Tag: games

Game of Thrones – O jogo da Telltale!!!

Rock ON!!

A composição desse roteiro é muito legal, você se envolve com vários personagens e estes são muito carismáticos. A dublagem, com os atores originais da série, completa a imersão na história, que vai sendo contada do ponto de vista da família Forrester.

O jogo é um RPG bem narrativo, onde a maior parte do tempo, você apenas assiste o desenrolar dos acontecimentos e é solicitado a fazer algumas ações, em curto espaço de tempo e a tomar decisões que mudarão o rumo da história, às vezes de maneira brutal.

Algumas ações demandam um pouco de paciência, pois é aplicado o conceito de dificuldade. Por exemplo, você precisa clicar num determinado ponto na tela para uma ação com a espada. O cursor vai devagar, indicando, subjetivamente, a dificuldade em executar tal movimento. Não é algo que tire a diversão do jogo.

Os gráficos são muito bonitos. Foi feito um trabalho artístico bem bacana, os personagens da série, que aparecem no jogo, estão impecáveis, muitos com os trejeitos, expressões. Por exemplo, a Cersei faz caras e bocas; Ramsay Bolton, arregala os olhos, mexe o corpo como o ator faz durante suas aparições. A fotografia das cenas é linda, cinematográfica, com ângulos e cortes muito bem feitos.

A dublagem é ótima. Todos os atores se dedicaram muito para deixar essa experiência de Game of Thrones algo magnífico e prazeroso. A música e som ambiente também é excelente. Cada Capítulo tem seus créditos no começo e ao final dele, vale a pena ver.

Outra coisa interessante é que ao final de cada capítulo, o jogo mostra suas ações em relação às outras pessoas que jogaram.

O jogo é todo narrado em inglês, sendo possível usar legenda nesse mesmo idioma. Então, para ter uma experiência bacana, você precisa entender bem inglês. Eu gostei, pois estou tentando me aprimorar. Mas se você quer o jogo em português, não tem opção para isso.

Algo que não gostei no jogo, é que para sair dele, você precisa sempre iniciar um capítulo novo e os menus são mal programados e com alguns Bugs. Não dentro do jogo, alí é perfeito. Falo da parte de fora, do menu de save, que possui 4 Slots, difíceis de selecionar e tive que fazer uma gambiarra para poder trocar o save, pois quero jogar de novo e fazer outras escolhas e ver outra possibilidade no desenrolar da história.

Bom, recomendo o jogo. Foi uma ótima aquisição. Foram 6 capítulos, durando em média, 2h de diversão.
Vale a pena.

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

Se alguém quiser comprar o jogo, deixo o link da Steam.

Eu peguei numa promoção que teve em julho, paguei R$ 13,99.

 

Se você já jogou, deixe nos comentários sua opinião sobre o jogo.

 

Bom, é isso, pessoal. Espero que tenham gostado.

Rock OFF!!

Beowulf!!!!

Rock ON!!!

Piadinha idiota com o Beowulf, porque adoro o filme, estou curtindo o game para psp. Sim, se você não sabia, há um jogo do Beowulf, muito gostosinho de jogar, no PSP.

beowulf_luxuria

Rock OFF!

Podcast!!!

ROCK ON leitores, amiguinhos internéticos! Aqui é o Lucas Balaminut, ouvinte profissional de podcast.

Como todo bom hiperativo não diagnosticado, estou sempre procurando estímulos informativos (culpa do café?). Notícias, artigos, colunas opinativas, papers acadêmicos, vídeos, ou gráficos do mercado financeiro – consumo tudo que vejo pela frente. Um rato de Wikipédia, estou sempre fuçando fontes a fim de saciar minha curiosidade infinita.

Porém, entre todas essas alternativas, destaco a minha favorita. Além do café, sou viciado em podcast.

Mas Lucas… não sei o que é podcast. Por obséquio, vossa gentileza poderia me explicar?

Podcasts são programas em áudio, assim como aqueles do rádio. A diferença é que não são limitados pelo horário de programação. O ouvinte pode baixar os episódios quando quiser, ouvi-los quando desejar, pausar em qualquer momento e reouvi-los se tiver vontade. Um verdadeiro Netflix dos radio-shows. Podcasts podem ter horas de duração ou apenas alguns minutinhos, podem ter muitos participantes ou apenas um narrador, e podem tratar de qualquer assunto.

Recentemente, descobri o site Os 5 Melhores, que permite a qualquer usuário criar listas sobre qualquer tipo de produto, serviço ou assunto em geral, e votar em quais são os melhores dessa lista. Normalmente, cada votação tem entre 20 e 50 participantes. Eu descobri a lista de Os 5 Melhores Podcast Brasileiros, onde mais ou menos 50 podcasts eram listados, contando com 250 votantes. Divulguei a lista pros meus podcasters favoritos e pros meus amigos. Estes divulgaram para os seus ouvintes e para outros programas e, de repente, iniciou-se a TERCEIRA GUERRAL MUND… digo, A GUERRA PODCASTAL!

Os diferentes programas passaram a competir para subir no ranking, todos divulgando em massa a votação. Em menos de um dia, a lista já contava com 5 mil participantes e, o mais impressionante, SEISCENTOS PODCASTS! Sim, existem mais de 600 programas brasileiros diferentes. Eu não fazia idéia da dimensão da mídia até então – que surpresa agradável! Confira a lista, leia os comentários e descubra programas bacanas.

Ó, que pândego! Hó Hó! Conte-me mais sobre isso…

Os podcasts surgiram no EUA como uma evolução do rádio. Quando a internet surgiu, vários programas de rádio passaram a disponibilizar a gravação de seus episódios online – como talk shows, entrevistadores, programas de auditório, jogos de quizzes e comediantes. Dessa forma, quem deixou de ouvir o programa no rádio poderia baixar e escutar. Com a evolução da internet, muitos broadcasters perceberam que manter um site no ar é muito mais barato do que ter um programa em rádio; logo, vários programas migraram para a plataforma online. Um pouco depois, outros lançaram novos programas diretamente na internet.

Os podcasts americanos ainda mantêm muito dessa tradição radialista; o formato do programa gira em torno de um apresentador que conversa de maneira convidativa e semi-formal com convidados. Eles contam com pouca edição de falas e músicas, sendo quase que inteiramente produzidos durante a gravação.

Diferente da gringolândia, o Brasil tem uma história peculiar com esta mídia independente. A dez anos atrás, quando poucos podcasts existiam, era comum que pequenos blogs experimentassem todas as ferramentas disponíveis na internet a fim de atrair audiência. Foi assim que surgiu o Nerdcast, primeiro podcast realmente expressivo do país. Em vez de radioalistas com anos de experiência, este podcast, assim como muitos outros que vieram a seguir, era feito por entusiastas amadores que queriam agregar conteúdo ao seu site, falar de assuntos que gostam, opiniar e compartilhar experiências.

O Nerdcast desbravou a mídia no Brasil; contando com o aumento da acessibilidade da internet, o levante da demanda por cultura pop moderna, saudozismo e a popularização da cultura de nicho Nerd, cada ano o Nerdcast dobra sua audiência (de 350 mil downloads por episódio em 2014 pra 700 mil em 2015), servindo como porta de entrada pra mídia à muitos ouvites. Foi assim que descobri podcasts, a 8 anos atrás!

Encontrei o Nerdcast enquanto procurava sobre filmes do X-Men no Google, mas achei extremamente estranho ouvir desconhecidos conversando por uma hora no meu ouvido; também não conseguia diferenciar as vozes, saber quem é quem. Mas depois acostumei. As conversas eram engraçadíssimas, os participantes me conquistaram e eu aprendia bastante com o conteúdo. De um programa por mês, passei a ouvir um por semana, depois um por dia e, quando percebi, aguardava ansiosamente pela próxima publicação.

Estava feito: me tornei um ouvinte regular! O primeiro podcast que escutei na data de publicação foi o Nerdcast 101 – Traumas de Infâncias, a 7 anos atrás. De lá pra cá, é um ritual semanal baixar o Nerdcast de sexta-feira.

Mas o que ouvir durante os outros 6 dias da semana? Fui atrás de mais podcasts, claro.
Como eu era um adolescente cheio de tempo livre, procurei por temas que me agradavam, me tornando um verdadeiro junky de podcast. Sempre que estou fazendo alguma atividade que não requer muita atenção (limpar a casa, lavar a louça, pegar ônibus, correr no parque, etc), também estou ouvindo podcast.

Escolher entre 600 programas diferentes sem previamente conhecer nenhum  é complicado – sofro disso toda vez que vou a um restaurante que nunca experimentei nenhum prato. Então, aqui vão as RECOMENDAÇÕES DO LUCAS! Aeeeeeew.

JWave –  cultura pop, nerd e Japonesa; além de ser engraçado e cheio de curiosidades, o Juba (host) é muito carismático. Temas incluem JPop, anime, mangá, cultura oriental, cultura pop em geral e nostalgia anos 90 e 80. Descobri pesquisando sobre o anime Neon Genesis Evangelion – ainda com alguma dificuldade de entender… quem sabe eu não escrevo sobre isso?

Mundo Freak Confidencial – trata de investigar mistérios, lendas, mitos, oculto, obscuro, curioso e sobrenatural; programas bem leves engraçados, visa a diversão acima de tudo. Recomendo os episódios especiais Aconteceu Comigo.

