lá e adoro música, muito mesmo, notaram pelo nome do site? Rock Me ON!!!! Desculpem se acharam que eu gostava de geologia. (também gosto, ok? rs)

Mundo Freak

O podcast que me inspira a desenhar, sério, adoro desenhar e as histórias misteriosas e causos sinistros deste podcast me inspiram muito e foi graças ao Dia do Podcast, que esse ornitorrinco branco bateu em minha Time Line para ficar para sempre! E já até participei de duas leituras de email, que honra!!! Aproveito para deixar parabéns pelos 3 aninhos de existência e que continue cada vez mais, seja longevo! Se você gosta de mistérios, conspirações, fantasmas, aliens, este é o lugar, seja freak!

Nerdcast

Este podcast é especial. Não foi o primeiro que ouvi, o primeiro foi um Radiofobia, mas foi o podcast que me fez sentir parte de algo maior e mesmo tendo alguns temas que não concorde, o Nerdcast me fez muito bem, esquecer problemas e acreditar em soluções. Só tenho a agradecer pelos momentos de diversão, risadas e reflexões.

Papo Lendário

Esse podcast é um dos mais sérios que ouço, sobre mitologia e humanidades. Talvez eu deva dizer comportamento humano, não sei; só sei que este me trouxe muitas coisas boas, alguns amigos bacanas e boas horas de entretenimento e conhecimento. Além de uma nova visão sobre mitologias e novos mitos para conhecer.

Projeto Humanos

Este é novo e fez um excelente trabalho entrevistando uma sobrevivente do holocausto na Segunda Guerra Mundial. Causou comoção, emoção, empatia, agregou conhecimento, trouxe uma nova visão sobre os fatos ocorridos e um quê de esperança, de perdão e indignação com a raça humana.

Promontóril Estéril

Na pegada do Escriba Café, o foco é biografia de personalidades e a periodicidade é mais curta, bem como a duração de cada episódio, mesmo assim, o conteúdo é engrandecedor e é muito bom conhecer personalidades mais a fundo, como Chiquinha Gonzaga, por exemplo. Este conheci por causa do Temacast.

Radiofobia

O primeiro podcast que ouvi, Radiofobia. E nem lembro como cheguei até ele, mas acredito que tenha sido pelo Twitter. Este podcast tem um leque de outros que amo: Alô Ténica, Radiofobia Classics, especiais com dubladores, o trabalho do Léo Lopes é lindo e maravilhoso. Recentemente tive oportunidade de conhecê-lo e foi incrível! Radiofobia mora no meu coração, a partir dele conheci o Nerdcast e por conta da promoção do dia do podcast, veio o Mundo Freak e todos os outros. Radiofobia é amor.

Scicastpodcast

Porque a ciência tem que ser divertida. Quem não gosta de ciência? Muita gente, infelizmente. Mas eu gosto e o Scicast é aquele amigo do trânsito, gosto de ouvir enquanto dirijo longos percursos, porque o Scicast tem o poder de fazer o stress do trânsito de SP desaparecer. Através desse podcast fiz ótimos amigos também, o Lucas é um deles! A ciência mostrada nesse podcast é tratada de um jeito simples, divertido mesmo, com especialistas de várias áreas e meus favoritos, são, claro, os de história. Não é um podcast didático, isto é, não é um cursinho pré-vestibular, não, é um programa sobre ciências, sejam elas físicas, químicas, biológicas, humanas etc. E é muito divertido sim.

Telhacast

Este terminou recentemente, mal o descobri e já terminou. Mas baixei todos e tenho no computador, preciso ouvir ainda. Mas o pouco que apreciei, achei genial! Especialmente os episódios sobre ET de Varginha. Esse podcast deixa saudades.

Temacast

Cheguei aqui por causa do Scicastpodcast, quando o grupo do Amigos do Pause era um bom lugar e o professor Barbado colocou uma chamadinha sobre um episódio sobre o Barão de Mauá. A temática base é história e do Brasil, feito com uma pauta impecável e maravilhosa, além de uma edição muito profissional e muito boa, ora! Este me trouxe dois bons amigos, o Seixas e o Igor, além de bons momentos ouvindo os programas.

 

Bom, pessoal, estes são os podcasts que eu ouço e os motivos pelos quais eu faço isso. Geralmente ouço durante o trabalho, pois minhas tarefas são mecânicas e me permitem fazer isso. Também ouço dirigindo ou em longas viagens.

Minha mãe também gosta de ouvir comigo e os podcasts nos aproximou mais e  isso é muito bom, não é? Tanto que ela é a famosa Mamãe Freak, apelido carinhosamente dado pela galera do Mundo Freak, pois ela é ouvinte fiel deste podcast e de todos os outros dessa lista.

Como estou em férias e fazendo várias coisas que não me permitem ouvir, estou com vários episódios atrasados, mas isso não é problema, pois os programas estão lá, disponíveis para download e posso ouvir quando quiser, esta é a graça do Podcast, afinal de contas.

