Tag: violência

Sem Foco 015 – Violência!

Rock ON!!!

“Achou que não ia ter programa sobre violência? Achou errado, otário!!!!”

Ah, vá? Isso por si só já é uma violência, onde já se viu chamar os ouvintes de otários?

Não, vocês não são otários, são pessoas maravilhosas.

E nem entendam que eu estou criticando o programa Choque de Cultura. Não, eles não são a pauta desse Sem Foco, gravado no Studio Pálio, no qual eu faço pequenas divagações sobre a violência nossa de todos os dias.

E também não acho que os atores são violentos no programa, vejam, são atores, seguindo um roteiro, é o papel deles dizer essas falas (Sim, estou cheia de dedos pq não quero gente que não consegue interpretar textos me agredindo de graça aqui).

Eu gosto do programa, tá?

O que não gosto de verdade é a gama de gente imitando os caras, usando as falas totalmente fora de contexto, muito agressivo sem motivo algum para isso. MAS, cada um é cada um, né? Eu não mando no podcast alheio, só aqui! E apenas quando não gravo com a Dora Guerrero, senão quem manda é ela!

 

Olha, perdi o foco!

Então, esse programa é sobre violência. Apenas um bate-papo que talvez você desista de ouvir. Ou não, de repente, você está aberto a fazer uma reflexão, dando algumas risadas, não é mesmo? Não sei.

Também contei de quando bandidos correram atrás de mim aqui em casa!! Que terrível!

Bom, é isso.

Ouçam, deixem comentários, quero saber de vocês se não estou ficando maluca!

Rock OFF!

Robocop

Rock ON!!!

 

Vivo ou morto, você vem comigo!

robocop

Um rabisco rápido no Illustrator de um dos meus personagens favoritos: Robocop!

 

Rock OFF!!!

São Paulo: The Hell is Here!

Rock ON!!

Olá, pessoal.

Hoje é mais um daqueles textos de desabafos, então, se não gosta, saia agora.

Eu moro em São Paulo desde que nasci e não me lembro de ver tanta bagunça na cidade ao mesmo tempo.

Estamos com problema no metrô, queimando ônibus por qualquer motivo, parando as ruas, roubando, matando, exigindo propinas, destruindo bens públicos, largando de lado a educação no trânsito, ampliando rodízio sem consultar a população, fazendo rolezinhos em locais privados achando que são públicos, só para zuar e fazendo nos locais públicos sem se importar com a família que levou seu bebê ao parque pela primeira vez, enfim, a cidade está uma beleza, cheia de pessoas educadíssimas!

Eu leio muitas notícias e também leio os comentários. Vejo muita gente de outros estados achando tudo isso que está ocorrendo aqui, muito legal, bacana, pois afinal, todo paulista é arrogante, pedante e merece se lascar, por isso, algumas pessoas de outros estados acham tudo o que estamos sofrendo, algo justo.

Mas essas pessoas se esquecem de como é formada a cidade de São Paulo: de imigrantes e migrantes. Ou seja: o povo paulista é o povo do Brasil. É lamentável ver que o brasileiro, que se diz cordial, seja tão intolerante com seus compatriotas.

Do mesmo modo que alguns paulistas, ao lerem notícias de outros estados, tripudiam em cima, seja a notícia uma tragédia, ou a simples menção de uma festa. Os paulistas também se esquecem de sua formação. A chamada “cultura paulista” nada mais é do que uma consolidação de todas as culturas brasileiras, apresentadas a seu modo.

Querem um exemplo bem simples? Bairro da Liberdade, conhecido por ser um bairro oriental. Na famosa feirinha, temos barracas com comidas chinesas, japonesas, churrasquinho, sucos e uma barraca de acarajé, com direito a uma vendedora simpática vestida de ‘baiana típica’.

Como pode vir alguém e negar essa mistura ou apedrejar a mesma?

Eu fico decepcionada com essas pessoas. E mais ainda com nossos governantes. Em todas as esferas.

É terrível ver como um prefeito, novo, que veio cheio de promessas, tornou-se o pior que esta cidade já teve. Criando regras absurdas, baseadas em estudos falhos e promovendo o caos na cidade.

