Tag: ciência

A Misteriosa Criatura Marinha!

Rock ON!

Espero que gostem desse tipo de vídeo. Fazia tempo que eu queria falar sobre essa criatura misteriosa. Procurando pelo Youtube, não se encontra material bom sobre o assunto. OU são vídeos muito longos, filmagens amadoras ou é algum retardado falando bobagem.

Bom, resolvi colocar a mão na massa, aproveitar um material que eu tinha pesquisado para outra coisa e reaproveitar aqui.

 

Deixem o Joinha, compartilhem, usem o conteúdo na escola! Divulguem o Peixe-Lua (Mola mola) porque ele é bem legal!

 

A única música é da Abertura, chama-se Rock Me ON e foi composta por mim usando o Microsoft Music Maker Jam.

“Ói” eu aqui nas redes sociais:

@prissguerrero1 no Twitter

http://www.youtube.com/c/PriscilaGuerrero


Os links para as referências estão no descritivo do vídeo no YouTube.

 

BláBláLogia!!!!! (É PORTAL DE CIÊNCIAS!!!!)

blablalogia1

Rock ON!!!

Oi, galera!!

É com muita alegria e satisfação que faço esse post sobre um novo canal no You Tube, o BláBláLogia!!!

Ehhhh! Viva!! Viva!!!

Mas pera aí, o que é o BláBláLogia afinal?

Resposta: Não sei!

Brincadeira! Sei sim, eles fizeram vários vídeos contando. Bom, vou deixar linkado um vídeo, mas vou resumir para vocês: Trata-se da iniciativa de vários Youtubers que têm canais sobre ciências e aí o leque é amplo, tá? Temos canais de história, física, biologia, tecnologia, matemática, artes (?) enfim, muita gente mesmo, que resolveu se unir e criar um canal, com postagens diárias, com conteúdo de boa qualidade, bem fundamentado e por que não, divertido!

Então, nessa programação que vai de Segunda à Sábado, afinal, Domingo eles precisam descansar, passear, né? Merecem, porque o trabalho está fenomenal! Mas pensem: por 6 dias da semana temos gratuitamente, eu escrevi: gra-tui-ta-men-te! Sim, de grátis, for free, na faixa, lisão, de boas, enfim, um conteúdo original, feito especialmente para divulgar conhecimento nesse Youtube!! YEAHHH!!!!

E por que estou fazendo este post? Bom, porque eu tenho um site! E porque eu quis! Porque eu gosto de ciências, gostei do conteúdo que apresentaram na semana de estreia e porque alguns dos participantes eu já acompanho e gosto muito do que produzem!

E porque com certeza tem gente que não deve estar sabendo ainda sobre o BláBláLogia!!! AHHHHH <0> Como assim???  Pois é, e eu gosto de espalhar conhecimento, é sempre bom, torna minha vida melhor! Sim, é isso que acredito, me deixa ser feliz, tá? Vamos espalhar conhecimento!!! Ehhhhhh!!!

Aqui, um vídeo do Pirula sobre o BláBláLogia:

 

Aqui, temos a abertura do canal:

 

E a seguir, vou listar os vídeos que mais gostei. Tem certos assuntos que eu gosto mais, sabem como é? Tipo sorvete? Você pode gostar de todos os tipos de sorvete, mas terá aqueles tipos que você sempre vai pegar? No geral, gostei de todos os vídeos, são muito legais, mas alguns para o meu paladar se sobressaíram e isso não impede de você ir lá no canal e descobrir outros sabores, tem muita coisa e parece que a variedade será grande, então, vão lá ver! (sei que o parágrafo ficou confuso, estou cansada, com sono e muita dor no joelho, relevem)

 

Gosto de coisas curiosas. Particularmente essa história aqui eu já conhecia, mas o modo como foi apresentada ficou bem divertido:

 

Já este rapaz, o Slow, eu não conhecia. Pois é, mas o assunto que ele trouxe eu gosto muito porque envolve história. E se não fosse o novo canal, talvez eu demorasse muito para conhecer o canal do Slow (aliás, preciso tirar uns momentos para ver o conteúdo, gostei muito do jeito dele apresentar.)

 

 

E este vídeo aqui, vou deixar para aguçar a curiosidade de vocês. Gostei do modo como ele foi apresentado, achei bem diferente, mas o cara é muito bom e ficou genial!

 

Bom pessoal, como eu escrevi acima, tem mais conteúdo lá no canal, muita coisa ainda parece estar por vir e essa é uma ótima iniciativa de uma galera que produz algo realmente útil.

Talvez você não veja utilidade em saber sobre um povo que cultua aviões e caixas, mas isso pode se tornar uma ótima história para contar para os amigos, família, entreter algum priminho chato numa tarde chuvosa na praia ou num local sem energia elétrica. Só para dar um exemplo bem bobo, tá?

