Categoria: Meus Contos

O Sonho

Outro dia eu tive um sonho muito realista, investigava um desastre de avião. Decidi escrever no Twitter e achei que ficou tão legal, que transcrevi para o site. Ainda vou compor um texto melhor sobre isso. E quem sabe, sonorizar. Bom, é isso por enquanto.

Metáfora do Açougueiro!

Rock ON!

Uma pequena metáfora para você:

Metáfora do Açougueiro!

Aí o açougueiro foi cortar a carne e não tinha faca, o dono do açougue não comprou facas novas porque não tinha dinheiro e e recolheu as antigas porque o contrato com o fabricante delas tinha acabado.

Achou um absurdo? Tem mais! O cliente está no balcão, pedindo uma picanha fatiada porque tem churrasco dos amigos hoje. O açougueiro corre para sua casa, para buscar suas próprias facas.

O cliente vê o sujeito saindo e pensa: “Que absurdo! estou aqui esperando minha carne  e esse filho da puta vai para casa! Vagabundo!” Esse cliente vai embora.

Quando o açougueiro retorna, o dono do açougue o olha feio, reclama que ele se atrasou para o trabalho e diz que tem cliente esperando. O açougueiro, agora com suas facas, que não são profissionais, são facas comuns mesmo, atende como pode a fila de clientes do açougue.

Os clientes, depois de muito esperar, alguns saem satisfeitos, porque pagaram barato na carne de terceira, vendida como de primeira pelo dono do açougue que não é nada bobo. Mas tem os clientes que pagaram com dinheiro falso ou que enquanto o açougueiro estava de costas cortando as carnes, pegou um pedaço de bacon ou qualquer outro item do mostruário e escondeu, por acaso, num bolso da jaqueta. Ao final do dia, o dono do açougue fecha o caixa. As contas não batem, porque ele não considerou que seu irmão passou passou por lá e pegou uma grana emprestada.

O açougueiro, coitado, vai para casa. No caminho, encontra aquele primeiro cliente, que desistiu da compra e está vendo o jogo com os amigos num boteco. O cliente ofende o açougueiro, chama-o de preguiçoso, de ladrão e tudo mais de ofensivo que há nessa vida. O açougueiro vai pra casa.

No dia seguinte, é o dia do pagamento. O dono do açougue paga o salário do açougueiro, bem menos do que o ideal de mercado pago em outros países. Ele diz: é a crise. Mas você sabe que não foi isso.

Achou absurdo? E por que as pessoas não compram em outro açougue? Porque o dono desse tem uns amigos parrudos que impedem a livre concorrência, pois são sócios desse açougue.

Enfim, se ficou curioso sobre o texto, me pergunta, que terei o prazer de explicar o que está por trás da metáfora do açougueiro que expus agora. Abraços.

Rock OFF!!

Apenas um Gato!

Rock ON!!

A ideia hoje era fazer um desenho mais bonito, mais legal, contudo, a  mão não colaborou e saiu esse gato bebendo leite, meio rabiscado, parecendo capa de livro dos anos 70.

Bom, pelo menos não foi de todo um desperdício, né?

 

gato

Microconto: Apenas Um Gato

Aproximou-se vagarosamente do pires, abaixou-se preguiçosamente, soberano, bebeu aquele líquido.

Degustava cada gota do alimento, sorvendo suas proteínas e tendo a certeza que estaria alimentado.

Enfrentaria bem a noite fria que se desenrolava, de barriguinha cheia e forças renovadas.

Estranhou, no entanto, que de uns tempos para cá, havia sempre um pires com leite para ele, todas as noites, no mesmo lugar, no mesmo horário. Acostumou-se e quando se deu conta, estava deitado em uma almofada, ao lado de uma garota que o adotara.

As noites frias de fome e vento eram apenas uma memória distante. Chocolate era o animal de estimação de Laura, mimado e amado por ela e por seus amigos. Legitimamente adotado e cuidado pela então universitária, que hoje era analista de sistemas e desfrutava de sua companhia inseparável.

Chocolate era apenas um gato, que foi adotado aos poucos.

Fim.

 

Rock OFF!!

 

A Espada Verde!

Rock ON!!

 

Fiz esse rabisco usando o Manga Studio.

Gosto das pinceladas desse programa. Parece que estou usando um bico de pena. É muito bom.

espadaverde

Rodolfo caminhava por uma praia, estava frio e usava seu agasalho. Pensava em sua vida, nas provas que teria durante a semana, nos jogos do seu time favorito, que perderia por causa de alguns seminários que precisava estudar.

Vida de estudante é assim mesmo. Distraído em seus pensamentos, tropeçou em um bastão semi enterrado na areia.

Abaixou-se, pegou-o. Era uma espada, que emitiu luz assim que foi tocada. Estudou-a por alguns instantes. Descobriu onde estava  o botão que a ativara. A desligou.

Rodolfo estava maravilhado. Guardou-a na mochila. Voltou para casa. Tomou seu achocolatado favorito e foi estudar.

Fim.

 

Rock OFF!!!

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