Mixtape – bandas, álbums, instrumentos, estilos, tudo relacionado a música com o muito carismático Gustavo! Recomendo o episódio em que participei Filmes Sobre Música.

Promontório Estéril – pequenos episódios de 20 a 30 minutos narrando a vida de personagens históricos não tão famosos como em um áudio drama; muito bem produzido.

Dragões de Garagem – divulgador científico, trata de outros assuntos com seriedade mas sem perder a descontração; visa o aprendizado e tem excelentes entrevistas.

TemaCast – leva aos ouvintes conteúdo relevante sobre comportamento, história, biografias e cultura geral.

SciCast – traz conteúdo extremamente bem pesquisado, professores acadêmicos e pesquisadores com o objetivo de ensinar ciência de maneira divertida; temas variam de biologia, tecnologia e exatas para história, geografia e outras áreas humanas. Eu mesmo participei do episódio 88 – Pensamento Científico, e outros que ainda serão publicados.

Café Brasil – estimulam discussões intelectuais através de reflexões sobre vários aspectos da vida em sociedade.

Radiofobia – produzido, editado e apresentado pelo mestre do broadcasting Leo Lopes; discute temas variados e entrevista convidados ligados à atividade humorística do rádio, TV ou internet. O diferencial do programa é a aplicação do formato radiofônico no podcast. Quase todos os programas são gravados com transmissão ao vivo, via streaming, e todos os elementos sonoros (efeitos, trilhas e vinhetas) são reproduzidos em tempo real, exatamente como em um programa de rádio. Se assemelha a tradição radioalista americana.

Matando Robôs Gigantes – apresenta, discute e opina sobre quadrinhos, jogos e cinema, além de assuntos cotidianos em geral. Os programas são bem curtos, raramente passando de 20 minutos, e extremamente descontraídos.

Nerdcast – o supra citado, hors concours, e mais baixado podcast brasileiro; mostrando a visão Nerd do mundo, fala sobre todos os nichos e nuâncias da cultura pop, incluindo literatura, cinema, quadrinhos, jogos, séries, filmes, etc; também trata de ciências, História, assuntos cotidianos e histórias engraçadas. Recomendo o programa especial de RPG, onde as famosas partidas do jogo se tornam aventuras em forma de áudio, divertidíssimas, cheias de referências e extremamente bem produzidas. Além da Trilogia Medieval Fantástica, estão para lançar o último episódio da Trilogia Cyberpunk, cujo segundo capítulo bateu 3.2 MILHÕÕÕÕES de downloads.

Agora os gringos!

StarTalk – apresentado pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson, o programa sempre conta com um comediante profissional para falar de maneira divertida sobre astronomia e ciências em geral. Temas da cultura popular e debates acadêmicos modernos são recorrentes.

Night Vale Radio – uma rádio local da pequena (fictícia) cidade do interior americo, Night Vale; Cecil narra os acontecimentos misteriosos da cidade como se tudo fosse normal; o podcast é carregado de referências literárias de mistérios, terror, alienígenas, cultismo, e tudo que é estranho. Conta com um humor inteligentíssimo!

Serial – apresentado pela jornalista Sarah Koenig, o programa conta a história verdadeira do assassinato de uma jovem adolescente no EUA. Cada um dos 12 episódios explora um aspecto diferente do misterioso caso, mergulhando em cada detalhe de maneira rigorasamente profissional e minuciosa – a investigação foi melhor que a da própria polícia e conta com um desfecho real impressionante.

Freakonomics – em curtos episódios de 20 minutos cada, responde a perguntas corriqueiras de maneira inteligente e bem embasada, pesquisando a fundo e usando técnicas analíticas. Conta com várias entrevistas e tem insights interessantíssimos.

Radiolab – parte do famoso NPRNational Public Radio (rádio público americano), é um espetáculo sobre a curiosidade que explora os limites da ciência, da filosofia e da experiência humana.

How Stuff Works – como o nome sugere, explora o funcionamento de diversos objetos, tecnologias e aspectos da vida corriqueira; temas incluem animais, carros, aventuras, cultura, entretenimento, saúde, ciência e muito mais.

Deixe nos comentários dúvidas ou sugestão de podcast.
Cliquem nos links, baixem podcasts e divirtam-se!

ROCK OFF

 

Faz Game!

Rock ON!!!

Um link de um site legal para você fazer games educativos.
A iniciativa parece bem interessante e simples de ser desenvolvida.

Clique no link e mãos a obra!

Faz Game

Rock OFF!!!

God of War: Ghost of Sparta

God of War: Ghost of Sparta

Rock ON!!!

Tem alguns dias que comecei a jogar a continuação de God of War para PSP: Ghost of Sparta.
Tenho me divertido mais que no primeiro, pois a história está melhor roteirizada, não tem tantos puzzles impossíveis, a jogabilidade ficou mais simples, os gráficos estão mais macios e melhor trabalhados.