Então, faça parte dessa corrente, entre lá no canal do BláBláLogia, se inscreva, assista aos vídeos, aprenda, se divirta. Espalhe conhecimento também!

Eu fiz este post porque eu quis mesmo. Nenhum deles, no momento em que escrevo sabe disso. Alguns talvez nem venham a saber, mas tenho em mente que é meu dever ajudar a divulgar isto, a iniciativa deles é ótima, talvez inédita e é muito bom ver no Youtube, naquele mar de inutilidades, como gente comendo cactos, uma galera muito boa espalhando conhecimento gratuitamente. Sério, vcs são ótimos e deixo um abraço a cada um de vcs que estão frente às câmeras e por trás delas tbm. \0/

Deixem aí nos comentários o que vcs acharam desse post, se gostaram do conteúdo deles e se tiverem um tempinho, se inscrevam no meu canal também. Está devagarinho, mas indo, rumo aos 101 inscritos (preciso trocar essa URL, colaborem!) e passando um pouquinho do meu conhecimento para vocês também.

Bom, é isso, vida longa e genial ao BláBláLogia!!!

 

 

 

Sobre Pessoas e Redes Sociais!!!

Rock ON!

Esta semana presenciei um verdadeiro fenômeno nas redes sociais que acompanho. Um canal do Youtube, recém lançado, foi crackeado e o conteúdo destruído pelo invasor.

Não se sabe bem o motivo dessa destruição, mas esta questão me fez pensar um pouco sobre pessoas e redes sociais.

O canal pertencia a uma garota, cujo sonho é ter um canal cheio de inscritos. Até aí, normal, esse é o sonho da maioria das pessoas que se inscrevem no You Tube. E a garota ia bem, realmente, com duas postagens, ao que li, atingiu rapidamente um milhão de inscritos, mérito dela. Mas daí veio o tal bandido bom, isso gerou uma comoção nacional nas redes sociais.

Em seu vídeo, a garota propõe um canal para fazer game play, isto é, falar sobre jogos e um vlog, um diário em vídeo. Nada de anormal, nada de diferente e como a guria mesmo diz, é algo simples, é o desejo dela. E está correta. Tem mais que fazer aquilo que gosta e pronto. As pessoas que se identificaram com o consumo desse conteúdo irão se inscrever.

Bom, o que vi, depois da repercussão do caso nas redes, foram pessoas se inscrevendo no canal, não pelo conteúdo, mas pelo fato da garota estar passando por um tratamento médico severo, vi muita gente que criticava canais de game play e vlogs se inscrevendo no canal – Um adendo: segundo palavras dela, já está bem e é uma pessoa normal. Não duvido disso.

Isso me deixou curiosa. Por que pessoas que até outro dia criticavam veementemente quem produzia conteúdo sobre esses assuntos, agora, de uma hora para outra, se inscreveram num canal, cuja proposta é justamente essa?

Reflitam sobre isso. As minhas conclusões já tirei.

As redes sociais fizeram em pouco tempo, a garota conseguir novamente um bom número de inscritos. O criminoso está sendo investigado pela polícia e espero que o encontrem e que seja punido de acordo com a legislação.

Vejo reportagens sobre as redes sociais afastarem as pessoas, mas em situações como esta, ocasionam justamente o oposto: se unem em um objetivo comum para algo bom. Mesmo que isso seja contra seus valores iniciais, as redes conseguem movimentar as massas, mexe com as pessoas.

Assisti o vídeo da garota. Inteiro. Tem problemas técnicos normais para qualquer iniciante no YouTube, contudo, a menina é simpática, espontânea, direta e objetiva. E o melhor, o principal, ela é honesta. Ela está lendo a pauta e confirma isso. Não tem medo de se expor, assume-se e diz: sou assim, sou normal. Desejo muito sucesso a ela, tem minha simpatia por sua pessoa.

Contudo, não me inscrevi no canal. O motivo é bem simples: a proposta dela não me fisgou. Não consumo canais de game play ou vlog. Simples assim. Minhas inscrições atualmente estão voltadas para conteúdos sobre Computação Gráfica, Ciência, Tecnologia, ‘Faça Você Mesmo’  e Culinária. Fui conferir e fiz essa análise. Não sou o público alvo dela. Infelizmente.

Mesmo assim, desejo todo o sucesso possível para ela, que seu canal seja referência, como tantos outros são. Vida longa e próspera. 🙂

E espero que os oportunistas, que estão pegando carona nesse canal para se autopromoverem, parem com isso. Sério, deixem a garota trilhar seu caminho, ela é capaz. Acredito nela e vocês deveriam acreditar em si mesmos também e construir algo para vocês.

E deixando claro, nada contra aqueles que simplesmente se comoveram e quiseram ajudá-la a recuperar os inscritos. Aplausos para vocês.

Disso tiramos alguns pontos bem simples:

  • manter seguras nossas senhas;
  • manter higienizados e protegidos nossos sistemas;
  • usarmos as redes sociais para coisas boas;
  • pensar antes de postar ou fazer algo;
  • não sermos maus, aproveitadores, criminosos e cruéis.

Bom, é isso que eu queria escrever hoje e se você não sabe sobre qual canal escrevi, deixo o link. De repente, você é o público alvo dela. 😉

Careca TV

 

 

 

É isso, até.

Priss Guerrero.

Rock OFF!!!

Publicado originalmente no Linkedin:

 

Podcast!!!

ROCK ON leitores, amiguinhos internéticos! Aqui é o Lucas Balaminut, ouvinte profissional de podcast.

Como todo bom hiperativo não diagnosticado, estou sempre procurando estímulos informativos (culpa do café?). Notícias, artigos, colunas opinativas, papers acadêmicos, vídeos, ou gráficos do mercado financeiro – consumo tudo que vejo pela frente. Um rato de Wikipédia, estou sempre fuçando fontes a fim de saciar minha curiosidade infinita.

Porém, entre todas essas alternativas, destaco a minha favorita. Além do café, sou viciado em podcast.

Mas Lucas… não sei o que é podcast. Por obséquio, vossa gentileza poderia me explicar?

Podcasts são programas em áudio, assim como aqueles do rádio. A diferença é que não são limitados pelo horário de programação. O ouvinte pode baixar os episódios quando quiser, ouvi-los quando desejar, pausar em qualquer momento e reouvi-los se tiver vontade. Um verdadeiro Netflix dos radio-shows. Podcasts podem ter horas de duração ou apenas alguns minutinhos, podem ter muitos participantes ou apenas um narrador, e podem tratar de qualquer assunto.

Recentemente, descobri o site Os 5 Melhores, que permite a qualquer usuário criar listas sobre qualquer tipo de produto, serviço ou assunto em geral, e votar em quais são os melhores dessa lista. Normalmente, cada votação tem entre 20 e 50 participantes. Eu descobri a lista de Os 5 Melhores Podcast Brasileiros, onde mais ou menos 50 podcasts eram listados, contando com 250 votantes. Divulguei a lista pros meus podcasters favoritos e pros meus amigos. Estes divulgaram para os seus ouvintes e para outros programas e, de repente, iniciou-se a TERCEIRA GUERRAL MUND… digo, A GUERRA PODCASTAL!

Os diferentes programas passaram a competir para subir no ranking, todos divulgando em massa a votação. Em menos de um dia, a lista já contava com 5 mil participantes e, o mais impressionante, SEISCENTOS PODCASTS! Sim, existem mais de 600 programas brasileiros diferentes. Eu não fazia idéia da dimensão da mídia até então – que surpresa agradável! Confira a lista, leia os comentários e descubra programas bacanas.

Ó, que pândego! Hó Hó! Conte-me mais sobre isso…

Os podcasts surgiram no EUA como uma evolução do rádio. Quando a internet surgiu, vários programas de rádio passaram a disponibilizar a gravação de seus episódios online – como talk shows, entrevistadores, programas de auditório, jogos de quizzes e comediantes. Dessa forma, quem deixou de ouvir o programa no rádio poderia baixar e escutar. Com a evolução da internet, muitos broadcasters perceberam que manter um site no ar é muito mais barato do que ter um programa em rádio; logo, vários programas migraram para a plataforma online. Um pouco depois, outros lançaram novos programas diretamente na internet.

Os podcasts americanos ainda mantêm muito dessa tradição radialista; o formato do programa gira em torno de um apresentador que conversa de maneira convidativa e semi-formal com convidados. Eles contam com pouca edição de falas e músicas, sendo quase que inteiramente produzidos durante a gravação.

Diferente da gringolândia, o Brasil tem uma história peculiar com esta mídia independente. A dez anos atrás, quando poucos podcasts existiam, era comum que pequenos blogs experimentassem todas as ferramentas disponíveis na internet a fim de atrair audiência. Foi assim que surgiu o Nerdcast, primeiro podcast realmente expressivo do país. Em vez de radioalistas com anos de experiência, este podcast, assim como muitos outros que vieram a seguir, era feito por entusiastas amadores que queriam agregar conteúdo ao seu site, falar de assuntos que gostam, opiniar e compartilhar experiências.

O Nerdcast desbravou a mídia no Brasil; contando com o aumento da acessibilidade da internet, o levante da demanda por cultura pop moderna, saudozismo e a popularização da cultura de nicho Nerd, cada ano o Nerdcast dobra sua audiência (de 350 mil downloads por episódio em 2014 pra 700 mil em 2015), servindo como porta de entrada pra mídia à muitos ouvites. Foi assim que descobri podcasts, a 8 anos atrás!

Encontrei o Nerdcast enquanto procurava sobre filmes do X-Men no Google, mas achei extremamente estranho ouvir desconhecidos conversando por uma hora no meu ouvido; também não conseguia diferenciar as vozes, saber quem é quem. Mas depois acostumei. As conversas eram engraçadíssimas, os participantes me conquistaram e eu aprendia bastante com o conteúdo. De um programa por mês, passei a ouvir um por semana, depois um por dia e, quando percebi, aguardava ansiosamente pela próxima publicação.

Estava feito: me tornei um ouvinte regular! O primeiro podcast que escutei na data de publicação foi o Nerdcast 101 – Traumas de Infâncias, a 7 anos atrás. De lá pra cá, é um ritual semanal baixar o Nerdcast de sexta-feira.

Mas o que ouvir durante os outros 6 dias da semana? Fui atrás de mais podcasts, claro.
Como eu era um adolescente cheio de tempo livre, procurei por temas que me agradavam, me tornando um verdadeiro junky de podcast. Sempre que estou fazendo alguma atividade que não requer muita atenção (limpar a casa, lavar a louça, pegar ônibus, correr no parque, etc), também estou ouvindo podcast.

Escolher entre 600 programas diferentes sem previamente conhecer nenhum  é complicado – sofro disso toda vez que vou a um restaurante que nunca experimentei nenhum prato. Então, aqui vão as RECOMENDAÇÕES DO LUCAS! Aeeeeeew.

JWave –  cultura pop, nerd e Japonesa; além de ser engraçado e cheio de curiosidades, o Juba (host) é muito carismático. Temas incluem JPop, anime, mangá, cultura oriental, cultura pop em geral e nostalgia anos 90 e 80. Descobri pesquisando sobre o anime Neon Genesis Evangelion – ainda com alguma dificuldade de entender… quem sabe eu não escrevo sobre isso?

Mundo Freak Confidencial – trata de investigar mistérios, lendas, mitos, oculto, obscuro, curioso e sobrenatural; programas bem leves engraçados, visa a diversão acima de tudo. Recomendo os episódios especiais Aconteceu Comigo.

Mixtape – bandas, álbums, instrumentos, estilos, tudo relacionado a música com o muito carismático Gustavo! Recomendo o episódio em que participei Filmes Sobre Música.

Promontório Estéril – pequenos episódios de 20 a 30 minutos narrando a vida de personagens históricos não tão famosos como em um áudio drama; muito bem produzido.

Dragões de Garagem – divulgador científico, trata de outros assuntos com seriedade mas sem perder a descontração; visa o aprendizado e tem excelentes entrevistas.

TemaCast – leva aos ouvintes conteúdo relevante sobre comportamento, história, biografias e cultura geral.

SciCast – traz conteúdo extremamente bem pesquisado, professores acadêmicos e pesquisadores com o objetivo de ensinar ciência de maneira divertida; temas variam de biologia, tecnologia e exatas para história, geografia e outras áreas humanas. Eu mesmo participei do episódio 88 – Pensamento Científico, e outros que ainda serão publicados.

Café Brasil – estimulam discussões intelectuais através de reflexões sobre vários aspectos da vida em sociedade.

Radiofobia – produzido, editado e apresentado pelo mestre do broadcasting Leo Lopes; discute temas variados e entrevista convidados ligados à atividade humorística do rádio, TV ou internet. O diferencial do programa é a aplicação do formato radiofônico no podcast. Quase todos os programas são gravados com transmissão ao vivo, via streaming, e todos os elementos sonoros (efeitos, trilhas e vinhetas) são reproduzidos em tempo real, exatamente como em um programa de rádio. Se assemelha a tradição radioalista americana.

Matando Robôs Gigantes – apresenta, discute e opina sobre quadrinhos, jogos e cinema, além de assuntos cotidianos em geral. Os programas são bem curtos, raramente passando de 20 minutos, e extremamente descontraídos.

Nerdcast – o supra citado, hors concours, e mais baixado podcast brasileiro; mostrando a visão Nerd do mundo, fala sobre todos os nichos e nuâncias da cultura pop, incluindo literatura, cinema, quadrinhos, jogos, séries, filmes, etc; também trata de ciências, História, assuntos cotidianos e histórias engraçadas. Recomendo o programa especial de RPG, onde as famosas partidas do jogo se tornam aventuras em forma de áudio, divertidíssimas, cheias de referências e extremamente bem produzidas. Além da Trilogia Medieval Fantástica, estão para lançar o último episódio da Trilogia Cyberpunk, cujo segundo capítulo bateu 3.2 MILHÕÕÕÕES de downloads.

Agora os gringos!

StarTalk – apresentado pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson, o programa sempre conta com um comediante profissional para falar de maneira divertida sobre astronomia e ciências em geral. Temas da cultura popular e debates acadêmicos modernos são recorrentes.

Night Vale Radio – uma rádio local da pequena (fictícia) cidade do interior americo, Night Vale; Cecil narra os acontecimentos misteriosos da cidade como se tudo fosse normal; o podcast é carregado de referências literárias de mistérios, terror, alienígenas, cultismo, e tudo que é estranho. Conta com um humor inteligentíssimo!