A cidade está esburacada, pagamos IPVA, IPTU, DPVAT e tantos outros impostos e para quê? Para sermos proibidos de sair com o carro, porque devemos usar o falido e precário transporte público, que já era ruim e agora ficou pior. Para não poder sair de casa ou chegar ao trabalho sem o risco de ser assaltado, porque a violência está insanamente alta, porque esse povo que rouba não teve educação, oportunidades, não teve nada, restando apenas fugir para a violência [esse é o argumento de muita gente que não conhece projetos como GURI, oficinas culturais, bolsas de idiomas para alunos de escolas publicas, só para citar alguns].

E se não fosse tudo isso, ainda temos o clima, completamente desregulado por nossa incompetência, como raça humana, de cuidar melhor do planeta, está nos sufocando.

Enfim, esse foi mais um daqueles posts de desabafo mesmo.

E agora quero saber a sua opinião. Sim, isso mesmo! Se você leu até aqui, deixe seu votinho na pesquisa abaixo.

Quase Fui Assaltada Na Porta de Casa

Sem Rock ON… tô péssima.

Quase fui assaltada na porta de casa quando cheguei do IFSP.  Saíram 5 caras de um carro e tentaram me render. Fiz aquilo que a polícia diz para não fazer: eu reagi e corri gritando para chamarem a polícia. Consegui correr para casa do meu primo, joguei minhas coisas pelo muro dele, abri o portao e me escondi lá.
Meu primo e a namorada dele vieram me acudir, ele gritou, minha mae e minha tia tbm saíram gritando e os caras fugiram, ou seja, não estavam armados. Era um assalto de oportunidade. Usei meus 50% de chance e sobrevivi, com todas as minhas coisas. Podia ter entregue tudo, ter sido enfiada num carro e levado para saques também.
Ou se estivessem armados e eu entregue tudo, podia estar com uma bala na cabeça, ou ter uma bala nas costas por ter corrido. Optei por correr. Não veio bala alguma, mas eles, esses malditos, que se vestiam como funkeiros, sim, os malditos estavam bem trajados, com aquelas roupas de lojas de shoppings, típicas do pessoal que curte essa música e vieram até em casa para tentar me encurralar. Vem falar de preconceito agora, quero realmente que todos os bandidos morram.
Que a Rota mate todos os bandidos possíveis, aqueles merdas do Carandiru, que ardam no inferno todos eles. CadÊ os direitos humanos agora para me acudir, me dar um copo de água, me ajudar psicologicamente? Cadê? E cadê a polícia, que chamamos logo em seguida ao fato e que sequer passou por aqui?
Apenas religaram para confirmar se não era um trote. Sendo que pelo meu caminho, vi umas 5 viaturas paradas, uma delas, inclusive, tirando-nos das ruas mais dois marginais. Quero meu direito de portar uma arma e atirar em qualquer filho duma puta que venha me dar voz de assalto. Mas eu não posso fazer isso, porque afinal de contas, eles têm mais direitos do que eu, que ralo todo dia num trampo para lá de estranho, que estudo, que pago as contas, que vivo no vermelho.
Para eles, tem bolsa isso, auxílio aquilo, benefícios e mais benefícios. Eu cansei. Cansei desse país de merda, onde vivemos pior que no Velho Oeste americano. Eu corri, me esfolei, larguei meu carro aberto, não levaram nada, pq além de ladrões miseráveis, também foram burros para não reparar o carro aberto e espertos o suficiente para correrem. Não sei como será o dia de amanhã, se vou dormir esta noite, se a polícia virá.
Mas sei que já cansei dessa sociedade hipócrita que glorifica esses bandidos e mantém refém o trabalhador. Mexeram com a pessoa errada dessa vez.
Essa é a cara do bandido que anunciou o assalto. Se o virem, chamem a polícia, fiquem longe dele! Zona Leste de SP, Bairro de Vila Esperança, Penha.

Essa é a cara do bandido que anunciou o assalto. Se o virem, chamem a polícia, fiquem longe dele! Zona Leste de SP, Bairro de Vila Esperança, Penha.

Nota: Os 5 bandidos eram todos altos e magros, pareciam moleques, com menos de 18 anos.
Update 01:34.

A polícia passou aqui 1:30 depois do fato [00:30], pegou a descrição do carro dos bandidos e destes também e disse que faria uma ronda. Tomara que encontrem e se assim o fizerem, vou depor contra eles. Faço questão.

Não sei o que pensar a respeito agora. Será que devo ficar com medo deles voltarem? Meu primo acha que não voltam. Amanhã vou falar com minha vizinha da frente, porque a filha dela também chega tarde da faculdade. A câmera do depósito e do vizinho que deixa o carro torto devem ter pego algo também, mas eles com certeza não vão dar as imagens e acho que pouco adianta.

Pior que esse tipo de coisa vem acontecer justamente na semana da Expomusic, que é o evento que eu aguardo o ano todo. Foda…

Meu braço ralado está me incomodando. Já joguei álcool para desinfetar, mas sinto que ele está bem quente, então, acho que não deu certo.

Eu poderia virar a garrafa de vinho que ganhei. Seria uma ótima oportunidade para ficar em coma alcoólico e dormir. Mas qual a graça de deixar meu sistema imunológico desviado da possível infecção no braço ralado? Melhor não. Vou ficar aqui, pelo visto, remoendo tudo o que passou.

Queria dormir, mas a qualquer barulhinho diferente, já penso que são os moleques malditos, esses bandidos.
Merd…

¬¬

Apoiamos a Manifestação Pacífica!!!

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Rock ON!!!

Apoiamos a manifestação pacífica. Sem tumulto, depredação, destruição, violência, tiros, borracharia, pancadarias, gás lacrimogêneo ou spray de pimenta.

Apoiamos a paz. Esperamos que o país mude, as pessoas já começaram a ver além do primeiro círculo.

Somos apartidários, somos sim a favor do Brasil.

Fica aqui o apoio às manifestações em SP e nas outras cidades do Brasil e do mundo.

Por um lugar mais justo e livre de corrupção.

Estes são os desejos do Rock Me ON.

Paz!

Keep in Peace!

Rock Off!

Um Daqueles Caras do UFC

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Rock ON!!! Acho que fiz o lutador Minotauro. Foi sem querer, juro!! Pensando mil coisas e sai isso. Eh, não tá fácil para ninguém! Rock Off!!

O Crack

Rock ON!!!

Oi, galera.

Muito tem se falado sobre o crack ultimamente. A prefeitura de SP vem fazendo uma ação para remover uma das cracolândias. Outros estão fazendo protestos sobre como foi feito isso. E eu fiz um desenho.

Não é para que vocês riam, por que isto não tem a menor graça. O crack acaba sendo uma doença social, por que além do viciado que praticamente torna-se um zumbi e vive em função da droga, acaba desestruturando a família e os amigos do indivíduo, que acaba marginalizado e rumando para um local onde fique consumindo a droga até que esta o consuma de vez.

Em novembro estive na região próxima à Cracolândia onde houve intervensão da prefeitura. Fui quase no horário das lojas fecharem e as cenas que vi me deram muito medo, nojo e foram extremamente chocantes.

Pessoas vasculhavam sacos de lixo e comiam restos que nem cães famintos comeriam. Bebiam água suja, mendigavam dinheiro e comida. Estavam magros. Pessoas que nem mais pareciam pessoas, tão deploráveis que estavam. Pessoas que pelo vício da droga perderam toda a noção do que é ser um indivíduo.

E o que eu fiz a respeito? O que a maioria faz nessa situação: fugi de lá o mais depressa possível, com medo de algo ruim me acontecer. Quem sou eu para oferecer um tratamento a essas pessoas? Elas querem tratamento? Sabem que podem se recuperar? Perguntas sem respostas.

O que a prefeitura está tentando fazer é admirável, muito insano, mas admirável: tirar o grupo de pessoas, espalhar para dificultar a ação dos traficantes, que são os únicos beneficiados nisso tudo. O tratamento é de choque e drástico. Mas chegou num ponto que deve ser assim, creio eu. Sem violência, mesmo que para o viciado tirá-lo de seu vício seja uma violência, entramos em conflito: até que ponto essa pessoa ainda é responsável por si e até que ponto o estado deverá intervir? Mais perguntas sem respostas.

Muita gente morre por conta do Crack: seja por dívidas com o tráfico, por overdose, fraqueza ou doenças oportunistas. O crack pode estar escondido na família de qualquer um, até mesmo num primo distante, amigo, colega de trabalho, funcionário, chefe.

Isso precisa acabar. Não sei o que podemos fazer. O que eu podia fazer era chamar a sua atenção para o assunto.

Bom, é isso.

Rock OFF.

Ps.: Não ria, o assunto não tem graça alguma.

Crack: essa droga não tem graça!

Crack: essa droga não tem graça!