Mas acho que o melhor mesmo é o roteiro. Não me sinto jogando, mas participando de uma história. Desta vez encarnamos Kratos já ‘coroado’ como Deus da Guerra, agora em busca de um irmão perdido [ok, meio piegas e clichê], mas de qualquer jeito interessante.

Essa busca, a narrativa, as situações, fazem desse jogo, pelo menos para mim, um grande livro de história, com animações e filmes, mas ainda sim, parece que faço parte de uma história. É bem bacana.

Cheguei a quase brigar com um amigo, o Eduardo V., que me deu um spoiler. Foi nesse momento que notei que não estava jogando God Of War, mas apreciando a narrativa, a história que esse jogo contém.

As animações estão mais bonitas. O PSP tem uma grande capacidade gráfica e de áudio e isto foi bem aproveitado nesta versão jogo.

Vejam, não pretendo me tornar especialista nisso, mas digo como alguém que joga casualmente alguma coisa e que já há uns 6 anos não jogava nada por tanto tempo. Não é cansativo como o primeiro, apesar de que às vezes parece que o Kratos é uma criança grande e mimada [“Eu quero meu irmãoooo!!”].

Mesmo assim, God of War: Ghost of Sparta fornece boas horas de diversão.

A maneira como Kratos luta e destrói seus inimigos também está bem mais variada e violenta. Afinal, o jogo tem censura 18 anos aqui no Brasil e por isso mesmo não há o que reclamar. Não vejo GOWGS como sendo um jogo para uma criança jogar, justamente devido às cenas em que o Kratos rasga seus inimigos ao meio ou arranca as suas asas, nem uma cena no bordel é adequada a uma criança, por isso, pais, não deixem seus filhos jogarem.

Não me entendam mal, apenas não acho adequado expor crianças a isto. Mas para adultos, o entretenimento é garantido, a diversão é muito boa, embora eu tenha ficado chocada com algumas cenas, mas vejam bem, o jogo é censurado, então, não é reclamação, apenas que a perfeição e riqueza de detalhes causam às vezes: raiva, angústia, ódio, euforia, alegria, sensação de dever cumprido etc.

Esta versão é para PSP. Meu aparelho é um PSPGO.
Posso jogar 2h [em média] diariamente com ele. Não porque a bateria acabe, é que saio e vou fazer outras coisas, trabalho etc. rss

É isso, galera.

Rock OFF!!

 

Terminei God Of War!!!!

Terminei God Of War!!!!

Rock ON!!!

Acabei terminando antes da 1h da manhã de hoje e o que posso dizer do jogo é que continuo odiando os puzzles e achei o final muito bocoió.

Fãs da franquia, me desculpem, mas o final foi muito clichê e bocoió.

Mas tudo bem, Kratos me proporcionou algumas boas horas de diversão esses dias.

Obrigada, Kratos. Até o próximo God of War!

God Of War – Para PSP GO

Rock ON!!!

Depois de alguns anos que ganhei meu PSP-GO, finalmente resolvi usá-lo para jogar. Por um longo tempo eu o utilizei apenas como movie e music player, diga-se de passagem, é ótimo.

Mas desde o The Union eu vinha com vontade de voltar a jogar God of War [GOW]. Bom, ontem faltou energia elétrica aqui em casa de noite, e como eu não poderia ler as revistas que comprei [domingo faltou energia também, mas como era de dia, pude por uma cadeira no quintal e ler, rs], enfim, não podia sequer acessar a internet pelo celular, pois a rede da Claro aparentemente caiu junto com a energia elétrica.

Daí lembrei desse portátil que minha mãe trouxe de Portugal, meu PSP-GO e comecei a jogar GOW. Eu já tinha tentado antes, mas tinha desistido bem no começo. Retomei e excluí o save anterior, afinal de contas, sequer me lembrava dos comandos de jogo, então era melhor começar tudo de novo e reaprender.

Bom, posso dizer que fiquei jogando cerca de 1h30, até me cansar. Meia hora a mais depois que a energia elétrica voltou.

Também informo que meu Kratos é completamente brocha. Desculpem, fãs da franquia, mas eu não consigo fazer o puzzle das prostitutas [ou amantes do rei morto] logo no começo do jogo. Aquilo de ficar virando o controle não é para os meus dedos.

Aliás, os puzzles no GOW são algo que me irritam bastante. Alguns inimigos só morrem se você executar os malditos movimentos pré-determinados e isso me irrita muito. Ora bolas! Meus dedos não suportam esse tipo de ginástica. Ontem eu parei justamente pq já estava sentindo dores.

Bom, os gráficos de GOW para PSP GO são bem simples se compararmos para o PS2. Mas são bonitos também. O áudio é espetacular, mas isso se deve ao aparelho também [lembram que eu escrevi logo no começo que usava para music player?].

Agora estou num ponto, ainda no começo do jogo, onde não sei o que fazer e talvez isso culmine comigo parando de jogar novamente.

Enfim, é um jogo bacana para quando termina toda a energia elétrica da casa.

 

Rock OFF

 

Little Monster

Rock ON!!!

Hoje estava rabiscando lá no Shopping e resolvi pintar este desenho que fiz ontem.

Read More

A Loira do Banheiro!!!!!

Rock ON!!!

Quem nunca ouviu a história da Loira do Banheiro?

Hoje durante a reunião do game, surgiu essa história, daí lembrei de um causo e conversa vai, conversa vem, fiquei pensando e pronto, desenhei a minha versão da loira do banheiro baseada numa pessoa que estudou comigo. ok, é uma caricatura, mas vcs nunca saberão a verdadeira identidade da Loira do Banheiro, a não ser que tenham estudado no KK junto comigo! Ahá!!! Peguei vcs!

Uuuuuuuh.... tá ocupado!

Uuuuuuuh…. tá ocupado!

Conte para mim, a história da Loira do Banheiro. Sei que cada escola tem a sua ‘lenda’ particular e o jeito de fazer a tal loira aparecer.

Colabore, quem sabe não faço uma tira com a sua idéia? Daí vc copia, imprime e exibe! 😀 For free!

Onde eu estudava tinha que bater na porta do banheiro 3x e apertar a descarga 3x, esperar no boxe do assento sanitário que ela apareceria. Claro que ninguém tinha coragem de ficar esperando. Então nunca soubemos se era verdade ou não!

Pronto, contei a minha versão, agora conte a sua!

Rock Off!

Evento: Brasil Game Show – BGS 2012!!!

Rock ON!!!

Galera, boa noite!

O post de hoje é uma dica de evento que vai acontecer agora em outubro em São Paulo: Brasil Game Show!

Seguem os dados:

Quando: de 11 de Outubro a 14 de Outubro de 2012
BGS CONFERÊNCIA BRASIL GAME SHOW
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme
Horário: 11 a 14/10 das 10h às 17h30

Site: www.brasilgameshow.com.br

Mas e o que é afinal essa feira? Segundo informações do site:

“A Brasil Game Show (BGS) é a primeira Feira de Games brasileira realizada em cinco edições consecutivas. Desde 2009 a BGS vem crescendo e se firmando como a Maior Feira de Games da América Latina.

Em 2012 buscando expandir sua área de atuação torna-se a primeira Feira de Games presente nas duas maiores cidades do país: Rio de Janeiro e São Paulo. O evento a partir de agora torna-se bienal e a cada ano irá alternar entre estas duas metrópoles permitindo maior aproximação com seu público.

Entre os dias 11 e 14 de outubro São Paulo será palco da Maior Feira de Games da América Latina. Agora em sua quinta edição o evento espera receber 70.000 visitantes, em três dias abertos ao público(sexta, sábado e domingo) e um dia exclusivo para imprensa, profissionais, autoridades e convidados (quinta-feira).”

Bom, eis minha dica de passeio para você, amigo gamer, desenvolvedor, geek, enfim, maluquinho da silva que visita o Rock Me ON!!!

Particularmente achei o preço salgado e podia ter havido uma divulgação melhor quando os preços estavam mais em conta. Fiquei sabendo por acaso, acho que vagando pela internet, já não lembro mais. Só que parece ser um evento muito bacana e interessante, por isso pretendo ir lá ver.

Torçam para que eu realmente vá, daí posso contar para vocês como foi! 😀

E aí? Quem vai?

E aí? Quem vai?


Rock OFF!

Diablo III

Image

Rock ON!!!

E agora com Diablo III, quem segura o Gandalf?

Rock OFF!!!

Modinha Nerd!

Rock ON!

Oi, pessoal!

Ainda estou amarrada ao TCC, mas esta semana isso acaba. Que os deuses do Rock digam Yeahhh!

Bom, a tira abaixo fiz num momento em que o sistema que trabalho ficou lento, lento, leeeeento!
Tbm foi após refletir sobre essa moda NERD que assola o mundo. Agora todo mundo virou nerd e ser isto é legal. Baha!

Resolvi tirar meu pitaco disso e aqui está o resultado! Espero que gostem!

Modinha Nerd

Modinha Nerd

Rock OFF!

Cogumelo Trekker

Rock ON!!

Retomando aquela série de tirinhas com Cogumelos fazendo cosplay. Agora invertemos os cogumelos!

Cogumelo Trekker

Cogumelo Trekker

Apenas o Mega Man

Rock ON!

