Tag: Viagem

Checked! Checked! Checked! Bingo!!!!

Daí fomos visitar minha prima na véspera do Natal. O objetivo era sair de São Paulo e chegar em Taubaté.

Bom, parece que passamos um ‘pouquinho’ do objetivo final… Ao menos temos essas belas imagens do céu do Vale do Paraíba para compartilhar com vocês.

Sejam bem-vndos, novos inscritos!

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Presente que é uma Merd…!!!

Rock ON!!!

Vi isto em minha última viagem e fiquei imaginando as pessoas comprando e recebendo esse tipo de presente.
Seria bom para alguém que trabalha com análises clínicas? Presente para terminar um relacionamento onde tudo deu errado?

Sério, não sei o que passou pela cabeça da pessoa que vendeu isso para expor na loja, mas com certeza o cara é um monstro na área de vendas!

Imaginem o sujeito chegando e se encontrando com o dono da loja e oferecendo esse produto? Detalhe, a loja vende produtos alimentícios para viajantes. E o sujeito conseguiu deixar em exposição isso! De frente pro balcão da lanchonete! O cara é um gênio! Merece aumento!

Juro, é impactante entrar na loja e dar de cara com isso e imaginar tudo que acabei de descrever.

Você pode presentear aquela pessoa que não vai com a sua cara, escrever num bilhete: “achei o presente que é a sua cara!”.

Bom, é isso!

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Rock OFF!!!

Saudações da Terra!!!!

Rock ON!!!

The_Sounds_of_Earth_Record_Cover_-_GPN-2000-001978A Nasa publicou no Sound Cloud o conteúdo dos discos de ouro alumínio* que foram na Voyager 1 e 2.  São disquinhos cujo intuito é mostrar para algum ser, caso o encontrem, como é a vida na Terra. Convenhamos que se eles encontrarem, ouvirem e vierem conferir, vão se decepcionar, né?

Mas o legal é que agora o conteúdo desses discos podem ser ouvidos por qualquer um na Terra! Não é demais?

Eu sempre tive curiosidade para ouvir o conteúdo, confesso. E entrei lá e já ouvi alguma coisa. Achei divertido.

Bom, chega de falatório, segue o link para vocês se divertirem!

Espero que gostem.

*ouro alumínio: substância que eu desconheço, mas que deve ser muito resistente para ter sido escolhida para fazer o disco. Se alguém souber, deixe nos comentários, tá?

Rock OFF!!!

 

Morcego Argentino

Rock ON!!

Daí apareceu um morcego na garagem de uma amiga de longa data. E dessa história surgiu o desenho:

E do desenho, uma historinha, por que não?

Ele era um morcego. Peludinho, marrom, meio dentuço, como todo morceguinho de sua espécie deveria ser. Não era grande como seus parentes filipinos. Aqueles eram verdadeiros ‘cavalos’, pensava o morceguinho. Ele não, era pequeno, atrapalhado. Um dia, resolveu visitar o Brasil. Saiu de sua amada Buenos Aires e voou, voou, voou até que se cansou e encontrou um cantinho quentinho para descansar e passar o dia.

Esse cantinho era na garagem de uma mocinha bacana, que ficou com medo dele. Mas sabendo de sua importância para a natureza, não bateu nele com uma vassoura, como muitos fariam pelo pânico! Ela tirou uma foto. Se trancou em casa, com medo.Tadinho do morceguinho! Ele nem sabia que tinham medo dele! Estava tão cansado, que passou o dia dormindo.

Mas aquela boa família esperou pacientemente até anoitecer. Tentaram chamar o Ibama, os bombeiros, mas era final de semana, eles tinham outras coisas para fazer, do que atender telefonemas, né?

Bom, o fato é que anoiteceu e nosso querido peludinho, ops, morceguinho, despertou, esticou as asinhas e partiu. Sem dizer adeus ou até logo. Ele queria terminar logo sua viagem.

A esta altura deve estar na Bahia, talvez em Pernambuco. Quem sabe?

Fim.

Rock OFF!!!

ps.: Historinha dedicada à minha amiga Thais e sua mãe. Baseada em fatos.

Um Lugar Bonito

Um Lugar Bonito

Rock ON!!

