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Sobre Pessoas e Redes Sociais!!!

Rock ON!

Esta semana presenciei um verdadeiro fenômeno nas redes sociais que acompanho. Um canal do Youtube, recém lançado, foi crackeado e o conteúdo destruído pelo invasor.

Não se sabe bem o motivo dessa destruição, mas esta questão me fez pensar um pouco sobre pessoas e redes sociais.

O canal pertencia a uma garota, cujo sonho é ter um canal cheio de inscritos. Até aí, normal, esse é o sonho da maioria das pessoas que se inscrevem no You Tube. E a garota ia bem, realmente, com duas postagens, ao que li, atingiu rapidamente um milhão de inscritos, mérito dela. Mas daí veio o tal bandido bom, isso gerou uma comoção nacional nas redes sociais.

Em seu vídeo, a garota propõe um canal para fazer game play, isto é, falar sobre jogos e um vlog, um diário em vídeo. Nada de anormal, nada de diferente e como a guria mesmo diz, é algo simples, é o desejo dela. E está correta. Tem mais que fazer aquilo que gosta e pronto. As pessoas que se identificaram com o consumo desse conteúdo irão se inscrever.

Bom, o que vi, depois da repercussão do caso nas redes, foram pessoas se inscrevendo no canal, não pelo conteúdo, mas pelo fato da garota estar passando por um tratamento médico severo, vi muita gente que criticava canais de game play e vlogs se inscrevendo no canal – Um adendo: segundo palavras dela, já está bem e é uma pessoa normal. Não duvido disso.

Isso me deixou curiosa. Por que pessoas que até outro dia criticavam veementemente quem produzia conteúdo sobre esses assuntos, agora, de uma hora para outra, se inscreveram num canal, cuja proposta é justamente essa?

Reflitam sobre isso. As minhas conclusões já tirei.

As redes sociais fizeram em pouco tempo, a garota conseguir novamente um bom número de inscritos. O criminoso está sendo investigado pela polícia e espero que o encontrem e que seja punido de acordo com a legislação.

Vejo reportagens sobre as redes sociais afastarem as pessoas, mas em situações como esta, ocasionam justamente o oposto: se unem em um objetivo comum para algo bom. Mesmo que isso seja contra seus valores iniciais, as redes conseguem movimentar as massas, mexe com as pessoas.

Assisti o vídeo da garota. Inteiro. Tem problemas técnicos normais para qualquer iniciante no YouTube, contudo, a menina é simpática, espontânea, direta e objetiva. E o melhor, o principal, ela é honesta. Ela está lendo a pauta e confirma isso. Não tem medo de se expor, assume-se e diz: sou assim, sou normal. Desejo muito sucesso a ela, tem minha simpatia por sua pessoa.

Contudo, não me inscrevi no canal. O motivo é bem simples: a proposta dela não me fisgou. Não consumo canais de game play ou vlog. Simples assim. Minhas inscrições atualmente estão voltadas para conteúdos sobre Computação Gráfica, Ciência, Tecnologia, ‘Faça Você Mesmo’  e Culinária. Fui conferir e fiz essa análise. Não sou o público alvo dela. Infelizmente.

Mesmo assim, desejo todo o sucesso possível para ela, que seu canal seja referência, como tantos outros são. Vida longa e próspera. 🙂

E espero que os oportunistas, que estão pegando carona nesse canal para se autopromoverem, parem com isso. Sério, deixem a garota trilhar seu caminho, ela é capaz. Acredito nela e vocês deveriam acreditar em si mesmos também e construir algo para vocês.

E deixando claro, nada contra aqueles que simplesmente se comoveram e quiseram ajudá-la a recuperar os inscritos. Aplausos para vocês.

Disso tiramos alguns pontos bem simples:

  • manter seguras nossas senhas;
  • manter higienizados e protegidos nossos sistemas;
  • usarmos as redes sociais para coisas boas;
  • pensar antes de postar ou fazer algo;
  • não sermos maus, aproveitadores, criminosos e cruéis.

Bom, é isso que eu queria escrever hoje e se você não sabe sobre qual canal escrevi, deixo o link. De repente, você é o público alvo dela. 😉

Careca TV

 

 

 

É isso, até.

Priss Guerrero.

Rock OFF!!!

Publicado originalmente no Linkedin:

 

The Sumon

Rock ON!!!

Estou pegando prática em sumonar pessoas. Nesta quarta precisei sumonar uma pessoa, vamos chamar de pessoa ‘X-1’ e acabei sumonando um colega… logo em seguida, apareceu a pessoa ‘X-1’. A música nem estava na metade. Portanto, continuarei com o experimento para sumonar pessoas.

Se não acredita, faça o teste: marque em algum lugar com uma pessoa, ouça uma música e ela vai aparecer.

The Sumon.

The Sumon.

Ah, o desenho do Sumon é genérico. Não tentem fazer associações, ok?

Rock Me ON adverte: “Sumonar pessoas é uma atividade pouco estudada e experimentada. Pratique por sua conta e risco!”

Rock OFF!!!

Pessoas e Interrupções: O que fazer? Como agir? CONSIGA AGIR!!!!

Rock ON!!!

Oi, Pessoal!

Eu preciso aprender a identificar certos sinais que as pessoas emitem para não passar por situações no mínimo confusas.

Conheço uma pessoa que tem o péssimo hábito de não me deixar concluir minhas falas. Isso com certeza me irrita muito. Mas já entendi que esse é o jeito da pessoa. O pior é que eu insisto em teimar que eu preciso falar depois que sou interrompida. Fato é que preciso parar com isso. A pessoa já me interrompeu mesmo, já era, é o jeito dela, contrariar só tem trazido prejuízo. Preciso realmente me lembrar de não fazer mais isso.

Hoje aconteceu de novo! Fui falar algo, fui interrompida e o que se viu foi uma ridícula cena entre duas pessoas, já adultas, discutindo como duas crianças:

– Deixa eu falar…
– Deixa eu falar…
– Deixa eu falar…
– Deixa eu falar…
– par ou ímpar? –. essa foi obra minha!
– … ¬¬!
– Impar!
– … ¬¬!!! Deixa…
– Tá, vc fala…
– falaaa!
– Blá-blá… [e o assunto foi discorrido]

Convenhamos, muito ridículo isso, especialmente a parte do par/ímpar. Olhando agora, parece ao mesmo tempo engraçado. Como fui capaz de tal proeza eu não sei, só sei que não deveria. Enfim, a pessoa já estava irritada com outra discussão e eu só piorei as coisas, devia ter aceitado a interrupção.

Isto é algo que venho trabalhado já tem um tempo: aceitar esse tipo de interrupção. No começo eu ia aumentando o volume da voz. Depois virava as costas e ia embora. Agora estou tentando rebater, mas já sei que o menos ruim é deixar que a pessoa que interrompeu fale de uma vez. É… falar é fácil, mas fazer… ainda está bem complicado para mim, viu? Chega a ser vergonhoso: saber o que deve ser feito e não fazer.

Mas vamos analisar: porque não acontece? Porque às vezes, sua cabeça está tão cheia, que você tem um apagão e esquece isso! Simples assim! Não, muito simples. Vamos analisar de novo: acontece porque você quer que aconteça, de certo modo, você quer testar para ver se a pessoa se toca que está te cortando ou se ela cede a palavra. Claro que não é isso! poderia até ser, acho que para algumas pessoas é. Para mim não serve. Humm… deixa eu ver então… Acho que [nunca é bom começar com a expressão ‘acho que’, porque quem ‘acha é porque não tem certeza’ e isso é fato]. Então, acho que ainda incorro nesse erro por que preciso me conscientizar que ser interrompida é algo que não gosto, fato, mas que já aconteceu e não adianta tentar convencer a outra pessoa a parar. Ela já te interrompeu, já era, cucuias, deixa falar agora!

Eu preciso enfiar isso de algum modo na minha cabeça. Aha, é complicado, né? Mas estou caminhando nessa direção.

As pessoas sempre me surpreendem. Todos os dias tomo um susto diferente. Acho que isso é o que há de interessante na interação humana.

Espero que com mais esta experiência registrada, eu tenha conseguido ajudar alguém e me ajudar também.

Ficamos então com o resumo:

“Se alguém te interromper quando estiver falando, deixe a pessoa falar! A pessoa fez isso porque de algum modo precisou fazer. Apenas isso. Simples, sem dor, sem mágoa, sem rancor.” By Priss.

Acho que essa música é boa para encerrar, simplesmente porque eu gosto de The Who e dessa música em especial: Who Are You?

Nunca sabemos quem é a pessoa com a qual lidamos e nem ela sabe quem nós somos. Por isso, enganos acontecem. 🙂

Rock OFF!

Pessoas e Pessoas

Rock ON!!!

As pessoas vivem me surpreendendo. Vejam vocês: dois posts seguidos falando sobre isso. Devo estar ficando velha mesmo. rs.

As pessoas podem acabar se entendendo. Mas antes, acontece aquele constrangimento. E até que as coisas se acertem, fica um clima nebuloso. Mas é certo que alguém tem que começar as negociações de paz.

De preferência quem falhou. E de cabeça fria é o melhor. Aprendi que resolver as coisas no calor da batalha só funciona mesmo em batalhas, daquelas com machados, espadas, lanças, ao melhor estilo 300 de Esparta mesmo.

Com as pessoas, devemos resolver as coisas com a cabeça fria e estarmos abertos para ouvir o que eles têm a nos dizer. Confiem em mim, vocês vão ficar surpresos. DO mesmo modo como vão surpreender também.

O importante é deixar que falem com você e que também te deixem falar. Se isso acontecer, então a comunicação foi estabelecida e o entendimento entre as pessoas é quase certo. Mas até conectar, devemos ter paciência e explorar as brechas do sistema.

Pode ser fazendo uma piadinha, mas deixando claro que trata-se de uma brincadeira ou ainda pedindo desculpas antes de falar. Isso é meio chato, mas funciona que é uma beleza.

A verdade é que pessoas são complicadas porque criam complicações, protocolos e situações. Voltamos àquela velha história da imagem idealizada. Quando a pessoa não corresponde, a imagem é dilacerada, as espectativas causam uma certa dor.

Mas quem cria esse tipo de coisa mesmo? As próprias pessoas, né?

O jeito é conversar, tentar se entender e torcer, realmente torcer para que isso dê certo.

Hoje tive uma dessas conversas e vejam só, não quis matar a outra pessoa (um avanço de minha parte) e consegui que me entendessem também. Por incrível que pareça e raro mesmo acontecer isso, ocorreu uma situação de ganha-ganha: as pessoas alinham suas condutas, se entendem e seguem em frente!

Bom, é isso, galera.

Amanhã mando desenho para vocês.

Rock OFF!

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