Oi, galera!

Apenas um desenho aleatório do Mega Man.

Gosto de desenhar esse carinha azul, vira e mexe faço um.

Espero que gostem.

Mega Man

Mega Man

Tirinha Musical

E são mesmo!

E são mesmo!

Festival de Música

Rock ON!!!

Oi, galera!

Dou início aqui uma série de tiras musicais que fiz há um tempinho.
Espero que gostem!

Para abrir o festival, que aliás antecede o mês da Expomusic 2011, homenagem ao Queen!

Bom e velho Fred Mercury!

Bom e velho Fred Mercury!

Rock OFF!

Cogumelos Discutindo São Assim Mesmo!

Para mim eles são Greeno e Red, tá? ;*

Para mim eles são Greeno e Red, tá? ;*

Análise do jogo Brutal Legend

Aee galera do Rock Me ON!

Estou aqui novamente depois de muito tempo pra fala pra vocês de um dos jogos de mais bom gosto que já joguei ultimamente: “Brutal Legend”. Jogo em terceira pessoa, que a galera pode achar para as plataformas do Xbox 360 e PS3.

Para a galera definir “Brütal Legend” é meio complicado. Apesar de ser num primeiro momento um jogo de pancadaria, a mecânica muda ao desenrolar do game, e chega a partir para mecânicas de jogos de corrida. Além do mais, a outra mudança que a meu ver é considerável, é que se tem aquela manha do famoso “Guitar Hero” que é o apertar de botões em um tempo determinado, e por aí vai. Com o dedo do jogador em cada aspecto da história, há menos distanciamento, menos momentos em que o usuário solta o controle para ver o que está acontecendo e, consequentemente, uma maior aproximação com o que acontece na tela.

No entanto, tal escolha é uma via de mão dupla, já que podem decepcionar vários jogadores, principalmente aqueles que fazem questão de pular diálogos e ir direto aos segmentos interativos. O que pode virar uma experiência superficial se o jogador não entrar no clima do jogo.


O tema de “Brütal Legend” foi ao que mais me agradou .Possui um genuíno amor por rock’n roll, e a figura de Jack Black. Ator de filmes como “King Kong” e “Nacho Libre” não é apenas o dublador da aventura e muitos de seus cacoetes, bordões e gostos aparecem em todos os cantos do game.

História

 
 

Black interpreta Eddie Briggs, o melhor roadie do planeta. O sujeito tem a função de montar o show e fazer com que a banda brilhe da melhor maneira possível, mas ele anda frustrado com os rumos da música. O heavy metal parece estar morto nas mãos de bandas como a Kabbage Boy, que usa DJs e outras tendências modernas, e não há muita esperança com relação a isso. As coisas só mudam depois que um acidente ocorre e Eddie é transportado para um mundo de fantasia que parece ter sido criado a partir de capas de discos de bandas como Iced Earth, Manowar ou Iron Maiden – chamado Mundo do Metal – e se envolve em uma revolução para salvar metaleiros, tietes e outras figuras do mundo da música das garras de demônios e monstros.

A missão se desenrola em um cenário grande e aberto, mais ou menos no estilo “Grand Theft Auto”. Eddie dirige seu carro supertunado chamado The Deuce e pode selecionar missões da história ou outras secundárias. Além das partes de pilotagem, trecho de pancadaria é o que não falta, além de poder tocar solos de guitarra e ouvir o bom e velho heavy metal durante a jogatina.

 

 Por fim, há também segmentos de estratégia que imitam concertos, em que se deve criar torres para angariar fãs e juntar metaleiros para deter inimigos que avançam – tal aspecto da mecânica também se repete no modo multiplayer do , tanto em partidas locais quanto online.

 
 

Nomes de peso

Assim, a dublagem complementa de maneira espetacular os protagonistas. Além de Black, há participações de figuras lendárias da música como Ozzy Osbourne, Rob Halford, Lita Ford e Lemmy Kilmister, além do ator Tim Curry, que foi contratado como vilão do game para evocar qualidades de alguns de seus trabalhos mais célebres, como Senhor das Trevas em “A Lenda” ou o palhaço Pennywise em “It”.

A trilha sonora, claro, não poderia deixar de fora grandes hinos do heavy metal e é complementada por faixas originais, em um total que chega a quase 100 canções. Há desde clássicos de bandas consagradas como Kiss, Black Sabbath, Motörhead, Slayer e Judas Priest a grupos mais recentes como DragonForce, Mastodon e Dethklok.

 

“Brütal Legend” é um jogo obrigatório para quem curte Jack Black, Tim Schafer e heavy metal. Os estilos dos três se fundem de maneira espetacular e criam uma aventura muito divertida, repleta de personagens impagáveis, situações inusitadas e som de primeira. Talvez vá decepcionar aqueles gamers com opinião mais conservadora com relação à jogabilidade, mas é um game que foge um pouco do padrão e recomendo para quem curte os temas.  

 

Falo galera até a próxima!!

fonte: www.uol.com.br

Plants Vs Zombies!!!!

Rock ON!!!

Invadindo na cara dura a coluna do Guilherme Galdino. Mas é para um bom motivo!

Vou falar de um joguinho que meu primo me passou, lá no Natal de 2010, mas que só fui jogar agora e já informo que estou completamente viciada!

Plants vs Zombies, que eu insisto em chamar de Zombies vs Plants… mas enfim, o jogo é super legal e sobretudo viciante!

A entrada do jogo é muito bonita, já é um preview do que você vai encontrar!

A entrada do jogo é muito bonita, já é um preview do que você vai encontrar!

Feito pela PopCap, o jogo tem um visual muito bonito, quase infantil eu diria, pois é muito colorido. Sua jogabilidade é bem simples também, não requer grandes conhecimentos no micro e eu diria que a faixa etária para esse jogo poderia ser dos 10 aos 100 anos!

Não sei o ano de criação, mas suponho que seja de 2009, mas isso pouco importa!

O jogo é muito intuitivo, seu objetivo é defender sua casa do ataque de zumbis famintos! E o que zumbis comem? Cérebros, o seu cérebro, meu caro jogador! E como você fará para se defender? Usando plantas! Sim, você tem um arsenal de plantinhas que atiram, agarram, defendem sua casa do ataque dos zumbis! O divertido é ver os variados tipos de plantas, algumas aquáticas, outras ainda que não sejam plantas, os cogumelos, servem para te proteger durante a noite. Lembre-se: cogumelos pertencem ao reino Fungi e portanto não são plantas! (acho q é o único pecado do jogo).

O jogo é bem colorido: cuide de suas plantas e elas manterão os zumbis longe de você!

O jogo é bem colorido: cuide de suas plantas e elas manterão os zumbis longe de você!

Para te ajudar nesta missão, você ainda conta com seu vizinho completamente maluco, o Crazy Dave. Ele dá dicas, é dono de uma loja onde você pode comprar itens e se aperfeiçoar.

Este é o seu vizinho, Crazy Dave. Fique atento às suas dicas, podem salvar sua pele!

Este é o seu vizinho, Crazy Dave. Fique atento às suas dicas, podem salvar sua pele!

O menu também é muito legal e criativo. Você pode ter acesso à vários locais do jogo. Então concluímos que não é um jogo só, mas vários jogos dentro dele! E aí é o charme de Plants vs Zombies: você termina o modo básico, mas tem outras coisas para fazer além disso! Ou seja, a diversão demora para terminar!

O menu vai abrindo aos poucos, como eu tirei print do que estou jogando, está cheio de coisas!

O menu vai abrindo aos poucos, como eu tirei print do que estou jogando, está cheio de coisas!

Os mini-games são destravados aos poucos, conforme você vai passando de tela ou ainda, quando completa outros joguinhos. Os mini-games também servem para você ganhar algumas moedas e assim poder comprar novos itens que vão te ajudar no jogo, como cartas de plantas, equipamentos para o jardim que combatem os zumbis (muitas vezes um cortador de grama pode salvar sua casa!).

Ainda não destravei todos os mini-games, alguns são bem complicados, mas todos divertidos!

Ainda não destravei todos os mini-games, alguns são bem complicados, mas todos divertidos!

Os puzzles são outra modalidade de jogos, bons para descansar, pensar em estratégias daquela tela que você não consegue passar, etc. Não variam muito, mas vão aumentando o nível de dificuldade conforme são destravados. E assim como os mini-games, quando você consegue completar um puzzle, ganha um troféu!

Use os puzzles para relaxar, não são muito variados, mas divertem!

Use os puzzles para relaxar, não são muito variados, mas divertem!

Agora o modo Survival, como você pode imaginar, é adrenalina pura! Mas este você só abre quando terminar o jogo no modo básico, que também não é lá muito fácil, especialmente as telas que têm neblina (fog) e no telhado (roof).

O modo Survival: difícil, mas não impossível! Mas só para quem já terminou o básico!

O modo Survival: difícil, mas não impossível! Mas só para quem já terminou o básico!

Enfim, Plants vs Zombies é um joguinho muito bacana, que não pode faltar na sua lista para aqueles momentos de puro ócio  ou chateação absoluta! Com ele você vai se divertir, ainda mais com os tipos inusitados de zumbis, como atletas de futebol americano, saltador com varas, zumbi com balde na cabeça, entre muitos outros e o meu favorito, sem dúvida alguma, uma justa homenagem ao rei do pop, Michael Jackson!

Uma das partes mais inusitadas: Michael Jackson dançando Triller!

Uma das partes mais inusitadas: Michael Jackson dançando Triller!

Bom, pessoal, é isso que eu tinha para dizer sobre Plants vs Zombies! O resto agora é com vocês!
E aproveitem o clipe de música que tem quando vocês terminam o jogo, é pra lá de divertido!!!
Ficou com vontade de jogar?Há uma versão web, mas a que estou jogando é para PC. O link para jogar web é: http://www.popcap.com/games/free/pvz e pelo que vi no site, você também pode baixar o jogo.

Matéria dedicada ao Vini Guerrero, meu primo que me passou esse joguinho fantasticamente viciante!

 

UPDATE: 30.12.2017

Nossa! Faz muito tempo desde esse post! Hoje o jogo pode ser encontrado para celular, desktop etc.

Vim aqui porque recebi um gentil email de Katie Browning me alertando sobre a mudança de link do jogo e a compra do mesmo pela EA.

Muito obrigada pela informação, estou atualizando aqui o link para adquirir o jogo no site da EA:

https://www.ea.com/pt-br/games/plants-vs-zombies/plants-vs-zombies-2

E o Link que a Katy me passou, onde é possível jogar online:

http://www.crazygames.com/game/plants-vs-zombies

 

Muito obrigada e Feliz 2018!

Thank you Katy! 😀

 

 

 

 

 

 

Rock OFF!!!

E Com Vocês: Sephiroth!

Análise do Jogo Afro Samurai

 

Olá galera, quero agradecer a Pri, a oportunidade em comentar esse jogo que eu tive o prazer de já jogar.

afro samurai

vai encara?

A primeira coisa que chama a atenção é o estilo. “Afro Samurai” é um jogo charmoso, com visuais bastante caprichados. A Surge seguiu uma técnica que  disfarça os modelos 3D poligonais para tentar criar a ilusão de que são chapados, como em um desenho 2D. O diferencial é que a equipe conseguiu aplicar texturas repletas de ranhuras, sombras e borrões que se assemelham a desenhos feitos à mão, como nos quadrinhos, criando imagens impressionantes. Os contrastes também adicionam muito ao clima, com vermelhos fortes predominando graças aos litros de sangue disparados, principalmente em seqüências em que o cenário fica em preto e branco.

afro

pressão demais!

A dublagem e a música completam uma ambientação fenomenal. Samuel L. Jackson se divide entre Afro e seu companheiro Ninja Ninja acompanhado de Ron Perlman (de “Hellboy”) e Kelly Hu (de “X-Men 2”) , em uma repetidos de diálogos espirituosos e repletos de palavrões cheios de zombaria. A trilha, mantém a ação sempre no ritmo certo, com várias batidas cheias de hip hop que raramente aparecem nos jogos.
No entanto, há alguns problemas de efeitos sonoros, que por algumas poucas vezes parecem falhar e deixam alguns golpes sem som. Há também um problema com a câmera acaba por encobrir elementos e por vezes alguns inimigos, obrigando o jogador a ajustar cenas, um inconveniente, mas nada que tire a beleza e o sucesso do game.

afro

dando conta de dois

 

afro

afro mostrando que até a bainha é util em algumas horas

 

No meio disso ainda há algumas passagens de plataforma, mas o único ponto da mecânica realmente empolgante é quando o personagem utiliza seus ataques com Focus. É o tal esquema em preto e branco, quando tudo fica mais lento e Afro é capaz de ser ainda mais malvado. Ao acionar os ataques no momento certo, espere para ver braços arrancados, cabeças decepadas e soldados divididos ao meio, com direito a sprays de sangue para todos os cantos.

sanguinolento !

sanguinolento!

Destroçar os inimigos é bacana e empolgam por muito tempo. As lutas ficam mais complicadas quando os chefes resolvem aparecer, pedindo padrões diferenciados de combate e um pouco de paciência perto de alguns ataques mais apelões.

Sua estória pode ser um pouco confusa, coisas do tipo “Japão feudal futurístico” que incluem como inimigos com armas como bazucas, um estilo de velho oeste e totalmente diferenciado  na trama, fazem o jogador parar um pouco e coçar a cabeça, mas o estilo é novo e ritmado, então até acaba fazendo um certo sentido no final. O jogo é distribuido tanto para PS3 quanto para XBOX 360.

Afro samurai e Justice 

Bom é isso ai galera o resto como disse a Pri em relação à história, eu falo o mesmo do game, não vou fica me aprofundando no assunto porque no caso o legal é ir e jogar.

Bom divertimento pra todos e comentem!

suave na nave mano!

suave na nave mano!

  Em breve estarei de volta com mais!!

%d blogueiros gostam disto: