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Cavaleiros do Zodíaco, O filme.

Rock ON!!!

Não assistam. Não gastem seu dinheiro.

Olhem a imagem abaixo e digam para si mesmos: “eu não irei ver esse filme”.

jack

Rock OFF.

God of War: Ghost of Sparta

God of War: Ghost of Sparta

Rock ON!!!

Tem alguns dias que comecei a jogar a continuação de God of War para PSP: Ghost of Sparta.
Tenho me divertido mais que no primeiro, pois a história está melhor roteirizada, não tem tantos puzzles impossíveis, a jogabilidade ficou mais simples, os gráficos estão mais macios e melhor trabalhados.

Mas acho que o melhor mesmo é o roteiro. Não me sinto jogando, mas participando de uma história. Desta vez encarnamos Kratos já ‘coroado’ como Deus da Guerra, agora em busca de um irmão perdido [ok, meio piegas e clichê], mas de qualquer jeito interessante.

Essa busca, a narrativa, as situações, fazem desse jogo, pelo menos para mim, um grande livro de história, com animações e filmes, mas ainda sim, parece que faço parte de uma história. É bem bacana.

Cheguei a quase brigar com um amigo, o Eduardo V., que me deu um spoiler. Foi nesse momento que notei que não estava jogando God Of War, mas apreciando a narrativa, a história que esse jogo contém.

As animações estão mais bonitas. O PSP tem uma grande capacidade gráfica e de áudio e isto foi bem aproveitado nesta versão jogo.

Vejam, não pretendo me tornar especialista nisso, mas digo como alguém que joga casualmente alguma coisa e que já há uns 6 anos não jogava nada por tanto tempo. Não é cansativo como o primeiro, apesar de que às vezes parece que o Kratos é uma criança grande e mimada [“Eu quero meu irmãoooo!!”].

Mesmo assim, God of War: Ghost of Sparta fornece boas horas de diversão.

A maneira como Kratos luta e destrói seus inimigos também está bem mais variada e violenta. Afinal, o jogo tem censura 18 anos aqui no Brasil e por isso mesmo não há o que reclamar. Não vejo GOWGS como sendo um jogo para uma criança jogar, justamente devido às cenas em que o Kratos rasga seus inimigos ao meio ou arranca as suas asas, nem uma cena no bordel é adequada a uma criança, por isso, pais, não deixem seus filhos jogarem.

Não me entendam mal, apenas não acho adequado expor crianças a isto. Mas para adultos, o entretenimento é garantido, a diversão é muito boa, embora eu tenha ficado chocada com algumas cenas, mas vejam bem, o jogo é censurado, então, não é reclamação, apenas que a perfeição e riqueza de detalhes causam às vezes: raiva, angústia, ódio, euforia, alegria, sensação de dever cumprido etc.

Esta versão é para PSP. Meu aparelho é um PSPGO.
Posso jogar 2h [em média] diariamente com ele. Não porque a bateria acabe, é que saio e vou fazer outras coisas, trabalho etc. rss

É isso, galera.

Rock OFF!!

 

Cavaleiro!!!

Rock ON!!!

Eis um cavaleiro do Zodíaco que fiz num aplicativo para desenho no Galaxy Note.

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Rock OFF!!

Saint Seiya, The Lost Canvas: Primeiras Impressões

Oi, pessoal!

Durante esta semana assisti aos 4 primeiros episódios dessa nova fase do anime Saint Seiya. Ainda me recordo bem o quando ansiávamos para que a saga das Doze Casas terminasse logo e bem depois disso, o quanto esperamos (anos!) pela saga de Hades. Após tudo isso, pensei que não haveria mais CDZ. Que bom que eu estava errada!

O logo não mudou muito.

O logo não mudou muito.

Também devo dizer que quando vi Lost Canvas em mangá, não gostei do traço e nem me interessei por ele. Felizmente tenho bons amigos e dois deles me incentivaram a pelo menos conhecer essa nova série: Douglas Lima e Guilherme Gameiro. O primeiro me disse que era uma história nova (eu bem que não acreditei confesso). Já o segundo, me passou os 13 primeiros espisódios animados para assistir. Comecei esta semana e vi 4. Gostei muito!