Serial – apresentado pela jornalista Sarah Koenig, o programa conta a história verdadeira do assassinato de uma jovem adolescente no EUA. Cada um dos 12 episódios explora um aspecto diferente do misterioso caso, mergulhando em cada detalhe de maneira rigorasamente profissional e minuciosa – a investigação foi melhor que a da própria polícia e conta com um desfecho real impressionante.

Freakonomics – em curtos episódios de 20 minutos cada, responde a perguntas corriqueiras de maneira inteligente e bem embasada, pesquisando a fundo e usando técnicas analíticas. Conta com várias entrevistas e tem insights interessantíssimos.

Radiolab – parte do famoso NPRNational Public Radio (rádio público americano), é um espetáculo sobre a curiosidade que explora os limites da ciência, da filosofia e da experiência humana.

How Stuff Works – como o nome sugere, explora o funcionamento de diversos objetos, tecnologias e aspectos da vida corriqueira; temas incluem animais, carros, aventuras, cultura, entretenimento, saúde, ciência e muito mais.

Deixe nos comentários dúvidas ou sugestão de podcast.
Cliquem nos links, baixem podcasts e divirtam-se!

ROCK OFF

 

Física Quântica Não é Achismo.

ROCK ON!

Olá caros leitores, aqui quem fala é Lucas Balaminut!

Vagando pela internet, eu me deparo com muitas pessoas que pensam que mecânica quântica é puro achismo e que os físicos não sabem muito bem o que estão falando. Como eu tô cansado de ver esse tipo de opinião baseada em falta de conhecimento e desinformação, fiz este textinho didático pra ajudar a entender um pouco mais de física moderna.

Se alguém quiser adicionar algum conteúdo ou souber de alguma correção, por favor, sinta-se à vontade pra deixar a revisão nos comentários. Esta leitura funciona bem melhor se assistir os vídeos espalhados pelo texto – eles não estão aí de bobeira, ok?

Acredito que muito da confusão que se da sobre física quântica vem do fato de que a física e a química que aprendemos no colégio está desatualizada. Elas não estão necessariamente erradas, mas já faz quase 100 anos que muitos conceitos foram aprimorados.

Lá no início do séc. XX, a física era dita como quase completa e, com seus modelos, era possível explicar e prever quase todos os fenômenos da natureza. Porém, alguns pequenos probleminhas persistiam. Um dessses probleminhas se tornou um problemão com o experimento da dupla fenda.

O experimento é bem simples: um canhão atira partículas, uma de cada vez, em direção a um sensor em forma de placa. Entre a placa e o canhão está uma parede com duas fendas. Quando atiramos os fótons ou elétrons pelo canhão, podemos ver onde ele está batendo na placa. Quando olhamos pro resultado, vemos que é impossível que cada elétron ou fóton tenha viajado como um ponto, mas o resultado é totalmente compátivel com uma onda que foi dividida em duas pelas fendas no meio do caminho. Este experimento é bem simples e pode ser feito em casa:

Descobriu-se que uma partícula se comporta tanto como uma onda, quanto uma partícula clássica (um pontinho no espaço). Este efeito é chamado de dualidade onda-partícula.

 

 

Uma vez que descobrimos isso, faltava saber por que as partículas se comportam ora como ondas e ora como corpúsculos. Porém, toda vez que se tentava medir a onda durante seu trajeto, antes que ela batesse no sensor, a onda virava uma partícula no momento da medição. Achava-se que era um problema com o experimento, mas depois descobrimos que a dualidade é real quando encontramos uma forma de vê-la sem interferir em suas propriedades. Em vez de usar sensores sensíveis a luz, usamos sensores sensíveis ao campo magnético. Este vídeo mostra uma das primeiras fotos que foram feitas com esse método:

Mas o que é essa onda? Os físicos achavam que cada ponto da onda representava uma chance maior ou menor de encontrar a partícula, mas que ela estaria sempre em um único lugar. Porém, descobrimos que cada ponto da onda representa uma chance maior ou menor de ser a partícula, como se ela pudesse se espalhar em milhares de pontos. Este conceito é extremamente contra-intuitivo. Como pode algo não estar em um único lugar, mas estar em vários lugares? Como pode o fato de estar se tranformar em chances de estar em algum lugar? Muitos duvidaram que isso seria possível pois é diferente de tudo que já vimos na mecânica clássica.

Einstein era um deles e, em resposta ao problema, ele disse que “Deus não joga dados”. Neste caso, vale a pena dizer que ele não se referia a um Deus de maneira religiosa, mas mais como “universo”, “natureza” ou ainda “leis da física”. Porém, foi provado que a onda é bizarra mesmo; Einstein se arrependeu profundamente de ter dito aquilo e passou a ajudar a desenvolver a mecânica quântica. Os experimentos que provam este conceito são bem complicados, mas o mais simples deles foi extremamente bem explicado neste vídeo:

O impacto desta mudança de paradigma é profundo. Por exemplo, antes acreditávamos que os elétrons ficavam girando em volta do núcleo do átomo; hoje sabemos que o elétron pode se espalhar em volta do núcleo, formando uma camada ou uma bolha. Um átomo com vários elétrons pode ser como um núcleo dentro de uma bolha, que está dentro de outra bolha, como uma boneca russa, ou as camadas podem estar em superopsição. O processo de passar um elétron de uma camada para a outra cham-se salto quântico; quando isso acontece, um fóton é liberado. Essa onda de luz só podem viajar carregando quantias de energia fixas; essas quantias foram chamadas de “pacotinhos”, ou quanta. Dessa maneira, quanta apenas quer dizer uma quantidade discreta, que não pode ser quebrada. Para cada frequência de luz existe uma quanta certa de energia.

Também descobrimos as caracterísitcas de cada partícula: carga, massa e spin. Este último é parecido com o efeito de uma esfera girando em torno de sí mesma com a força perpendicular em seus pólos, mas é mais complicado que isso. Cada partícula tem um spin definido que reage com as partículas a sua volta. Mais que isso, em condições bem específicas, duas partículas se ligam de uma forma que o spin de uma é o completo oposto da outra. Chamamos isso de entanglement. Se você ligar duas partículas antes de saber o spin delas e, depois, levar uma partícula pra um ponto A e a outra pro ponto B, no momento em que você medir o spin da partícula A, você sabe que o spin da partícula B é exatamente o oposto. Isso permite o que chamamos de quantum teleportation. Antes de mais nada, isso não é nenhum tipo de teleporte, em hipótese alguma, apesar do nome sugestivo. O fenômeno apenas quer dizer que quando você mede o spin de uma partícula, você sabe o spin da outra instantaneamente, mesmo se uma partícula estiver muito longe da outra. O legal é que isso foi muito bem provado.

O recorde de quantum teleportation é de 25 km. O problema é transportar as partículas sem que elas percam o ligamento.

Scientists Are Beaming Over Quantum Teleportation Record

Porém, ainda estamos limitados ao sistema booleano: o switch só pode estar está ligado ou desligado, 0 ou 1. Muitas pesquisas estão trabalhando em como gravar informação usando as ondas da partículas; em vez de 0 ou 1, teríamos um espectro imenso devido a onda de probabilidades e as superposições, o que aumentaria a capacidade de guardar informações em escalas enormes. Além disso, pesquisadores também trabalham em usar o entanglement pra acelerar a capacidade de processamento. Hoje, o computador faz cálculos mudando os 0s e 1s um após o outro (como dominós em uma fila, um vai empurrando o outro); com o entanglement, quando uma partícula tem seu spin medido, sabemos o spin da outra instantâneamente, o que faria com que todos os 0s e 1s mudem ao mesmo tempo (como em uma fila de dominós que todos caem simultaneamente).

O maior problemo do computador quântico é que, pra conseguir controlar estes fenômenos, precisamos de temperaturas baixíssemas. Imagine um computador com enormes tubos de nitrogênio líquido ao lado. Mesmo assim ainda é difícil fazer um Qbit funcionar pois estamos lidando com escalas extremamente pequenas, qualquer mínimo distúrbio distorceria o resultado.

Outro exemplo prático do uso do spin são as máquinas de ressonância dos hospitais (aqueles em que o paciente entra deitado em um cilindro). A máquina usa a mudança de spins das moléculas de água do seu corpo para escaneá-lo. Infelizmente, não tem página equivalente em Português, mas vale deixar a explicação completa aqui:

Magnetic Resonance Imaging – Procedure

Spin–lattice relaxation

Spin–spin relaxation

Nem a astronomia escapa! Antes da mecânica quântica, não sabíamos como explicar como era possível a existência objetos de densidade absurda, como as anãs brancas, estrelas que esgotaram todo seu estoque de hidrogêneo. É a energia dos elétrons espalhada em forma de onda de probabilidade que balanceia este tipo de estrela, tornando seu corpo estável mesmo muito denso.

O problema da física quântica é que, com tantos conceitos diferentes do que estamos acostumados no dia-a-dia, tão diferentes da mecânica clássica, é um prato cheio pra pseudociências. Acho importante deixar claro que quântica não estuda paranormalidade, outros mundos, alma, vida após da morte, ou nada desse tipo. Ela nem sequer tenta explicar isso. Robert Lanza, The Secret, “lei da atração”… tudo isso vem de interpretações equivocadas, não experimentais, ou calúnias mesmo, feitas pra se aproveitar de pessoas que acreditam em qualquer coisa que gostariam que fosse verdade, pra vender livros, DVDs, revistas, etc. Um pouco do por que essa confusão acontece:

Com mecânica quântica conseguimos construir o Modelo Padrão, que classifica as partículas, explica suas interações, e prevê resultados com 20 casa decimais de precisão (valeu por lembrar, Igor Alcantra ;D ). Todas as características do modelo padrão foram provadas experimentalmente. A última peça que faltava, o Higgs de Boson, foi encontrada em 2012.

