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Fronteiras Invisíveis do Futebol!

Rock ON!!!

Já começo este post assumindo uma coisa da qual me arrependo muito:

Fui preconceituosa com este Podcast, o Fronteiras Invisíveis do Futebol.

Sim, verdade. Eu me deixei levar pelo nome, não acreditei no Filipe Figueiredo. Achei que este podcast fosse sobre futebol, apenas sobre isso. E por isso demorei muito para tentar ouvir o programa. Pois é. Que boba, não?

Eu gosto de futebol, OK? Ando meio decepcionada, é verdade. Mas quando se trata de futebol, os programas que falam a respeito tendem a ser maçantes, uma lenga-lenga sem fim ou opiniões fechadas de pessoas ‘especialistas’ com uma visão pateta do esporte. Já tentei ouvir podcast sobre futebol e foi uma perda de tempo. Não gostei.

E também por conta dessa experiência ruim, eu subestimei o Fronteiras Invisíveis do Futebol. Errei feio. Bola fora, futebolisticamente falando. Mas eu posso, jogava como goleira no colégio, não chutava bem. HA-HA-HA-HA

Então, Filipe, Matias e Equipe do FIF (que sigla fofinha!), peço aqui minhas humildes desculpas. 🙂


FIF

Arte baseada na capa original.

 

Muito bem, mas o que me deu na cabeça para resolver ouvir este podcast, afinal? Absolutamente nada.

Vi o Filipe jogando o link no Twitter e pedi a URL do feed. Na verdade, havia um tempo que eu queria adicionar ao programa de Podcasts, por conta de um breve comentário no Xadrez Verbal que ouvi sobre um programa cujo tema era a Turquia. Já não lembro mais qual era o comentário, mas ele me deixou um tiquinho curiosa.

E adicionei o feed, baixei alguns episódios ontem, dia 11 de maio e hoje comecei a ouvir, pelo episódio sobre as Coreias. E pronto! Todo o preconceito que eu tinha com o podcast se desfez.

Não é um podcast papo de bar, eles falam sobre história e como eu amo essa ciência! PUTZ!  Eles abordam a origem do país, curiosidades, cultura e tudo que é relativo ao local. Tem futebol? Sim, mas eu diria que é tratado como uma curiosidade, não como o fator principal do podcast.

E como são historiadores (eu sei, Filipe, você não gosta de ser chamado assim e suponho que o Matias seja historiador também. Se não for, engana bem, rapaz!) Enfim, até parece que converso com eles, no máximo troco uns tweets com @XadrezVerbal, que não sei se é o Filipe ou o Matias que controla. Aliás, cliquem na imagem e visitem o site do Xadrez Verbal, é muito bom também!

capa-xadrez-verbal

Retomando, e como são historiadores, a conversa é muito rica e cheia de referências com outros assuntos, o podcast fica suculento (Estou com fome, não jantei ainda) e ouvir sobre outro país torna-se uma atividade prazerosa.

Hoje conheci mais sobre as Coreias do que no colégio. Pouco vi sobre Coreias, aliás. E a Turquia, que história fascinante! Ainda estou no início da segunda parte, mas já posso dizer que adoro. Aquele sobre País de Gales, caramba! Não imaginava essa origem do costume do herdeiro do trono inglês ser nomeado o Príncipe de Gales. Achei muito interessante e estou me contendo para não dar spoilers, quero que vocês ouçam esses episódios e fiquem maravilhados!

Bom, fiquei tão contente de ter mais um podcast sobre história para ouvir que precisava escrever este post. Talvez mais pessoas estejam achando que o Fronteiras Invisíveis do Futebol seja apenas sobre o esporte, um papo de boteco, um mesa redonda qualquer. Não é. Não se enganem, não tenham o preconceito que eu tive. Vão perder um excelente programa com uma pauta incrível!

 

Vou deixar os links para os programas que já ouvi e que recomendo a vocês. Claro, ouvirei todos os outros sim.

 

Fronteiras Invisíveis do Futebol #8 – Coreia(s)

Fronteiras Invisíveis do Futebol #9 – País de Gales

Fronteiras Invisíveis do Futebol #10 – Turquia – Parte 1

Fronteiras Invisíveis do Futebol #11 – Turquia – Parte 2

Bom, é isso, pessoal.

Espero que gostem desse podcast tanto quanto eu. 🙂

Abraços para o Filipe, Matias e toda equipe do FIF.

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Ah! Já ia esquecendo: descobri o Xadrez Verbal por indicação do @Pirulla25, num post que fiz sobre política aqui no Rock Me ON e linkei um vídeo sobre política do Canal do Pirula. Este me informou que existia o Xadrez Verbal e era para eu dar uma olhada. Só tenho a agradecer ao biólogo. 🙂 E graças a minha total falta de organização, não acho o link, então, se alguém encontrar, por favor, deixa nos comentários o link para o meu próprio post, ok? Uma pista: o Pirula aparece fantasiado de Lula no começo do vídeo.


 

Rock OFF!!

A Ignorância

Rock ON!!!

Estou realmente assustada com a ignorância das pessoas. Vejo ignorantes em todas as partes e ao invés de procurarem evoluir, essas pessoas parecem amar continuar ignorantes. Talvez seja aquele velho ditado que diz: “A Ignorância é uma benção.” Talvez as pessoas queiram ser ignorantes para se sentirem abençoadas, eu não sei.

Só sei que com a popularização da tecnologia, ao invés das pessoas procurarem estudar, evoluir, está acontecendo justamente o oposto: as pessoas vêm regredindo cada vez mais.

Acabei de ler um artigo sobre uma doença chamada Toxoplasmose. Uma das formas de se contaminar é ingerir fezes de animais, felinos em especial. Notem: uma DAS formas. Houve um comentário de uma pessoa, que dizia que o artigo tinha ajudado a entender a doença. Ok, ajudou mesmo? Não, digo isso porque a mesma declara linhas abaixo que NUNCA terá um gato. Ora bolas, minha querida pessoa, você pode ter gatos, basta não comer as fezes dele! Ou seja: ela não leu o artigo, se leu não capitou a mensagem, não interpretou o texto. Criou sua própria definição sobre o assunto e pronto, lançou seu comentário ignorante ao mundo e com certeza uma pessoa mais ignorante que ela ao ler aquilo, pode partir para o envenenamento de felinos ou maltratar os bichos ou mesmo abandonar seu animal. Estou sendo radical? Talvez.

Mas as pessoas andam tão ignorantes que não duvido de mais nada.

Outro caso de ignorância crônica foi o que vi agora pouco num grupo de artes do qual eu participo. Um rapaz perguntou qual a importância de Picasso. Sugeri que lesse sobre história da arte. Um outro rapaz se meteu na conversa e disse-me que eu precisava estudar mais português porque não tinha entendido a pergunta do fulano. Ora bolas, dei a melhor sugestão possível para aquela pessoa: ESTUDE HISTÓRIA DA ARTE. Estudar esse assunto sanaria essa questão da mente dela e com certeza levantaria outras. Pois bem, o fulano quer uma opinião sobre Pablo Picasso. Ele não quer entender o contexto em que aquele artista estava imerso. E por fim não vai NUNCA entender a importância dele e porque é considerado um grande pintor. Simples assim. Poderia ter falado a ele minha opinião sobre o artista, poderia, mas isso não o ajudaria em nada. Por fim deixei o debate rolando e dei ‘stop notifications’ no tópico. Quer continuar ignorante? Continue. Não vou dar aula de história da arte gratuitamente. Ralei noites estudando para saber o que sei. Posso te dar o caminho, mas seria injusto mastigar a resposta, ainda mais se tratando de arte, algo tão subjetivo e de interpretações diversas!

Há ainda aqueles ignorantes que desconhecem o nosso idioma e estão cada vez mais povoando a internet com seus comentários idiotas, cheios de erros de ortografia, concordância, enfim, a pessoa escreve num idioma horroroso que nem pode ser classificado como “português coloquial”. Essas são as mesmas pessoas que serão médicos, engenheiros, artistas, arquitetos, músicos, escritores em um futuro não tão distante. Claro, considero todas as bolsas auxílio e facilidades que hoje existem para se pegar um diploma, o que no futuro não vai querer dizer nada, porque diploma não constrói prédios e nem opera pessoas. Enfim, o futuro é tenebroso no Brasil.

Oi!

OI!

E por fim, como quero realmente ajudar a acabar com essa ignorância, vou indicar um podcast que tenho ouvido e que é muito muito bom mesmo. Ele trata de assuntos científicos, culturais e comportamentais de maneira suave, divertida e inteligente. Sério mesmo, se você não conhece esse podcast, já passou da hora de conhecer!

Conheçam o Scicastpodcast, sejam felizes e menos ignorantes:

Scicast

Rock OFF!!!

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