Não vou postar dados técnicos, como data de lançamento, total de episódios, preguiça de pesquisar. Quero postar minhas impressões sobre esta nova saga.

O traço fino e delicado, ficou muito bonito.

O traço fino e delicado ficou muito bonito.

Então, vamos lá?

A história se passa 200 anos antes da Saga de Seiya e Cia. O cavaleiro de Pégasus dessa época é Tenma, um jovem oriental que ainda não sei porque vive em uma cidadezinha européia na Itália. O curioso é que todos falam japonês nessa cidade, rs.

A animação está muito bonita, com traços leves, até personagens chatos como Athena e o cavaleiro de Unicórnio, conseguem ser carismáticos. Aliás, a grande surpresa está no Unicórnio, Yato. Esquentadinho, cabeça-dura, porém com um coração nobre. Lembra o Jabu, só que consegue ter um carisma que aquele não tinha.

Yato, cavaleiro de Unicórnio. Cenas engraçadas são protagonizadas por ele. Sina da armadura?

Yato, cavaleiro de Unicórnio. Cenas engraçadas são protagonizadas por ele. Sina da armadura?

As armaduras estão com um formato bem diferente também, mostrando que elas se adaptam de acordo com o cavaleiro que a veste. Temos um Pégasus de saiote e roupa vermelha, nisso acho que erraram, visto que o Tenma e o Seiya são dois caras bem diferentes, então o detalhe da roupa vermelha poderia ter sido alterado. Achei forçado o Tenma usar as faixas vermelhas nos pulsos e no braço como o Seiya.

Athena e Pégasus não estão chatos: são carismáticos!

Athena e Pégasus não estão chatos: são carismáticos!

Dohko, o cavaleiro de Libra e futuro mestre do Shiryu é um jovem, molecão e bem impulsivo, não lembra em nada o velho mestre que ficava nos Cinco Picos na China treinando o cavaleiro de Dragão, todo paciente, ponderado e sábio.

Em Jamiel, terra do futuro cavaleiro de áries, Mu, existe uma espécie de tribo/povo que são aliados do Santuário de Athena. O velho mestre de Jamiel detém o conhecimento do Sekishiki, que é a técnica do cavaleiro de Câncer, Máscara da Morte. Pelo que notei, ele possui um pequeno discípulo, mas não dizer se é o futuro Máscara ou o pequeno Mu. Ainda não vi tudo, não posso afirmar.

A esquerda, Dohko de Libra. E a direita, Shion de Áries.

A esquerda, Dohko de Libra. E a direita, Shion de Áries.

 

Até as personagens femininas estão melhor desenhadas e tem um papel maior nesta animação. Por enquanto, não vi nenhuma de máscara.

Yuzu-chan: Lembra a June Camaleão, mas não é ela!

Yuzuhira: lembra a June Camaleão, mas não é ela!

Voltando o cenário para a Grécia, podemos ver um pouco do cotidiano do Santuário, das pessoas que vivem por lá e achei isso bem bacana.

A história se passa rápido, tem um ritmo muito bom e por enquanto, sem enrolações.

Tenma e a armadura de Pégasus do século 18.

Tenma e a armadura de Pégasus do século 18.

O grande inimigo é Hades, que desperta no corpo de Alone (‘Aro-one’), amigo de Tenma. Pandora está perversa e os cavaleiros de Hades são realmente cruéis e não patéticos como na saga que conhecemos. O traçado das sapuris está muito bonito também.

Um dos servos de Hades: Kagaho. A armadura é linda.

Um dos servos de Hades: Kagaho. A armadura é linda.

A trilha sonora é nova, gostei bastante da música de abertura, o ritmo me fez lembrar algumas músicas da banda Kamelot. As músicas tocadas dentro do desenho também estão bem orquestradas e com arranjos muito bonitos.

Bom, pessoal, por enquanto é isso. Estas são minhas primeras impressões sobre Saint Seiya, The Lost Canvas. Aos poucos vou falando mais.

Dohko: esquentadinho, impulsivo e jovem!

Dohko: já usava o chapéu nessa época!

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