Ainda há muitos mistérios na física, como o problema da supersimetria: se matéria e anti-matéria são sempre criadas simultaneamente e na mesma quantidade, e sempre desaparecem também ao mesmo tempo e em mesma quantia, por que vemos muito mais matéria do que anti-matéria no universo? O que explica essa falta de simetria no universo? E se o universo é simétrico, aonde está toda a anti-matéria equivalente a toda matéria que conhecermos? O que provocou seu isolamento de nós?

Infelizmente, é difícil achar material em português que seja bom e didático, e que não mistura ciência com interpretações filosóficas. Mas se você gosta de viajar na filosofia, não tem problema, eu também adoro. Recomendo este texto muito bacana sobre multi-versos que mandei pro SciCast, podcast de ciências, em resposta ao episódio sobre Forças da Física:

A Voz do Ouvinte #02: Não viaje na viagem no tempo

Recomendo ainda:

SciCast: Luz

Nerdcast: Quantificando a Física Quântica

Dragões de Garagem: Teorias, colchões quânticos e o carma de Newton

Dragões de Garagem: Modelos Atômicos

Dragões de Garagem: A descoberta do bóson de Higgs e seu espectador brasileiro
(entrevista com Rogério Rosenfeld, físico brasileiro que esteve presente no CERN)

Dragões de Garagem: Teoria da Relatividade Geral

Documentário sobre Einstein e a física quântica

Estamos longe de entender todo o mundo microscópico. Porém, o conhecimento que já temos é muito bem embasado. Na era da informação, com tantos divulgadores bacanas como Vsauce, Veritasium, Minute Physics e Sixty Symbols, não tem desculpa pra pensar que física quântica é achismo. Lembrem-se: “busquem conhecimento”.

ROCK OFF!

Cante Sagan com Nightwish!!!!

Rock ON!!!

Nightwish fez uma canção em homenagem ao Carl Segan. E quem  foi esse sujeito afinal???

Resumo da Wikipédia: “Carl Edward Sagan foi um cientista, astrobiólogo, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor e divulgador científico norte-americano.” E já é suficiente para você ir buscar mais sobre ele.

Esse post surgiu porque publiquei essa imagem no Facebook. Eu a vi outro dia por lá mesmo e a salvei. Gostei dela e me diverti.
CarlSeagan

 

E então minha amiga de longa data, a Amanda, comentou que o Nightwish tinha feito uma canção para ele! Perguntei o álbum, que é o ” Endless Forms Most Beautiful” e achei a canção com a letra, que tem um refrão meio grudentinho, mas bacaninha:

 

 

E por que Nightwish gravaria uma música sobre um astrônomo?? Por que não? O chefe Tuomas explica:

 

 

E se você quiser saber mais sobre Carl Sagan, mas de um jeito divertido, indico esse episódio do SCICASTPODCAST, que de brinde ainda vocês ficam conhecendo a série Cosmos. São 2:21 de programa, mas passa tão rápido que quando termina você diz “mas jáaaaaa???:

http://www.scicast.com.br/scicast-019-carl-sagan-cosmos-neil-degrasse-tyson/

Espero que tenham gostado e abaixo está a apresentação desse álbum, um mimo para vocês. Aliás, quem quiser me presentear, estou aceitando o álbum e já cogitando em ir ao show deles deste ano em SP. ehehehe

 

Os bastidores da música Sagan, com legendas da letra em português:

 

 

 

Rock OFF!!!!

Cowabunga!!!!

Rock ON!!!!

Após uma breve discussão com o @RonaldoGogoni, das mídias Meio Bit e Scicast sobre a nova versão das Tartarugas Ninja; e atendendo ao pedido feio no episódio #40 do Scicastpodcast [“manda desenho, manda desenho…”] aqui está, especialmente para você e também para a equipe desse programa incrível cheio de humor, ciência, seriedade, história, geografia, cultura e que já está em primeiro lugar no meu Top 3 de podcasts que ouço [ok, são apenas 4, mas enfim, vocês passaram um que eu tinha como campeão, ehehe].

Aham, voltando…

Rabisquei em meu caderneco um Leonardo, dentro do meu traço, que isso fique bem claro e depois fotografei [Leo 0], levei ao Photoshop. Fiz uns ajustes nas cores [Leo 1] e por fim, apliquei o filtro Noise->Dust&Scratches para deixar com aspecto de tinta [Leo 2].

Foi um desenho bem descompromissado, como tudo que vai no caderneco de rabiscos.