Essa foto foi tirada há uns 5 ou 6 anos. Não me lembro.
Achei esse lugar muito muito bonito e gostaria de voltar novamente.
Mas eu não tenho a mínima ideia de como se faz para chegar até lá.
Sei que é perto de Mogi das Cruzes.

Seria ótimo poder rever essa paisagem e tirar novas fotos.

Apesar que as lembranças desse dia ainda são muito boas. Seriam substituídas por novas ou acrescidas?

Rock OFF.

Viagem Maluca de Última Hora

Rock ON!!!

Olá, pessoal!

Faz tempo que não escrevo por aqui e o pior é que sempre que estou longe daqui, tenho vontade de escrever.

Bom, hoje vou contar uma aventura doida que eu tive no último domingo, dia 04 de agosto de 2013 [estou marcando a data aqui como lembrete para mim mesma].

Domingo fez um dia lindo e resolvi viajar. Saí na hora do almoço, queria apenas ficar dirigindo. Fui pela Rodovia Fernão Dias, pois tem menos pedágios.

Acabei chegando à cidade de Extrema, em Minas Gerais. Não se assustem, a cidade não é tão longe de São Paulo.

Ao chegar lá, deparei-me com um local preparado para turistas. Entrei no centro de informações, peguei uns mapas e saí em busca de uma cachoeira.

Acabei me perdendo dentro da cidade, que é cheia de lombadas e ruas inclinadas. E as lombadas são altas, bem altas! Achei o Banco Bradesco. Aproveitei e validei meu cartão novo. [Ok, isso é idiota demais, não faz parte da aventura, mas eu quis contar].

Depois, desisti da cachoeira. Resolvi voltar para SP, pois já era quase 15h30. Daí, pela segunda vez, passei por uma plaquinha que informava: “Rampa de voo”.

Adivinhem só: fui caçar a rampa.

Subi um morro dos infernos, pior do que em Águas da Prata para ver  o pico do Gavião. Era um caminho muito estreito, daqueles que só passam um carro por vez em alguns trechos e por sorte, quando aparecia alguém no sentido oposto, o trecho era um pouco mais largo, a ponto de tocar retrovisores.

É tenso isso. Eu torci realmente para não aparecer nenhum maluco ou uma pick-up. Felizmente não aconteceu.

Em dado momento, liderei um grupo de 3 carros e uma bike. Sim, havia um ciclista subindo a estrada. Daí, numa curva bem fechada, apareceu um carro.

Parei, esperei o cara passar e tentei subir, mas perdi o pé e o carro morreu umas 4 vezes. Pior foi olhar no retrovisor e ver uma velha mocoronga rindo de mim no banco de trás do outro carro. Porra, velha mocoronga, é tenso aqui, meu carro poderia virar dada a inclinação daquela via e as britas.

Tanto é, que quando consegui partir, o carro derrapou um pouco [confesso que foi legal demais e preciso comprar um Jeep depois dessa para fazer umas trilhas!]. Continuei a subida e numa trifurcação na trilha poderia escolher entre:

  • ir para Joanópolis;
  • ir para a Torre da Embratel;
  • ir para a rampa.

Óbvio que fui para a rampa. Nisso, o grupo de carros passou na minha frente e rodei mais um pouco numa estrada bem íngreme e estreita. Detalhe: meu carro é 1.0, Pálio Fire Economy e estava abastecido com etanol.

Ao chegar no topo,  manobrei o carro e estacionei. Deparei-me com uma vista fantástica, de tirar o fôlego. E não foi só uma vista, havia outra rampa lá. Valeu a pena subir.

A única coisa ruim, foi que tinha um grupo de pessoas tagarelando e isso tira a magia do local, que para mim é apenas para contemplação em silêncio, ouvindo o vento.

Depois desci e voltei para SP. E essa foi minha viagem maluca.

Bom, querem ver as vistas?

Deixarei algumas fotos para vocês aqui.

 

Este é meu carro. Mereceu uma foto e um descanso na sombra dessa árvore.

Este é meu carro. Mereceu uma foto e um descanso na sombra dessa árvore.

Rampa! Finalmente!

Rampa! Finalmente!

Vista da Rampa 1

Vista da Rampa 1

Vista da Rampa 1

Vista da Rampa 1

Vista da Rampa 2

Vista da Rampa 2

Vista da Rampa 2

Vista da Rampa 2

É isso ae.

Rock OFF!

 

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