Além de entretenimento, os podcasts trazem conhecimento, alívio do stress e novos amigos. Se você não conhece podcast, não sabe o que é, essa é sua chance de conhecer, pelo menos os que eu ouço. Deixei os links para vocês nos nomes de cada um deles, basta clicar, baixar o episódio e ouvir quando quiser. Muitos disponibilizam o episódio para ouvir direto do seu navegador e isso é ótimo. Também é possível usar um programa no seu celular para ouvir os programas e assinar esses canais, no Windows Phone uso o programa Podcast, que veio no próprio celular, mas em outras plataformas, você pode entrar na lojinha e digitar algo como ‘podcasts’ ou ‘agregador de podcasts’. São programas gratuitos e os conteúdos dos podcasts também são.

Espero que tenham gostado, que tenham lido o artigo do Lucas aqui no Rock Me ON e se não leram, a chance é agora.

Também tem o site http://diadopodcast.com.br/, que tem um material muito bom sobre o assunto e recomendo que vejam, vão descobrir mais coisas lá.

Gostaria que me indicassem algum podcast, não listado, para eu ouvir e dissessem por que eu deveria ouvir (Lucas, vc é café-com-leite nessa, ok?).

 

Feliz Dia do Podcast a todos meus produtores de conteúdo favoritos, adoro todos vocês, também tenho birra com alguns, mas de alguma forma, todos moram no meu coração e preenchem minhas horas com muita coisa boa. Que continuem com o excelente trabalho, trazendo cultura, valores, diversão e conhecimento para essa nossa sociedade tão abatida e bocoió.

 

Rock OFF!!!

 

 

#003 – Vetorizando no Illustrator!!!

Rock ON!!!

Fiz o rascunho entre uma ligação e outra no trampo. As filiais me fazem esperar muito. Achei o desenho maneiro e resolvi vetorizar no Illustrador.

Vetorizar nada mais é do que transformar um desenho complexo (bitmap) em um desenho simples (Vetor). Bom, isso não quer dizer muita coisa, né? Usarei um exemplo prático: uma foto de gatinho. Supondo que eu tenha uma foto de gatinho e olhe essa foto bem de pertinho, verei vários quadradinhos pequenos nela, são os pixels. Quando olho mais de longe, vejo a imagem formada. Bom, até aí, o vetor também é formado de pixels, se eu olhar bem de pertinho, verei a mesma coisa.

A diferença ocorre quando eu quiser fazer uma ampliação da foto de gatinho, o bitmap, ele vai estourar aqueles quadradinhos, os pixels, e por isso a minha linda foto de gatinho ficará deformada, desfocada, feia e horrorosa.

Vamos dizer que eu tenha vetorizado um desenho de gatinho, ou seja, peguei o desenho, passei as linhas e pontos por cima em um programa de vetorização, que poderia ser um Illustrator, Corel Draw, Inkscape etc, transformei em linhas e pontos, colori, tudo vetorizado. Daí eu preciso ampliar esse vetor, então, basta eu fazer isso e ele vai se manter bonito, ordenado, perfumado, lindo de morrer!

Mas por que isso acontece? O vetor trabalha com cálculos matemáticos e o bitmap não. Na verdade é algo bem mais complexo que isso, só que neste momento você não precisa saber disso, não é mesmo? Basta saber que se você quiser uma ampliação ou redução quase perfeita, é melhor usar um vetor que um bitmap!

E como reconhecer quem é um e quem é outro? A resposta já está acima, mas vou dar uma dica: aquelas imagens do tipo jpg, em geral são bitmaps, ou mesmo o bmp (a extensão básica do Paint que vem com o Windows). E se você ampliar ou reduzir muito, vai distorcer uma imagem assim, além de poder ser o produto de um programa de vetorização, isto é, um arquivo exportado. Mas isto é avançado demais neste momento, não se prenda a isto, ok?

Bom, em termos práticos, bitmap é aquilo que você manda no seu celular ou rede social para os amigos. Vetor é aquilo que o cara da gráfica vai pedir para você mandar quando quiser fazer mil adesivos do logotipo da sua banda favorita. E ele pede em vetor porque daí ele pode fazer ajustes sem perder a qualidade do produto final, sacaram?

Eu uso o Illustrator, mas já usei o Corel Draw quando estava aprendendo vetorização e sinceramente a única coisa que sinto falta em relação ao primeiro, é que o Corel divide os tipos de curvas que ele faz, o Illustrator trata como uma coisa só! E o Inkscape? Instalei uma vez para ver como era e nunca usei de fato, mas sei que o Programador Real usa esse programa nas suas tirinhas.

O legal do Inkscape é ele ser gratuito. Você pode fazer download para seu Sistema Operacional baseado em Linux ou Windows. Procurem no Google, é fácil. Já o Illustrator e o Corel são softwares proprietários e você precisa pagar. Ou pegar uma versão de testes.

Bom, no Illustrator é possível mudar o ângulo do pincel de pintura, da borracha, coisa que acho muito legal porque é feito de um jeito bem simples e no vídeo, se você prestar atenção, verá que faço isso algumas vezes.

Entre vetorizar e colorir, levei cerca de 1h30. Mas não se preocupem, reduzi o vídeo às partes mais importantes e ficou com 2min19.

A música de fundo também é de minha autoria. Eu fiz no Music Make Jam, aplicativo da Microsoft, para criar trilhas sonoras. Não sei usá-lo ainda e foi a primeira composição que fiz. E fiz isso porque não achei nenhuma trilha que se encaixasse nas cenas. Rsss.

Bom, espero que gostem, entrem no Youtube, deem um joinha, tá? No próximo farei com voz.

E aqui está o resultado final:

littleRedNinja

Rock OFF!!!

Podcast!!!

ROCK ON leitores, amiguinhos internéticos! Aqui é o Lucas Balaminut, ouvinte profissional de podcast.

Como todo bom hiperativo não diagnosticado, estou sempre procurando estímulos informativos (culpa do café?). Notícias, artigos, colunas opinativas, papers acadêmicos, vídeos, ou gráficos do mercado financeiro – consumo tudo que vejo pela frente. Um rato de Wikipédia, estou sempre fuçando fontes a fim de saciar minha curiosidade infinita.

Porém, entre todas essas alternativas, destaco a minha favorita. Além do café, sou viciado em podcast.

Mas Lucas… não sei o que é podcast. Por obséquio, vossa gentileza poderia me explicar?

Podcasts são programas em áudio, assim como aqueles do rádio. A diferença é que não são limitados pelo horário de programação. O ouvinte pode baixar os episódios quando quiser, ouvi-los quando desejar, pausar em qualquer momento e reouvi-los se tiver vontade. Um verdadeiro Netflix dos radio-shows. Podcasts podem ter horas de duração ou apenas alguns minutinhos, podem ter muitos participantes ou apenas um narrador, e podem tratar de qualquer assunto.

Recentemente, descobri o site Os 5 Melhores, que permite a qualquer usuário criar listas sobre qualquer tipo de produto, serviço ou assunto em geral, e votar em quais são os melhores dessa lista. Normalmente, cada votação tem entre 20 e 50 participantes. Eu descobri a lista de Os 5 Melhores Podcast Brasileiros, onde mais ou menos 50 podcasts eram listados, contando com 250 votantes. Divulguei a lista pros meus podcasters favoritos e pros meus amigos. Estes divulgaram para os seus ouvintes e para outros programas e, de repente, iniciou-se a TERCEIRA GUERRAL MUND… digo, A GUERRA PODCASTAL!

Os diferentes programas passaram a competir para subir no ranking, todos divulgando em massa a votação. Em menos de um dia, a lista já contava com 5 mil participantes e, o mais impressionante, SEISCENTOS PODCASTS! Sim, existem mais de 600 programas brasileiros diferentes. Eu não fazia idéia da dimensão da mídia até então – que surpresa agradável! Confira a lista, leia os comentários e descubra programas bacanas.

Ó, que pândego! Hó Hó! Conte-me mais sobre isso…

Os podcasts surgiram no EUA como uma evolução do rádio. Quando a internet surgiu, vários programas de rádio passaram a disponibilizar a gravação de seus episódios online – como talk shows, entrevistadores, programas de auditório, jogos de quizzes e comediantes. Dessa forma, quem deixou de ouvir o programa no rádio poderia baixar e escutar. Com a evolução da internet, muitos broadcasters perceberam que manter um site no ar é muito mais barato do que ter um programa em rádio; logo, vários programas migraram para a plataforma online. Um pouco depois, outros lançaram novos programas diretamente na internet.

Os podcasts americanos ainda mantêm muito dessa tradição radialista; o formato do programa gira em torno de um apresentador que conversa de maneira convidativa e semi-formal com convidados. Eles contam com pouca edição de falas e músicas, sendo quase que inteiramente produzidos durante a gravação.

Diferente da gringolândia, o Brasil tem uma história peculiar com esta mídia independente. A dez anos atrás, quando poucos podcasts existiam, era comum que pequenos blogs experimentassem todas as ferramentas disponíveis na internet a fim de atrair audiência. Foi assim que surgiu o Nerdcast, primeiro podcast realmente expressivo do país. Em vez de radioalistas com anos de experiência, este podcast, assim como muitos outros que vieram a seguir, era feito por entusiastas amadores que queriam agregar conteúdo ao seu site, falar de assuntos que gostam, opiniar e compartilhar experiências.

O Nerdcast desbravou a mídia no Brasil; contando com o aumento da acessibilidade da internet, o levante da demanda por cultura pop moderna, saudozismo e a popularização da cultura de nicho Nerd, cada ano o Nerdcast dobra sua audiência (de 350 mil downloads por episódio em 2014 pra 700 mil em 2015), servindo como porta de entrada pra mídia à muitos ouvites. Foi assim que descobri podcasts, a 8 anos atrás!

Encontrei o Nerdcast enquanto procurava sobre filmes do X-Men no Google, mas achei extremamente estranho ouvir desconhecidos conversando por uma hora no meu ouvido; também não conseguia diferenciar as vozes, saber quem é quem. Mas depois acostumei. As conversas eram engraçadíssimas, os participantes me conquistaram e eu aprendia bastante com o conteúdo. De um programa por mês, passei a ouvir um por semana, depois um por dia e, quando percebi, aguardava ansiosamente pela próxima publicação.

Estava feito: me tornei um ouvinte regular! O primeiro podcast que escutei na data de publicação foi o Nerdcast 101 – Traumas de Infâncias, a 7 anos atrás. De lá pra cá, é um ritual semanal baixar o Nerdcast de sexta-feira.

Mas o que ouvir durante os outros 6 dias da semana? Fui atrás de mais podcasts, claro.
Como eu era um adolescente cheio de tempo livre, procurei por temas que me agradavam, me tornando um verdadeiro junky de podcast. Sempre que estou fazendo alguma atividade que não requer muita atenção (limpar a casa, lavar a louça, pegar ônibus, correr no parque, etc), também estou ouvindo podcast.

Escolher entre 600 programas diferentes sem previamente conhecer nenhum  é complicado – sofro disso toda vez que vou a um restaurante que nunca experimentei nenhum prato. Então, aqui vão as RECOMENDAÇÕES DO LUCAS! Aeeeeeew.

JWave –  cultura pop, nerd e Japonesa; além de ser engraçado e cheio de curiosidades, o Juba (host) é muito carismático. Temas incluem JPop, anime, mangá, cultura oriental, cultura pop em geral e nostalgia anos 90 e 80. Descobri pesquisando sobre o anime Neon Genesis Evangelion – ainda com alguma dificuldade de entender… quem sabe eu não escrevo sobre isso?

Mundo Freak Confidencial – trata de investigar mistérios, lendas, mitos, oculto, obscuro, curioso e sobrenatural; programas bem leves engraçados, visa a diversão acima de tudo. Recomendo os episódios especiais Aconteceu Comigo.

Mixtape – bandas, álbums, instrumentos, estilos, tudo relacionado a música com o muito carismático Gustavo! Recomendo o episódio em que participei Filmes Sobre Música.

Promontório Estéril – pequenos episódios de 20 a 30 minutos narrando a vida de personagens históricos não tão famosos como em um áudio drama; muito bem produzido.

Dragões de Garagem – divulgador científico, trata de outros assuntos com seriedade mas sem perder a descontração; visa o aprendizado e tem excelentes entrevistas.

TemaCast – leva aos ouvintes conteúdo relevante sobre comportamento, história, biografias e cultura geral.

SciCast – traz conteúdo extremamente bem pesquisado, professores acadêmicos e pesquisadores com o objetivo de ensinar ciência de maneira divertida; temas variam de biologia, tecnologia e exatas para história, geografia e outras áreas humanas. Eu mesmo participei do episódio 88 – Pensamento Científico, e outros que ainda serão publicados.

Café Brasil – estimulam discussões intelectuais através de reflexões sobre vários aspectos da vida em sociedade.

Radiofobia – produzido, editado e apresentado pelo mestre do broadcasting Leo Lopes; discute temas variados e entrevista convidados ligados à atividade humorística do rádio, TV ou internet. O diferencial do programa é a aplicação do formato radiofônico no podcast. Quase todos os programas são gravados com transmissão ao vivo, via streaming, e todos os elementos sonoros (efeitos, trilhas e vinhetas) são reproduzidos em tempo real, exatamente como em um programa de rádio. Se assemelha a tradição radioalista americana.

Matando Robôs Gigantes – apresenta, discute e opina sobre quadrinhos, jogos e cinema, além de assuntos cotidianos em geral. Os programas são bem curtos, raramente passando de 20 minutos, e extremamente descontraídos.

Nerdcast – o supra citado, hors concours, e mais baixado podcast brasileiro; mostrando a visão Nerd do mundo, fala sobre todos os nichos e nuâncias da cultura pop, incluindo literatura, cinema, quadrinhos, jogos, séries, filmes, etc; também trata de ciências, História, assuntos cotidianos e histórias engraçadas. Recomendo o programa especial de RPG, onde as famosas partidas do jogo se tornam aventuras em forma de áudio, divertidíssimas, cheias de referências e extremamente bem produzidas. Além da Trilogia Medieval Fantástica, estão para lançar o último episódio da Trilogia Cyberpunk, cujo segundo capítulo bateu 3.2 MILHÕÕÕÕES de downloads.

Agora os gringos!

StarTalk – apresentado pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson, o programa sempre conta com um comediante profissional para falar de maneira divertida sobre astronomia e ciências em geral. Temas da cultura popular e debates acadêmicos modernos são recorrentes.

Night Vale Radio – uma rádio local da pequena (fictícia) cidade do interior americo, Night Vale; Cecil narra os acontecimentos misteriosos da cidade como se tudo fosse normal; o podcast é carregado de referências literárias de mistérios, terror, alienígenas, cultismo, e tudo que é estranho. Conta com um humor inteligentíssimo!

Serial – apresentado pela jornalista Sarah Koenig, o programa conta a história verdadeira do assassinato de uma jovem adolescente no EUA. Cada um dos 12 episódios explora um aspecto diferente do misterioso caso, mergulhando em cada detalhe de maneira rigorasamente profissional e minuciosa – a investigação foi melhor que a da própria polícia e conta com um desfecho real impressionante.

Freakonomics – em curtos episódios de 20 minutos cada, responde a perguntas corriqueiras de maneira inteligente e bem embasada, pesquisando a fundo e usando técnicas analíticas. Conta com várias entrevistas e tem insights interessantíssimos.

Radiolab – parte do famoso NPRNational Public Radio (rádio público americano), é um espetáculo sobre a curiosidade que explora os limites da ciência, da filosofia e da experiência humana.

How Stuff Works – como o nome sugere, explora o funcionamento de diversos objetos, tecnologias e aspectos da vida corriqueira; temas incluem animais, carros, aventuras, cultura, entretenimento, saúde, ciência e muito mais.

Deixe nos comentários dúvidas ou sugestão de podcast.
Cliquem nos links, baixem podcasts e divirtam-se!

ROCK OFF

 

Sua Falácia

ROCK ON!

Olá caros leitores, aqui quem fala é Lucas Balaminut, amante da retórica.

Recentemente, ajudei o excelente Matheus Gonçalvez (ou ToadGeek) do site MeioBit, a traduzir uma página sobre… falácias!

Mas Lucas, o que são falácias?

Como o site suafalacia.com.br explica:

Falácia é um argumento que é aparentemente convincente, lógico, certo ou verdadeiro, mas que na verdade é logicamente inconsistente, inválido, falho, errado ou falso. O termo falácia deriva do verbo latino fallere, que significa enganar. Um argumentador pode estar usando uma falácia mesmo que não saiba, o que não faz da falácia menos falaciosa.

Não deixem de conferir este projeto de utilidade pública muito bacana.
Pra uma análise mais profunda do assunto, recomendo o excelente SciCast 88 – Pensamento Científico, que além da presença do Matheus, também conta com a ótima participação do Pirulla!

ROCK OFF!

Física Quântica Não é Achismo.

ROCK ON!

Olá caros leitores, aqui quem fala é Lucas Balaminut!

Vagando pela internet, eu me deparo com muitas pessoas que pensam que mecânica quântica é puro achismo e que os físicos não sabem muito bem o que estão falando. Como eu tô cansado de ver esse tipo de opinião baseada em falta de conhecimento e desinformação, fiz este textinho didático pra ajudar a entender um pouco mais de física moderna.

Se alguém quiser adicionar algum conteúdo ou souber de alguma correção, por favor, sinta-se à vontade pra deixar a revisão nos comentários. Esta leitura funciona bem melhor se assistir os vídeos espalhados pelo texto – eles não estão aí de bobeira, ok?

Acredito que muito da confusão que se da sobre física quântica vem do fato de que a física e a química que aprendemos no colégio está desatualizada. Elas não estão necessariamente erradas, mas já faz quase 100 anos que muitos conceitos foram aprimorados.

Lá no início do séc. XX, a física era dita como quase completa e, com seus modelos, era possível explicar e prever quase todos os fenômenos da natureza. Porém, alguns pequenos probleminhas persistiam. Um dessses probleminhas se tornou um problemão com o experimento da dupla fenda.

O experimento é bem simples: um canhão atira partículas, uma de cada vez, em direção a um sensor em forma de placa. Entre a placa e o canhão está uma parede com duas fendas. Quando atiramos os fótons ou elétrons pelo canhão, podemos ver onde ele está batendo na placa. Quando olhamos pro resultado, vemos que é impossível que cada elétron ou fóton tenha viajado como um ponto, mas o resultado é totalmente compátivel com uma onda que foi dividida em duas pelas fendas no meio do caminho. Este experimento é bem simples e pode ser feito em casa:

Descobriu-se que uma partícula se comporta tanto como uma onda, quanto uma partícula clássica (um pontinho no espaço). Este efeito é chamado de dualidade onda-partícula.

 

 

Uma vez que descobrimos isso, faltava saber por que as partículas se comportam ora como ondas e ora como corpúsculos. Porém, toda vez que se tentava medir a onda durante seu trajeto, antes que ela batesse no sensor, a onda virava uma partícula no momento da medição. Achava-se que era um problema com o experimento, mas depois descobrimos que a dualidade é real quando encontramos uma forma de vê-la sem interferir em suas propriedades. Em vez de usar sensores sensíveis a luz, usamos sensores sensíveis ao campo magnético. Este vídeo mostra uma das primeiras fotos que foram feitas com esse método:

Mas o que é essa onda? Os físicos achavam que cada ponto da onda representava uma chance maior ou menor de encontrar a partícula, mas que ela estaria sempre em um único lugar. Porém, descobrimos que cada ponto da onda representa uma chance maior ou menor de ser a partícula, como se ela pudesse se espalhar em milhares de pontos. Este conceito é extremamente contra-intuitivo. Como pode algo não estar em um único lugar, mas estar em vários lugares? Como pode o fato de estar se tranformar em chances de estar em algum lugar? Muitos duvidaram que isso seria possível pois é diferente de tudo que já vimos na mecânica clássica.

Einstein era um deles e, em resposta ao problema, ele disse que “Deus não joga dados”. Neste caso, vale a pena dizer que ele não se referia a um Deus de maneira religiosa, mas mais como “universo”, “natureza” ou ainda “leis da física”. Porém, foi provado que a onda é bizarra mesmo; Einstein se arrependeu profundamente de ter dito aquilo e passou a ajudar a desenvolver a mecânica quântica. Os experimentos que provam este conceito são bem complicados, mas o mais simples deles foi extremamente bem explicado neste vídeo:

O impacto desta mudança de paradigma é profundo. Por exemplo, antes acreditávamos que os elétrons ficavam girando em volta do núcleo do átomo; hoje sabemos que o elétron pode se espalhar em volta do núcleo, formando uma camada ou uma bolha. Um átomo com vários elétrons pode ser como um núcleo dentro de uma bolha, que está dentro de outra bolha, como uma boneca russa, ou as camadas podem estar em superopsição. O processo de passar um elétron de uma camada para a outra cham-se salto quântico; quando isso acontece, um fóton é liberado. Essa onda de luz só podem viajar carregando quantias de energia fixas; essas quantias foram chamadas de “pacotinhos”, ou quanta. Dessa maneira, quanta apenas quer dizer uma quantidade discreta, que não pode ser quebrada. Para cada frequência de luz existe uma quanta certa de energia.

Também descobrimos as caracterísitcas de cada partícula: carga, massa e spin. Este último é parecido com o efeito de uma esfera girando em torno de sí mesma com a força perpendicular em seus pólos, mas é mais complicado que isso. Cada partícula tem um spin definido que reage com as partículas a sua volta. Mais que isso, em condições bem específicas, duas partículas se ligam de uma forma que o spin de uma é o completo oposto da outra. Chamamos isso de entanglement. Se você ligar duas partículas antes de saber o spin delas e, depois, levar uma partícula pra um ponto A e a outra pro ponto B, no momento em que você medir o spin da partícula A, você sabe que o spin da partícula B é exatamente o oposto. Isso permite o que chamamos de quantum teleportation. Antes de mais nada, isso não é nenhum tipo de teleporte, em hipótese alguma, apesar do nome sugestivo. O fenômeno apenas quer dizer que quando você mede o spin de uma partícula, você sabe o spin da outra instantaneamente, mesmo se uma partícula estiver muito longe da outra. O legal é que isso foi muito bem provado.

O recorde de quantum teleportation é de 25 km. O problema é transportar as partículas sem que elas percam o ligamento.

Scientists Are Beaming Over Quantum Teleportation Record

Porém, ainda estamos limitados ao sistema booleano: o switch só pode estar está ligado ou desligado, 0 ou 1. Muitas pesquisas estão trabalhando em como gravar informação usando as ondas da partículas; em vez de 0 ou 1, teríamos um espectro imenso devido a onda de probabilidades e as superposições, o que aumentaria a capacidade de guardar informações em escalas enormes. Além disso, pesquisadores também trabalham em usar o entanglement pra acelerar a capacidade de processamento. Hoje, o computador faz cálculos mudando os 0s e 1s um após o outro (como dominós em uma fila, um vai empurrando o outro); com o entanglement, quando uma partícula tem seu spin medido, sabemos o spin da outra instantâneamente, o que faria com que todos os 0s e 1s mudem ao mesmo tempo (como em uma fila de dominós que todos caem simultaneamente).

O maior problemo do computador quântico é que, pra conseguir controlar estes fenômenos, precisamos de temperaturas baixíssemas. Imagine um computador com enormes tubos de nitrogênio líquido ao lado. Mesmo assim ainda é difícil fazer um Qbit funcionar pois estamos lidando com escalas extremamente pequenas, qualquer mínimo distúrbio distorceria o resultado.

Outro exemplo prático do uso do spin são as máquinas de ressonância dos hospitais (aqueles em que o paciente entra deitado em um cilindro). A máquina usa a mudança de spins das moléculas de água do seu corpo para escaneá-lo. Infelizmente, não tem página equivalente em Português, mas vale deixar a explicação completa aqui:

Magnetic Resonance Imaging – Procedure

Spin–lattice relaxation

Spin–spin relaxation

Nem a astronomia escapa! Antes da mecânica quântica, não sabíamos como explicar como era possível a existência objetos de densidade absurda, como as anãs brancas, estrelas que esgotaram todo seu estoque de hidrogêneo. É a energia dos elétrons espalhada em forma de onda de probabilidade que balanceia este tipo de estrela, tornando seu corpo estável mesmo muito denso.

O problema da física quântica é que, com tantos conceitos diferentes do que estamos acostumados no dia-a-dia, tão diferentes da mecânica clássica, é um prato cheio pra pseudociências. Acho importante deixar claro que quântica não estuda paranormalidade, outros mundos, alma, vida após da morte, ou nada desse tipo. Ela nem sequer tenta explicar isso. Robert Lanza, The Secret, “lei da atração”… tudo isso vem de interpretações equivocadas, não experimentais, ou calúnias mesmo, feitas pra se aproveitar de pessoas que acreditam em qualquer coisa que gostariam que fosse verdade, pra vender livros, DVDs, revistas, etc. Um pouco do por que essa confusão acontece:

Com mecânica quântica conseguimos construir o Modelo Padrão, que classifica as partículas, explica suas interações, e prevê resultados com 20 casa decimais de precisão (valeu por lembrar, Igor Alcantra ;D ). Todas as características do modelo padrão foram provadas experimentalmente. A última peça que faltava, o Higgs de Boson, foi encontrada em 2012.

Ainda há muitos mistérios na física, como o problema da supersimetria: se matéria e anti-matéria são sempre criadas simultaneamente e na mesma quantidade, e sempre desaparecem também ao mesmo tempo e em mesma quantia, por que vemos muito mais matéria do que anti-matéria no universo? O que explica essa falta de simetria no universo? E se o universo é simétrico, aonde está toda a anti-matéria equivalente a toda matéria que conhecermos? O que provocou seu isolamento de nós?

Infelizmente, é difícil achar material em português que seja bom e didático, e que não mistura ciência com interpretações filosóficas. Mas se você gosta de viajar na filosofia, não tem problema, eu também adoro. Recomendo este texto muito bacana sobre multi-versos que mandei pro SciCast, podcast de ciências, em resposta ao episódio sobre Forças da Física:

A Voz do Ouvinte #02: Não viaje na viagem no tempo

Recomendo ainda:

SciCast: Luz

Nerdcast: Quantificando a Física Quântica

Dragões de Garagem: Teorias, colchões quânticos e o carma de Newton

Dragões de Garagem: Modelos Atômicos

Dragões de Garagem: A descoberta do bóson de Higgs e seu espectador brasileiro
(entrevista com Rogério Rosenfeld, físico brasileiro que esteve presente no CERN)

Dragões de Garagem: Teoria da Relatividade Geral

Documentário sobre Einstein e a física quântica

Estamos longe de entender todo o mundo microscópico. Porém, o conhecimento que já temos é muito bem embasado. Na era da informação, com tantos divulgadores bacanas como Vsauce, Veritasium, Minute Physics e Sixty Symbols, não tem desculpa pra pensar que física quântica é achismo. Lembrem-se: “busquem conhecimento”.

ROCK OFF!

DeviantArt!!!

Rock ON!!!

 

Para quem não sabe ou não conhece, o DeviantArt é um site que oferece hospedagem para seu portfolio online. Essa hospedagem pode ser gratuita ou paga, sendo que esta possui algumas vantagens que não faço ideia de quais sejam, porque como boa pobre pé rapada que sou, uso a gratuita e esta me atende muito bem, pois preciso apenas de uma vitrine, digamos, mais profissional que um site para expor alguns trabalhos.

O legal do DeviantArt, é que você pode postar desde ilustrações até fotografias, vetores, gifs, filminhos (nunca tentei), conhecer artistas (os grandes estão lá também, por incrível que pareça!), seguir pessoas, conversar e tirar dicas e truques.

Há quem use o DeviantArt como banco de imagens e alguns artistas liberam suas obras para isso gratuitamente ou mediante uma quantia módica.

Sim, é possível vender também suas artes lá, há um campo para isso no local. Nunca consegui vender nada meu lá, afinal, não sou lá grande coisas perto de muita gente bacana, mas também sou bem legal perto de muito lixo que tem  lá. Sim, amigos, como toda rede social, o DeviantArt acaba tendo seus lixos também. Mas é só ignorar que tá tudo bem, né?

Deixo aqui o endereço do meu perfil, para quem quiser ver alguns desenhos que não foram postados no Rock Me ON. Deve ter alguma coisa lá, com certeza.

http://prissguerrero.deviantart.com/

Uma coisa que gosto lá, é que as artes são divididas por categorias e subcategorias, tem palavras chaves, você pode escrever uma pequena descrição do seu projeto e prefira fazer isso em inglês, gera mais visibilidade, embora tenha muito brasileiro lá e convenhamos, meus queridos, inglês é praticamente o idioma chave para tudo nessa vida atualmente.

Agora eles implementaram sistema de pastas, para ajudar a organizar melhor sua galeria, que é como eles chamam seu espaço lá.

Tem também algumas ferramentas que não compreendo, como um mural de artes, por exemplo e há também espaço para você descrever o seu perfil lá. E falando nisso, preciso arrumar o meu, que está muito besta mesmo.

Você pode fazer parte de grupos de discussão também.

Bom, já deu para perceber que o DeviantArt é uma ferramenta muito legal para montar portfólio, né? E ainda tem aplicativos para smartphones, hein? Tem Android, IOS e Windows Phone! Ahaaaaa!!!!

Então, divirtam-se lá, me adicionem, acompanhem os trabalhos da galera e usem com sabedoria.

Resolvi fazer essa postagem depois que conversei com o Luann sobre o assunto e ele me disse que montava o dele no Facebook mesmo. A ideia é mostrar para artistas, que como eu, ficam meio perdidos na hora de montar um portifólio profissional, embora eu considere o DeviantArt como um geral, o profissional eu deixo no Behance. Mas este é outro assunto, pessoal!

Abaixo, um preview do site:

deviantart

 

 

Rock OFF!!!

 

Saudações da Terra!!!!

Rock ON!!!

The_Sounds_of_Earth_Record_Cover_-_GPN-2000-001978A Nasa publicou no Sound Cloud o conteúdo dos discos de ouro alumínio* que foram na Voyager 1 e 2.  São disquinhos cujo intuito é mostrar para algum ser, caso o encontrem, como é a vida na Terra. Convenhamos que se eles encontrarem, ouvirem e vierem conferir, vão se decepcionar, né?

Mas o legal é que agora o conteúdo desses discos podem ser ouvidos por qualquer um na Terra! Não é demais?

Eu sempre tive curiosidade para ouvir o conteúdo, confesso. E entrei lá e já ouvi alguma coisa. Achei divertido.

Bom, chega de falatório, segue o link para vocês se divertirem!

Espero que gostem.

*ouro alumínio: substância que eu desconheço, mas que deve ser muito resistente para ter sido escolhida para fazer o disco. Se alguém souber, deixe nos comentários, tá?

Rock OFF!!!

 

A NET Caiu!!!!

Rock ON!!!

 

Apertem os cintos, a NET caiu!!! Ou melhor, não abre determinado site.

Abaixo um vídeo que o Euler, Patrono, Mecenas e Apreciador do Rock Me ON, passou e que eu descaradamente ainda não assisti, mas que vou deixar postado para não perder e de quebra, ainda ajuda vocês.

 

Problemas e implicações do uso do CGNAT (NAT no provedor) na Internet:

Rock OFF!!!

 

TVPaint!!!!!

Rock ON!!!

Já imaginou um programa bacana para fazer animações? Claro, que sim! Existem vários no mercado e esse final de semana eu descobri um bem maneiro na página do Facebook, a Tradicional Animation.

Trata-se do TVPaint e vale uma visita ao site para ver a galeria de animações que são produzidas. Claro que você deve levar em consideração que uma animação demanda tempo, pessoas e máquina boa. Sim, senhores, demanda.

O que o TVPaint tem de diferente de outros programas para animar que já vi, como por exemplo, o After Effects, é que ele é bem simples, leve e com interface intuitiva.

É possível desenhar diretamente nele ou importar desenhos também. Ele trabalha no esquema de animação por frames e também permite incluir sons e fazer marcações na linha do som, escrevendo o que significa cada coisa.

Por exemplo, pense num boneco que diga ‘Olá, como vai?’. Você pode escrever, numa área sobre a faixa de som essa frase e assim saber onde começa e onde termina cada som.

O programa possui um tryal cuja única limitação é exportar a animação e deixar uma marca D’água no produto final. Mas se você está interessado apenas em aprender técnicas de animação é um programa legal. Ou você pode compra-lo também  e assim tirar essa limitação.

O programa está disponível para Windows, Mac, Linux e até Android! Demais, não é?

E a curva de aprendizado dele parece ser bem simples e estou bem animada com ele.

Achei o canal de um artista chamado Aaron Blaise que ensina como trabalhar com o TVPaint. É em inglês e não tem legendas, mas se você pesquisar mais poderá achar algo em português. Não vou procurar, porque hoje em dia, meu amigo, se você não sabe o mínimo de inglês, já passou da hora de aprender, né?

Bom, espero que gostem do TVPaint, que ocupa cerca de 250MB no disco. Eu instalei a versão Windows 64bits.

Divirtam-se e deixem os comentários aí para eu saber que alguém lê esse site. Agora coloquei o Disqus.

Update:

Documentação do TVPaint

Tutoriais em vídeo

Galeria de Trabalhos

 

Rock OFF!!!

Tesla: O Mestre dos Raios!!!

Rock ON!!!

Achei esse documentário muito bacana e para não perder o link, quero postar aqui no Rock Me ON.

Parece ser um documentário muito bom sobre esse gênio chamado Nikola Tesla.

Espero que gostem! Assim que eu assistir, farei um update no post abaixo do vídeo.

 

Rock OFF!!!

Art Rage!!!!

Rock ON!!!

Resolvi brincar um pouco com o Art Rage, um programa para pintura digital que simula tintas e ferramentas, como pinceis, espátulas, rolinhos e até mesmo a superfície das telas.

 

Como já pintei com tintas de verdade, a sensação que tive foi bem próxima da real e com a vantagem de não ficar intoxicada com as tintas, ahahaha e poder usar o botão desfazer.

O site do Art Rage é https://www.artrage.com/ e estão com promoção para IPhone, sai de graça, mas para Windows e Mac, custa $49 e acho que vale a pena. OU você pode pegar a versão demo e se divertir do mesmo jeito, com algumas limitações.

Abaixo, algumas artes que fiz.

bombinha flor pegada vulcao

Espero que tenham gostado.

Rock OFF!!!

 

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