Enfim, espero que gostem e não deixem de acompanhar o Scicastpodcast!!!! A diversão é garantida!

leo0

leo1

leo2

Bom, é isso ai, pessoal.

Espero que gostem.

Rock OFF!!!

A Ignorância

Rock ON!!!

Estou realmente assustada com a ignorância das pessoas. Vejo ignorantes em todas as partes e ao invés de procurarem evoluir, essas pessoas parecem amar continuar ignorantes. Talvez seja aquele velho ditado que diz: “A Ignorância é uma benção.” Talvez as pessoas queiram ser ignorantes para se sentirem abençoadas, eu não sei.

Só sei que com a popularização da tecnologia, ao invés das pessoas procurarem estudar, evoluir, está acontecendo justamente o oposto: as pessoas vêm regredindo cada vez mais.

Acabei de ler um artigo sobre uma doença chamada Toxoplasmose. Uma das formas de se contaminar é ingerir fezes de animais, felinos em especial. Notem: uma DAS formas. Houve um comentário de uma pessoa, que dizia que o artigo tinha ajudado a entender a doença. Ok, ajudou mesmo? Não, digo isso porque a mesma declara linhas abaixo que NUNCA terá um gato. Ora bolas, minha querida pessoa, você pode ter gatos, basta não comer as fezes dele! Ou seja: ela não leu o artigo, se leu não capitou a mensagem, não interpretou o texto. Criou sua própria definição sobre o assunto e pronto, lançou seu comentário ignorante ao mundo e com certeza uma pessoa mais ignorante que ela ao ler aquilo, pode partir para o envenenamento de felinos ou maltratar os bichos ou mesmo abandonar seu animal. Estou sendo radical? Talvez.

Mas as pessoas andam tão ignorantes que não duvido de mais nada.

Outro caso de ignorância crônica foi o que vi agora pouco num grupo de artes do qual eu participo. Um rapaz perguntou qual a importância de Picasso. Sugeri que lesse sobre história da arte. Um outro rapaz se meteu na conversa e disse-me que eu precisava estudar mais português porque não tinha entendido a pergunta do fulano. Ora bolas, dei a melhor sugestão possível para aquela pessoa: ESTUDE HISTÓRIA DA ARTE. Estudar esse assunto sanaria essa questão da mente dela e com certeza levantaria outras. Pois bem, o fulano quer uma opinião sobre Pablo Picasso. Ele não quer entender o contexto em que aquele artista estava imerso. E por fim não vai NUNCA entender a importância dele e porque é considerado um grande pintor. Simples assim. Poderia ter falado a ele minha opinião sobre o artista, poderia, mas isso não o ajudaria em nada. Por fim deixei o debate rolando e dei ‘stop notifications’ no tópico. Quer continuar ignorante? Continue. Não vou dar aula de história da arte gratuitamente. Ralei noites estudando para saber o que sei. Posso te dar o caminho, mas seria injusto mastigar a resposta, ainda mais se tratando de arte, algo tão subjetivo e de interpretações diversas!

Há ainda aqueles ignorantes que desconhecem o nosso idioma e estão cada vez mais povoando a internet com seus comentários idiotas, cheios de erros de ortografia, concordância, enfim, a pessoa escreve num idioma horroroso que nem pode ser classificado como “português coloquial”. Essas são as mesmas pessoas que serão médicos, engenheiros, artistas, arquitetos, músicos, escritores em um futuro não tão distante. Claro, considero todas as bolsas auxílio e facilidades que hoje existem para se pegar um diploma, o que no futuro não vai querer dizer nada, porque diploma não constrói prédios e nem opera pessoas. Enfim, o futuro é tenebroso no Brasil.

Oi!

OI!

E por fim, como quero realmente ajudar a acabar com essa ignorância, vou indicar um podcast que tenho ouvido e que é muito muito bom mesmo. Ele trata de assuntos científicos, culturais e comportamentais de maneira suave, divertida e inteligente. Sério mesmo, se você não conhece esse podcast, já passou da hora de conhecer!

Conheçam o Scicastpodcast, sejam felizes e menos ignorantes:

Scicast

Rock OFF!!!

Piadinha de Ateu

Rock ON!!!

Achei essa imagem por aí. Mas a piadinha é boa, né?

Piadinha à toa.

Piadinha à toa.

Rock OFF

Assista a “CELULITE! – Nerdologia 7” no YouTube

Rock ON!!!

Se vc não conhece, essa é a hora! Nerdologia é um programa super legal e informativo!

Rock Off!!

U.F.O.!

Image.Rock ON!!!

Estranho como uma simples luz pode parecer uma nave espacial! Basta ter um pouco de imaginação.

Algumas pessoas por exemplo, podem ver Jesus flutuando numa nuvem nessa imagem.

Outras irão ver um unicórnio prateado comendo aveia.

No fundo, essa é apenas uma torre de iluminação que tem na faculdade.

Rock OFF!

%d blogueiros gostam disto: