Tag: Guitarras

Caminhada 16 – Expomusic 2015!!!

Rock ON!!!!

Galera, com muito atraso que faço essa postagem. Foram dois dias de evento nos dias 19 e 20 de setembro e fomos nos dois dias!!!

Andamos muito por lá e passamos fácil dos 2km.

Bom, o evento foi muito legal, pude ver o show do Felipe Andreoli, Kiko Loureiro e Bruno Valverde; além de outros talentos.

Outra atração foi o sorteio de instrumentos. Participamos no domingo e foi muito divertido. Deixo um abraço à anfitriã Deborah, do Marketing da Expomusic, que puxou a galera com muita energia e vibração!

Não ganhei nada além de experiência, contudo, quero destacar que este ano teve muito mais prêmios que no ano passado, os já tradicionais instrumentos guitarra, violão e violino, somados a um contrabaixo, flautas, cursos, fones, guitarras autografadas, camisetas, foi uma loucura! Até guitarra do Capitão América teve! Inclusive, pai e filho sortudos que ganharam instrumentos cada um, sendo um deles um kit de guitarra completo com assinatura do Andreas Kisser!!!

Foi bem divertido mesmo. Mas poderia ter sido melhor se tivessem aberto a sexta-feira ao público, como fazem tradicionalmente, aí eu iria 3 dias! Ahahah E na sexta iria com um músico, o que seria muito demais!  😉

Quem sabe ano que vem, né?

Bom, deixo algumas fotos que tirei da folia que fizemos no evento.

 

Dia 01:

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Dia 02:

 

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Rock OFF!!!

Rock Me ON!!!! Um Set List Exclusivo!

Rock ON!!!

Este post deveria ter saído no dia Mundial do Rock, mas devido a uma mancada muito grande minha na hora de digitar, tá saindo só agora.

Resolvi montar um SetList com algumas músicas. Espero que gostem. Se não gostarem, paciência.

Agradeço a todos os meus visitantes e seguidores do Rock Me ON! Vocês que aguentam minha chatice todo dia são demais!

Keep Rocking Rock And Roll, galera!

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Saxon: Crusader
Se tem dificuldades em entender o que foram as cruzadas, esta música pode ajudar e de forma divertida. Além disso, o som do Saxon é muito bom, guitarras afinadíssimas, com belos riffs, a bateria não se sobrepõe, mas se mostra presente. Os vocais são apurados e deixam você no clima da música.

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Motörhead: March or Die

Confesso que fiquei arrepiada com a atmosfera dessa música. Aplicável a qualquer guerra, imagino, é uma música densa, faz muito uso de efeitos, mas de forma harmoniosa e perfeita. O vocal é do já conhecido Lemmy Kilmister, que particularmente está soturno. Arrepiante mesmo!

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Dr. Sin: King

Saindo do novíssimo álbum Animal, esta música é bela, simplesmente bela e presta uma homenagem ao incrível Ronnie James Dio, vocal do Black Sabbath e da banda DIO, falecido em 2010, deixando-nos órfãos de sua bela voz.

Quando estive conversando com Marco Hietala, no Blackmore, quando este veio se apresentar com sua banda, Tarot, me disse que Dio foi uma de suas referências vocais.

Além disso, a voz de Andria deixa a homenagem ainda mais bela. Forte, ousada e magnética, tem o apoio da bateria do Ivan e da guitarra do fabuloso Edu Ardanuy.

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Almah: Hypnotized

A música de abertura do álbum Motion é sem dúvida alguma o anúncio de que algo grandioso está para acontecer: a voz de Edu Falasch está grandiosa, cantando dentro de seu timbre (finalmente, né, Edu? Chega de sofrer!), podemos ver o que um grupo de ótimos músicos é capaz de fazer: Felipe Andreoli no baixo, Marcelo Barbosa e Paulo Schroeber nas guitarras e o pulsante Marcelo Moreira na bateria conferem um peso enorme a essa música e ao álbum todo.

Infelizmente houve a saída do Felipe e do Paulo, mesmo assim, vale muito ouvir essa música, que é sem dúvida diferente de tudo o que você já experimentou. Esqueça o Angra, o som do Almah é denso, profundo e algumas vezes reflexivo. Ok, exagerei? é que eu gosto muiiito! rs (mas eu também amo o Angra!!! mas são estilos diferentes).

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Trayce: Made of Stone

O som é surreal. A letra profunda e com refrões ótimos.

A harmonia está maravilhosa. Lembra grandes bandas como Aerosmith e Guns (como isso é possível, não sei).

O vocal é bruto, mas não massacra os tímpanos, embora os primeiros tons sejam para chamar sua atenção, a cadência da música te envolve e você se sente lá, no meio da banda, fazendo parte do show.

Recomendo e muito que ouçam este som. Não é uma banda popular (ainda) mas é extremamente promissora e faz diversos shows por aí. (aliás, estou devendo para o batera assistir!)

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Ozzy Osbourne: Let me Hear You Scream

Mestre Ozzy, rogai por nós! Gritamos com todo coração!

Sem dúvida uma música o quanto este cara ainda tem combustível e merece estar em toda playlist de metal que se preze!

E por que este clipe? Bom, hoje é sexta-feira 13 e é bizarro demais! Merece estar aqui!

As guitarras são fortes e as imagens pertubadoras.

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Pantera: Cowboys From Hell

Introdução bem trabalhada, um vocal rasgado e ao mesmo tempo doce.

Não é uma música romantia.

É uma música muito estilosa!

As paradas da guitarra dão muita cor para a melodia, mas Pantera não precisa de muito, Pantera é isso mesmo!

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Slayer: Raining Blood

A introdução parece fraca, mas vai tomando corpo, como se fosse realmente uma chuva iniciando e se tornando uma tempestade.

A bateria é furiosa e marcante. O vocal é rasgado, guitarra seca, bons riffs.

Sem dúvida, um clássico.

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Tarot: Wings of Darkness

Para fechar, que tal apreciar Marco Hietala com um visual totalmente Glam???

Sim!!! A música tem os fortes baixos, as guitarras possantes do Zacky, a batera alucinada do Pecu, além disso, o ritmo é completamente animado.

As caras e trejeitos do Marco são sua Marca registrada.

O clipe é de 86.

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Van Halen: Love Walks in

Vamos amenizar um pouco com riffs bem escritos e muito sintetizador, claramente o ponto forte da estrutura dessa música, causando um belo contraponto com a voz marcante de Sammy Hagar.

A atmosfera criada por essa canção é muito interessante, basicamente é um marco da década de 80, como a maior parte da discografia dessa banda tão importante para quem curte aquele rock mais suave.

A bateria some um pouco e meu instrumento favorito, o contrabaixo é praticamente nulo. Ele está alí, eu sei que está, mas os teclados não me deixam ouví-lo. rs (tá, eu tenho problemas com isso mesmo! Sou Andreolítica demais, eu acho, rs)

‘Love Walks in’ possui ainda um backing vocal interessante, deixando a música com um jeito ‘vaporoso’ (ok, a frase ficou estranha, mas é porque não consigo descrever, só ouvindo mesmo para entender. Ah, mas isso só ocorreu da terceira vez, aliás, é a terceira resenha que escrevo dessa música para o post, as demais estavam muito pobres). Reloading… enfim, o backing vocal é suave, você percebe que está alí, mas apenas sustenta o vocal principal, que transfere ao ouvinte toda sua emoção, quase beirando a uma dor existencial (profundo, hein?).

Como já disse, os sintetizadores marcam muito a música, e no solo de guitarra, servem de apoio, ficando tudo mais rico e belo.

A música sinceramente já tinha ouvido, há muitos e muitos anos, mas estava esquecida na gaveta da memória, ahahahaah como muitas outras, enfim, foi uma sugestão bem aceita. 😉 E por isso foi incluída no setList do Rock Me ON.

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Angra: Late Redemption

Um dueto épico entre Angra e Milton Nascimento, deixam essa música harmoniosa, suave e ao mesmo tempo forte. Ora, essa, dado momento muda-se a cadência, o ritmo e tudo se transforma, a música ganha energia e cria toda uma atmosfera, dando sequência à história que vem sendo contada no álbum Temple of Shadows.

A guitarra base juntamente com o contrabaixo sustentam a música, enquanto a guitarra do Kiko Loureiro literalmente esculpe a dor do personagem.

E a bateria completa o quadro.

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Elvis Presley: Little Less Conversation

Sim, a música da propaganda. Ora bolas!

Elvis, o rei não poderia faltar!

Não vou discutir o ritmo, não vou falar nada, apenas apreciem o REI!!!

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Queen: We Will Rock You

Sem dúvida alguma ele não deveria ter morrido e essa é para encerrar.

A guitarra e bateria perfeitamente contruídas, a voz do Fred Mercury maravilhosa e diga-se de passagem, que show!!!

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Bom, pessoal é isso!

E fiquei tão amalucada com isso, faltaram tantas outras bandas, que vou fazer mais posts sobre músicas e clipes.

Queria ainda citar ótimas bandas e músicos para vocês mesmos procurarem: Hangar, Lobão, Children of Bodom, Sepultura, Korzus, Dream Theater, AC DC, Kiss, Black Sabbath, Bittencourt Project…

Feliz dia do Rock!

Rock OFF!!!

Análise do jogo Brutal Legend

Aee galera do Rock Me ON!

Estou aqui novamente depois de muito tempo pra fala pra vocês de um dos jogos de mais bom gosto que já joguei ultimamente: “Brutal Legend”. Jogo em terceira pessoa, que a galera pode achar para as plataformas do Xbox 360 e PS3.

Para a galera definir “Brütal Legend” é meio complicado. Apesar de ser num primeiro momento um jogo de pancadaria, a mecânica muda ao desenrolar do game, e chega a partir para mecânicas de jogos de corrida. Além do mais, a outra mudança que a meu ver é considerável, é que se tem aquela manha do famoso “Guitar Hero” que é o apertar de botões em um tempo determinado, e por aí vai. Com o dedo do jogador em cada aspecto da história, há menos distanciamento, menos momentos em que o usuário solta o controle para ver o que está acontecendo e, consequentemente, uma maior aproximação com o que acontece na tela.

No entanto, tal escolha é uma via de mão dupla, já que podem decepcionar vários jogadores, principalmente aqueles que fazem questão de pular diálogos e ir direto aos segmentos interativos. O que pode virar uma experiência superficial se o jogador não entrar no clima do jogo.


O tema de “Brütal Legend” foi ao que mais me agradou .Possui um genuíno amor por rock’n roll, e a figura de Jack Black. Ator de filmes como “King Kong” e “Nacho Libre” não é apenas o dublador da aventura e muitos de seus cacoetes, bordões e gostos aparecem em todos os cantos do game.

História

 
 

Black interpreta Eddie Briggs, o melhor roadie do planeta. O sujeito tem a função de montar o show e fazer com que a banda brilhe da melhor maneira possível, mas ele anda frustrado com os rumos da música. O heavy metal parece estar morto nas mãos de bandas como a Kabbage Boy, que usa DJs e outras tendências modernas, e não há muita esperança com relação a isso. As coisas só mudam depois que um acidente ocorre e Eddie é transportado para um mundo de fantasia que parece ter sido criado a partir de capas de discos de bandas como Iced Earth, Manowar ou Iron Maiden – chamado Mundo do Metal – e se envolve em uma revolução para salvar metaleiros, tietes e outras figuras do mundo da música das garras de demônios e monstros.

A missão se desenrola em um cenário grande e aberto, mais ou menos no estilo “Grand Theft Auto”. Eddie dirige seu carro supertunado chamado The Deuce e pode selecionar missões da história ou outras secundárias. Além das partes de pilotagem, trecho de pancadaria é o que não falta, além de poder tocar solos de guitarra e ouvir o bom e velho heavy metal durante a jogatina.

 

 Por fim, há também segmentos de estratégia que imitam concertos, em que se deve criar torres para angariar fãs e juntar metaleiros para deter inimigos que avançam – tal aspecto da mecânica também se repete no modo multiplayer do , tanto em partidas locais quanto online.

 
 

Nomes de peso

Assim, a dublagem complementa de maneira espetacular os protagonistas. Além de Black, há participações de figuras lendárias da música como Ozzy Osbourne, Rob Halford, Lita Ford e Lemmy Kilmister, além do ator Tim Curry, que foi contratado como vilão do game para evocar qualidades de alguns de seus trabalhos mais célebres, como Senhor das Trevas em “A Lenda” ou o palhaço Pennywise em “It”.

A trilha sonora, claro, não poderia deixar de fora grandes hinos do heavy metal e é complementada por faixas originais, em um total que chega a quase 100 canções. Há desde clássicos de bandas consagradas como Kiss, Black Sabbath, Motörhead, Slayer e Judas Priest a grupos mais recentes como DragonForce, Mastodon e Dethklok.

 

“Brütal Legend” é um jogo obrigatório para quem curte Jack Black, Tim Schafer e heavy metal. Os estilos dos três se fundem de maneira espetacular e criam uma aventura muito divertida, repleta de personagens impagáveis, situações inusitadas e som de primeira. Talvez vá decepcionar aqueles gamers com opinião mais conservadora com relação à jogabilidade, mas é um game que foge um pouco do padrão e recomendo para quem curte os temas.  

 

Falo galera até a próxima!!

fonte: www.uol.com.br

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