Análise do Jogo Afro Samurai

 

Olá galera, quero agradecer a Pri, a oportunidade em comentar esse jogo que eu tive o prazer de já jogar.

afro samurai

vai encara?

A primeira coisa que chama a atenção é o estilo. “Afro Samurai” é um jogo charmoso, com visuais bastante caprichados. A Surge seguiu uma técnica que  disfarça os modelos 3D poligonais para tentar criar a ilusão de que são chapados, como em um desenho 2D. O diferencial é que a equipe conseguiu aplicar texturas repletas de ranhuras, sombras e borrões que se assemelham a desenhos feitos à mão, como nos quadrinhos, criando imagens impressionantes. Os contrastes também adicionam muito ao clima, com vermelhos fortes predominando graças aos litros de sangue disparados, principalmente em seqüências em que o cenário fica em preto e branco.

afro

pressão demais!

A dublagem e a música completam uma ambientação fenomenal. Samuel L. Jackson se divide entre Afro e seu companheiro Ninja Ninja acompanhado de Ron Perlman (de “Hellboy”) e Kelly Hu (de “X-Men 2”) , em uma repetidos de diálogos espirituosos e repletos de palavrões cheios de zombaria. A trilha, mantém a ação sempre no ritmo certo, com várias batidas cheias de hip hop que raramente aparecem nos jogos.
No entanto, há alguns problemas de efeitos sonoros, que por algumas poucas vezes parecem falhar e deixam alguns golpes sem som. Há também um problema com a câmera acaba por encobrir elementos e por vezes alguns inimigos, obrigando o jogador a ajustar cenas, um inconveniente, mas nada que tire a beleza e o sucesso do game.

afro

dando conta de dois

 

afro

afro mostrando que até a bainha é util em algumas horas

 

No meio disso ainda há algumas passagens de plataforma, mas o único ponto da mecânica realmente empolgante é quando o personagem utiliza seus ataques com Focus. É o tal esquema em preto e branco, quando tudo fica mais lento e Afro é capaz de ser ainda mais malvado. Ao acionar os ataques no momento certo, espere para ver braços arrancados, cabeças decepadas e soldados divididos ao meio, com direito a sprays de sangue para todos os cantos.

sanguinolento !

sanguinolento!

Destroçar os inimigos é bacana e empolgam por muito tempo. As lutas ficam mais complicadas quando os chefes resolvem aparecer, pedindo padrões diferenciados de combate e um pouco de paciência perto de alguns ataques mais apelões.

Sua estória pode ser um pouco confusa, coisas do tipo “Japão feudal futurístico” que incluem como inimigos com armas como bazucas, um estilo de velho oeste e totalmente diferenciado  na trama, fazem o jogador parar um pouco e coçar a cabeça, mas o estilo é novo e ritmado, então até acaba fazendo um certo sentido no final. O jogo é distribuido tanto para PS3 quanto para XBOX 360.

Afro samurai e Justice 

Bom é isso ai galera o resto como disse a Pri em relação à história, eu falo o mesmo do game, não vou fica me aprofundando no assunto porque no caso o legal é ir e jogar.

Bom divertimento pra todos e comentem!

suave na nave mano!

suave na nave mano!

  Em breve estarei de volta com mais!!

Afro Samurai: sangue do começo ao fim!

Rock ON!

Oi, pessoal!

Inauguro aqui uma categoria no Rock me ON: vinoGO. E o que seria essa nova ‘cat’? Simples: vou postar aqui as coisas que ando assistindo no meu PSP GO, rs. Daí juntei tudo numa palavra só e ficou: vinoGO.

E para balançar geral, quero falar sobre um anime fantástico chamado AFRO SAMURAI. Isso mesmo, AFRO, de negão mesmo, com direito a black power, música hip-hop, muito sangue, pistoleiros, robôs e limonadas! Além disso, são raras as histórias com personagens negros e temos que aproveitar bastante quando eles aparecem, pois são sempre personagens incríveis e dignos de nota!

Afro Samurai

Afro Samurai: E aí? Vai encarar?

O que mais gostei neste anime foi o traço: rápido, de tirar o fôlego mesmo, uma arte bem diferente do que estou acostumada a ver. Além disso, o audio também é ótimo. Não curto hip-hop,  mas a escolha das músicas para as cenas foi muito bem arranjada e a dublagem, em inglês, conta com o experiente ator Samuel L. Jackson dando vida ao Afro e ao Ninja-ninja, uma espécie de escudeiro, que é um personagem para lá de especial!

Samuel L. Jackson e o Criador de Afro Samurai, Takashi Okazaki

Samuel L. Jackson e o Criador de Afro Samurai, Takashi Okazaki

Pesquisando por aí, descobri que Afro Samurai surgiu em 2007 e já foi exibido em vários países. Muito rápido, mas a magia de sua história justifica isso, vou expor algo aqui.

As aventuras de Afro Samurai se passam num mundo estranho, onde o velho-oeste norte-americando, o Japão feudal dos Samurais e a nossa era moderna se fundem e se complementam, harmonizando-se e criando uma coisa nova, não vista em outros animes. Espadas, celulares, máquinas a vapor, super tecnologia, técnicas antigas de luta: tudo isso e muito mais em Afro Samurai.

Imagine a cena de um samurai enfrentando um robô e logo em seguida um pistoleiro, daqueles de filmes de bang-bang surgindo e detonando tudo com duas pistolas e técnicas de luta alucinantes, onde velocidade e levesa das cenas são de uma fotografia fabulosa. Conseguiu isso? Takashi, o autor de Afro Samurai conseguiu, deu vida a esse mundo e compartilhou conosco.

Este anime é recheado de cenas de sangue, violência, sexo, ação, cabeças cortadas e dilemas cruéis. É denso sem ser chato e vou tentar explicar um pouco do anime aqui!

Afro Samurai Vs Teddy Bear??

Afro Samurai Vs Teddy Bear??

[Atenção: a partir deste ponto, pode conter Spoilers!]

A história é bem simples:

Há duas bandanas: número 1 e número 2. Quem possuir a número 1 é considerado o melhor de todos, praticamente um Deus. E apenas aquele que possuir a de número 2 pode desafiar o número 1 e assim, obtê-la. Só que sendo o número 2, todos podem desafiá-lo, então sua vida será uma eterna batalha e essa é a bandana que mais passa de cabeça em cabeça, ehehe.

A bandana de número 2 significa uma só coisa: Sangue!

A bandana de número 2 significa uma só coisa: Sangue!

O pai de Afro Samurai era o dono da número 1, quando foi desafiado pelo pistoleiro Justice, o dono da número 2. O pai de Afro perde a batalha, a bandana, a cabeça e por consequência, óh, a vida! E tudo isso na frente do pequeno Afro. Então,  Justice passa a ser o número 1 e deixa claro ao pequeno futuro samurai que está esperando para a vingança.

Afro fica com a bandana número 2, mas isso é por pouco tempo, pois alguns outros guerreiros errantes a tomam dele, quase o matam; mas Afro é encontrado por um grupo de crianças órfãs, que o levam para o dojo onde moram. Lá ele recebe educação, é treinado como samurai e cresce obstinado por ser o ser o número 2, para assim encontrar o número 1 e vingar seu pai.

Bom, ele consegue: torna-se o número 2 (pulei um bom pedaço da história aqui, rs) e sai em busca da bandana número 1. Na verdade, ele não quer a bandana, quer apenas acabar com a vida do assassino de seu pai. Obter a bandana é apenas consequência disso tudo.

Batalha do começo ao fim!

O pistoleiro/samurai Justice Vs Afro Samurai

Em sua jornada como número 2, Afro conta com a ‘ajuda’ de um cara muito legal chamado Ninja-ninja. Preste atenção nele: é um personagem chave, além de ser uma amostra do talento como dublador do Samuel L. Jackson. Ninja-ninja é um malandro, sacana, grosseiro, medroso, divertido, enfim, é o cara que está sempre ao lado do Afro, mesmo com os vários “Cale a boca!” que recebe, não para, e é essa a beleza da coisa: o amigo fiel. (rs)

Ninja-ninja

Ninja-ninja curtindo uma ao lado do Afro.

Eu podia passar horas escrevendo sobre essa aventura de apenas 5 episódios com cerca de 20min de duração cada, mas eu prefiro deixar que você veja o anime. Procure no Google, no Youtube, ou ainda, compre os DVDs. Vale a pena!

Mas e o robô e a limonada, eu não vou falar? Não, não vou! Assista o anime e descubra por que eu citei isso no post! =D

E além do mangá, anime, ainda tem game dele! Que em breve meu amigo Guilherme Galdino, vai escrever uma resenha! hehehe

Afro Samurai e Ninja-ninja

Afro Samurai e Ninja-ninja

Rock OFF!

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