Tag: governo

Detran: Ainda Discriminando e Sem Usabilidade

Rock ON!!!

Depois de entrarem em contato comigo via Twitter, o @Detransp me assegurou que eu iria conseguir fazer o agendamento sem preencher o campo ‘nome do pai’, que consta como obrigatório e que por isso mesmo, é discriminatório, pois pessoas como eu, que não tem pai, ou que não tem mãe ou ambos, em seus registros de nascimento, estão discriminadas pelo serviço público e são obrigadas a colocar coisas do tipo: “nada consta”, “não consta”, “nao existe”, “em branco” ou qualquer coisa do tipo.

Mensagem de "erro". O erro maior é o de Usabilidade!

Mensagem de “erro”. O erro maior é o de Usabilidade!

Acho isso uma falta de consideração do poder público, pois na hora de pagar impostos, eu sou alguém, mas na hora de ter acesso a um serviço, preciso ser filha de alguém. Notem como isso é discriminatório. Se você não tiver pais, não têm direitos neste Brasil?

Estou realmente inconformada com isso, Detran. E mais ainda por vocês afirmarem para mim que a situação seria resolvida.

Vou ter que ir ao posto, fazer o agendamento pessoalmente, porque o serviço público não me atende.

E reparando ainda na minha CNH, notei que no campo filiação, está escrito, nesta ordem:

NÃO CONSTA

[nome de minha mãe]

OU seja: minha mãe, que me criou, com todas as dificuldades que teve, tem o nome relegado a segundo plano por outro que sequer existe?????? Ora bolas! Não querendo ser uma feminazi, mas porque essa discriminação contra a mulher? Contra a mãe, contra a única pessoa que consta em meus registros?

Será que pessoas que não possuem nem pai e nem mãe aparece escrito:

NAO CONSTA
NÃO CONSTA

????

Vocês já reparam em suas carteiras de Habilitação para ver o que está escrito?

Estou indignada, me sinto discriminada, humilhada pelo poder público e sem uma solução razoável para isso.

Basta.

Rock OFF!!!

São Paulo: The Hell is Here!

Rock ON!!

Olá, pessoal.

Hoje é mais um daqueles textos de desabafos, então, se não gosta, saia agora.

Eu moro em São Paulo desde que nasci e não me lembro de ver tanta bagunça na cidade ao mesmo tempo.

Estamos com problema no metrô, queimando ônibus por qualquer motivo, parando as ruas, roubando, matando, exigindo propinas, destruindo bens públicos, largando de lado a educação no trânsito, ampliando rodízio sem consultar a população, fazendo rolezinhos em locais privados achando que são públicos, só para zuar e fazendo nos locais públicos sem se importar com a família que levou seu bebê ao parque pela primeira vez, enfim, a cidade está uma beleza, cheia de pessoas educadíssimas!

Eu leio muitas notícias e também leio os comentários. Vejo muita gente de outros estados achando tudo isso que está ocorrendo aqui, muito legal, bacana, pois afinal, todo paulista é arrogante, pedante e merece se lascar, por isso, algumas pessoas de outros estados acham tudo o que estamos sofrendo, algo justo.

Mas essas pessoas se esquecem de como é formada a cidade de São Paulo: de imigrantes e migrantes. Ou seja: o povo paulista é o povo do Brasil. É lamentável ver que o brasileiro, que se diz cordial, seja tão intolerante com seus compatriotas.

Do mesmo modo que alguns paulistas, ao lerem notícias de outros estados, tripudiam em cima, seja a notícia uma tragédia, ou a simples menção de uma festa. Os paulistas também se esquecem de sua formação. A chamada “cultura paulista” nada mais é do que uma consolidação de todas as culturas brasileiras, apresentadas a seu modo.

Querem um exemplo bem simples? Bairro da Liberdade, conhecido por ser um bairro oriental. Na famosa feirinha, temos barracas com comidas chinesas, japonesas, churrasquinho, sucos e uma barraca de acarajé, com direito a uma vendedora simpática vestida de ‘baiana típica’.

Como pode vir alguém e negar essa mistura ou apedrejar a mesma?

Eu fico decepcionada com essas pessoas. E mais ainda com nossos governantes. Em todas as esferas.

É terrível ver como um prefeito, novo, que veio cheio de promessas, tornou-se o pior que esta cidade já teve. Criando regras absurdas, baseadas em estudos falhos e promovendo o caos na cidade.

A cidade está esburacada, pagamos IPVA, IPTU, DPVAT e tantos outros impostos e para quê? Para sermos proibidos de sair com o carro, porque devemos usar o falido e precário transporte público, que já era ruim e agora ficou pior. Para não poder sair de casa ou chegar ao trabalho sem o risco de ser assaltado, porque a violência está insanamente alta, porque esse povo que rouba não teve educação, oportunidades, não teve nada, restando apenas fugir para a violência [esse é o argumento de muita gente que não conhece projetos como GURI, oficinas culturais, bolsas de idiomas para alunos de escolas publicas, só para citar alguns].

E se não fosse tudo isso, ainda temos o clima, completamente desregulado por nossa incompetência, como raça humana, de cuidar melhor do planeta, está nos sufocando.

Enfim, esse foi mais um daqueles posts de desabafo mesmo.

E agora quero saber a sua opinião. Sim, isso mesmo! Se você leu até aqui, deixe seu votinho na pesquisa abaixo.

Violência Gratuita

Rock ON!

Hoje sofri uma agressão gratuita no estacionamento externo do Shopping D.

Estava descansando no meu carro, antes de encontrar com o grupo para uma reunião de um dos trabalhos da facul. Ouvi um barulho na lataria do carro e como estava meio dormindo, sentei no banco e me perguntei: o que foi isso?

Olhei para fora e vi um rapaz, de uns 30 anos, falando alguma coisa para mim. Abri os vidros e perguntei: o que houve?

Ele já estava bravo e disse q não tinha acontecido nada.

Aí eu disse pura e simplesmente: “Tá”…

Sim, meus amigos, eu disse só isso. Nada demais.

O sujeito começou um bate-boca comigo, onde infelizmente eu tentei dialogar com ele. Gravei o áudio. Aliás, não sei se vou divulgar, não sei se vale a pena o upload de algo tão imbecil assim.

Para resumir, ele surtou, arrancou o retrovisor do lado do passageiro do meu carro e fugiu. Claro que antes dele fugir, revidei na mesma moeda e possivelmente causei-lhe um prejuízo. Não me orgulho disso, mas foi o único jeito que tive para me defender.

Além dessa agressão ao meu patrimônio, ainda houve outra coisa, que achei a mais absurda: ele, na sua infinita idiotice, disse q eu deveria esperar ‘minha namorada’. Ora bolas, quer comentário mais sem nexo que esse? Primeiro, minha orientação sexual não diz respeito a terceiros. Se estou esperando alguém do mesmo sexo ou do oposto, o problema é meu. No caso, nem uma coisa, nem outra, estava apenas descansando no MEU carro.

Segundo, o jeito como ele falou, com certeza foi homofóbico e desnecessário. Ora bolas, o que esse sujeito tem a ver com a orientação sexual alheia? Pq isso o incomoda tanto? Não faz o menor sentido.

Vendo que isso não me atingia, pq não vejo como chamar alguém de lésbica ou gay pode ser considerado uma ofensa, visto que são apenas orientações sexuais, como ser bissexual ou hétero, que é minha orientação [contei só para vcs não ficarem curiosos a respeito. Não sei pq, as pessoas ultimamente sentem essa curiosidade sobre a vida alheia, como entender?].

Bom, ele não satisfeito, resolveu ofender minha mãe, mas isso sempre soube revidar bem. Sou como juiz de futebol, tenho minha mãe e a mãe virtual para ofenderem a vontade, então, também não deu certo.

Tento me chamar para fora do carro, para me bater. Sim, amigos leitores, ele queria bater em mim. Acho que agora cabe uma descrição do sujeito, que serve até como alerta para vocês:

Tem uma tatuagem, algo escrito, não deu para ver o que era, no braço esquerdo, letras caligráficas. Tem cerca de 1,80 de altura, corpulento, como quem faz academia, um cara forte mesmo. Afrodescendente, moreno ‘cor de chocolate’, cavanhaque, cabelo bem curto, bem vestido, com um carro bem cuidado, preto. Assim é o sujeito, então cuidado! Especialmente mulheres, idosos e pessoas fraquinhas, esse é o tipo de gente que ele vai escolher como vítima de sua loucura.

No final, ele decidiu sair com o carro e foi puxando meu retrovisor, pronto, dano patrimonial ele conseguiria me atingir. É, amigos, mas vou pagar uns 200 reais num retrovisor novo para um pálio.

Quando percebi esse tipo de agressão, aí, o sangue subiu e não me orgulho nem um pouco do que vou dizer, mas é preciso que toda a verdade seja dita: antes dele tentar fugir, eu peguei o retrovisor dele também e empurrei para quebrar. Acho que obtive sucesso e fracasso. Sucesso pq quebrei o retrovisor e possivelmente dei um prejuízo de uns 400 a 500 reais para ele. Fracasso pq machuquei a mão direita: polegar e o dedo médio. E agora tenho que conviver com esse fantasma.

Fantasma porque, segundo ele, é um PJ, Pessoa Jurídica. Imagino que estivesse prestando serviços no Shopping D e por isso as chances dele aparecer de novo são altas e vou tomar um prejuízo financeiro de pelo menos uns 100 reais na próxima semana para esconder o carro dentro do shopping, onde tem câmeras.

Depois que ele fugiu do local, tirei fotos de como ficou o retrovisor do carro. Liguei para minha mãe, pq nessas horas, só mãe mesmo para nos colocar nos eixos. Ela me aconselhou a guardar o carro lá dentro, assim o fiz.

Fui encontrar os meninos do grupo, mas acabei encontrando o Guilherme, meu sócio aqui no Rock Me ON, jantando no Shopping. Ele me acalmou e me aconselhou a fazer uma denúncia no SAC do Shopping.

Fiz a denúncia e em 7 dias terei uma resposta. Porque o fato aconteceu nas dependências externas do Shopping D e talvez, talvez eles consigam imagens do cara, para deixar os seguranças em alerta. Pq não vai passar disso, não tem nem como.

Na hora do nervosismo, não consegui pegar a placa do carro dele. Infelizmente.

Mas o que mais gostei em mim, foi que tentei dialogar ao máximo com ele. Acho que no ano passado, eu teria caído nas provocações, saído do carro, talvez apanhado feio, pq o cara era realmente grandalhão! Teria ofendido ele com nomes feios, enfim, teria feito alguma big ‘M’ do tipo, mas hoje não, só conversei e me ferrei, como podem ver, mas estou bem comigo mesma e isso não tem preço.

A minha noite com o grupo foi com a produtividade lá no chão, eu realmente estava preparada para adiantar bastante da documentação, mas fiquei com 20% da minha capacidade.

Estava agora tentando fazer outra parte,  mas este assunto estava me consumindo, então, agora que escrevi, acho que posso dormir, porque vou levar o carro na concessionária para arrumar, não posso ficar sem retrovisor do passageiro! E ficar com a mente livre para escrever a documentação necessária.

Depois vou editar isto com calma e colocar as fotos do carro avariado.

Eu não sei a violência que sofri, ou deveria dizer ‘as violências’? Foram consequência do clima ruim que está em SP, onde todos os dias estamos vendo atos assim na TV e as pessoas com ‘mente fraca’ se influenciam facilmente  saem repetindo o que veem; ou se a violência foi cometida por um cara já naturalmente violento, porque como me disse o Guilherme, não dá para chamar um sujeito assim de homem, apenas de ‘cara’.

Ou ainda, foi uma explosão do momento e eu, trouxa, estava por perto e fui atingida pelos estilhaços de ódio dele, pontuados por agressões sobre orientação sexual, ofensa à mãe, ao meu ‘namorado’ que eu supostamente estava esperando [pelo visto o cara depois de me chamar de lésbica, resolveu que eu era bissexual ou hétero, né? Enfim, como disse antes, não é ofensa, é apenas ilógico querer usar isso como ofensa.]. O que foi tudo isso? Ah, sei lá…

Quero agradecer a todos que me deram apoio esta noite, sem vcs não sei como seria. Realmente muito bom poder contar com cada um de vcs, alguns até de longe, querendo saber como eu estava ou se eu tinha me machucado, obrigada mesmo, vcs são ótimos e é bom compartilhar o mesmo século com todos!

Obrigada por lerem este meu pequeno desabafo e fica uma coisa para vocês pensarem:

“Será que essa violência toda que está acontecendo na cidade está deixando as pessoas malucas, valentes demais ou idiotas ?”

Comentem!

Divulguem, por favor, nunca peço isso, mas desta vez, eu peço mesmo que divulguem isso. Porque outras pessoas podem ser vítimas desse cara! Talvez até assassinadas por ele!

É isso, vou dormir agora, são 01:51.

Rock OFF!

Programa Jovem Monitor 2013

Programa Jovem Monitor 2013

Rock ON!!!

Galera, recebi por email e vou compartilhar, pois é uma iniciativa cultural da Prefeitura de São Paulo.

Quem acompanha, sabe que eu critico muito a prefeitura, seja de qual partido, não ligo para isso, porém, quando algo bom é feito, precisamos divulgar e incentivar.

No caso, é um projeto em parceria com o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso e o do Instituto Cultural Tomie Ohtake para promover a inclusão cultural dos jovens e ainda melhorar a sociedade.

Divulguem, participem, precisamos de algo assim!

Rock Me ON apóia projetos deste tipo.

%d blogueiros gostam disto: