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Não Li e Não Gostei, Mas Vou Opinar Mesmo Assim!

Rock ON!

 

Não Li e Não Gostei, Mas Vou Opinar Mesmo Assim!

 

Quem nunca viu ou percebeu comentários baseados na frase acima? Quem nunca fez esse tipo de coisa também? Eu já fiz e olha só, é uma droga. Especialmente com assuntos que eu desconhecia.

Mas, felizmente a gente evoluí, né? A gente se aprimora, aprende e vai deixando de lado esses preconceitos retardados com relação a textos, pessoas, lugares, culturas etc.

Bom, nem todo mundo se aprimora e alguns parecem ter prazer em manter-se assim: preconceituosos e emitindo suas opiniões sem saber do assunto. Pois é.

A batalha é diária, eu sei que não é fácil. Mas o que me incomoda é que parece que algumas pessoas simplesmente não tentam mudar. Sofrem do que eu chamo de “Síndrome da Gabriela.”

 

Não sabem o que é?

Ouçam a música a seguir e vão entender. Bom, o trechinho mais importante começa em 00:39, tá?

Então, se você é esse tipo de pessoa, que não vai mudar de jeito nenhum porque não quer, mas sabe que precisa, eu lamento por você. É uma escolha, eu sei. Mas carinha, é uma escolha ruim. Experiência própria. Ou você se adapta ao meio, ou você… bom, ninguém vai te chamar para nada legal, vai ficar sozinho, aí, amarguinho no seu cantinho e sendo conhecido como o mala sem alça do grupo.

Mas, pior é ser conhecido como o sujeito que opina sem ler do que se trata, ser o preconceituoso da parada, sabe como é? Leia em voz alta aquilo que você escreve. É um ótimo exercício. Vai fazer você perceber o quanto grosseiro está sendo e perceber se faz sentido essa agressividade toda.

Espero que vocês opinem com propriedade, isto é, leiam sobre aquilo que vão opinar e tenham um pouco de humildade também, porque nem sempre a opinião de vocês é a verdade absoluta.

Sim, tem isso também. Algumas pessoas se acham tão fantásticas, parecem acreditar que têm a verdade absoluta na ponta da língua. Bom, se vocês são tão incríveis assim, porque não aproveitam e tornam esse mundo melhor? Sério, vocês parecem ter resposta para tudo, para todos os assuntos, então também devem saber como tornar o mundo melhor.

Porque fazê-lo uma bosta, isso vocês já fazem com perfeição.

É isso que eu precisava escrever.

Rock OFF.

 

Kalciferum!!!!

Rock ON!!!

Há alguns meses eu ouvi falar de um projeto chamado Kalciferum. E fiquei curiosa sobre o que seria isto e como seria desenvolvido. E com o passar dos meses, essa curiosidade foi alimentada pela galera do Mundo Freak, aquele podcast com o mascote mais fofinho de toda a internet! O livro Kalciferum está chegando!

Finalmente o projeto está para ser lançado no Cartase e o Rock Me ON, como vocês bem sabem, gosta de apoiar novidades bacanas e não podia ser diferente, afinal, o Andrei me forneceu tantas horas boas de diversão com o seu podcast e o mínimo que eu poderia fazer, é ajudar na divulgação desse projeto pessoal dele como escritor.

E caso vocês não saibam, escrever um livro nesse país é fácil, complicado mesmo é publicá-lo. Por isso, agora deixo vocês com o material fornecido pela queridíssima Ira Croft sobre o Kalciferum e já digo que estou contando os dias para abrir logo o Cartase e poder participar mais!

poster_kalciferum

Esta imagem é só para você ter um gostinho do que vem pela frente!

Obra literária nacional busca apoio no Catarse

Em Kalciferum, Rafael precisa aprender que o mundo é cheio de demônios.

Rafael começa em seu novo emprego, porém descobre que um de seus colegas de trabalho é um demônio. É nesse mundo, com criaturas fantásticas e assustadoras, que o terror nacional Kalciferum se passa.

O projeto começou em 2011 e o autor, Andrei Fernandes sempre se interessou por todo tipo de obra literária relacionada ao oculto. As HQs obscuras de Neil Gaiman, Alan Moore e Mike Mignola influenciaram muito o trabalho do designer e contista.

Aos fãs do gênero são oferecidas recompensas no Catarse. Pôsteres, um tarô especial com as ilustrações únicas do livro e até mesmo estatuetas exclusivas de edição limitada serão oferecidas àqueles que mais colaborarem com o projeto.

Para auxiliar esse projeto nacional, confira a página no Catarse (a campanha entra dia 08/10/15) ou acesse o site oficial do livro http://kalciferum.com.br/.

Links para você acompanhar Kalciferum nas redes sociais!

https://www.facebook.com/kalciferum

https://twitter.com/kalciferum

CARTASE: catarse.me/kalciferum  [SAIU O LINK!!!]

Sobre o autor:

Andrei Fernandes, formado em comunicação visual, é designer, roteirista e comandante do Mundo Freak, um site de entretenimento com podcasts semanais de casos insólitos. Contista já publicado e aluno do Best Seller Eduardo Spohr em seu curso de Estrutura Literária possui alguns contos lançados de maneira independente. Outros trabalhos literários foram publicados na coletânea Monstros pela Editora Buriti.

capa_kalciferum

A capa do livro é um show visual!

É isso, pessoal! Aguardo ansiosamente pelo lançamento oficial no Cartase, dia 08 de outubro de 2015!

Rock OFF!!!

MUTUWA!!!!!!

Rock ON!!!!

Hoje quero falar sobre o livro do Igor Alcântara, autor brasileiro e que atualmente mora nos Estados Unidos, participa dos podcasts Mundo Freak, Temacast e onde mais o chamarem!

mutuwaCapaLi Mutuwa no aplicativo Kindle para Windows Phone e foi o primeiro livro que li nessa mídia. Ao instalar o aplicativo, a Amazon me deu R$15,00 de créditos para gastar em sua loja. Bom, como eu já queria ler Mutuwa e não havia encontrado na Saraiva, nem na Nobel, livrarias daqui de São Paulo, resolvi adquirir, pela bagatela de R$9,90. Um baita negócio, hein?

Comecei a ler durante a noite e o livro é dividido em contos, o que me facilitou muito, pois eu podia ler um conto antes de dormir, marcar no aplicativo onde parei e continuar na noite seguinte. Achei que ia terminar o livro rapidamente, visto que não é muito longo, mas eu me enganei profundamente!

Mutuwa não é um livro chato, não foi por isso que demorei para terminar de ler, muitos podem ter pensado isso. Ao contrário, Mutuwa é uma leitura muito dinâmica, intrigante, curiosa, algo que você quer mais, sempre mais, quer saber o que virá a seguir e quando o conto termina, você fica paralisado. Talvez paralisado pelo terror lido, pela situação que se desenrolou, analisando os fatos, as circunstâncias que se desenvolveram até chegar naquele ponto. Você fica paralisado, refletindo, pensando o que leu e isso é muito legal.

Ao mesmo tempo que você quer terminar de ler o livro todo, você quer entender todo aquele universo, absorver tudo o que Mutuwa tem a oferecer e por isso você vai devagar, porque você não quer também, ver realmente o fim  do livro, porque daí, ficará aquele vazio. Não sei se este trecho ficou claro, mas é a confusão de sentimentos que Mutuwa causa ao leitor: quer saber, quer pensar, quer chegar e não quer ao mesmo tempo.

E uma coisa interessante é que os contos em Mutuwa estão interligados, o que vai fazer com que você queira ler o livro por uma segunda vez, talvez terceira, quarta. Como um filme bom, que quanto mais assiste, mais percebe detalhes que tenham passado diante de seus olhos.

Os contos de Mutuwa se passam num vilarejo abraçado por dois rios misteriosos e cuja população possui o estranho hábito de usar máscaras, ter rituais estranhos, como por exemplo, não sair de casa após às 22h, deixar alimentos e bebidas em suas portas, não receber muito bem estrangeiros e ter uma espécie de sumo-sacerdote como principal líder.

As histórias possuem pinceladas de drama, horror, muitas vezes visceral, sexo selvagem (e esta palavra é usada no seu sentido mais real e animalesco mesmo), mistérios, suspense que tira seu fôlego mesmo e que vão arrepiar até mesmo os cabelos da sua alma!

Bom, é isso que escreverei sobre Mutuwa, recomendo muito que leiam e se eu escrever mais, começarei a contar coisas do livro que vão estragar a leitura de muita gente que ainda não leu.

Então, se você está em dúvida, pare agora: esse livro é excelente e você precisa lê-lo!

Abaixo, vou deixar os links de onde você pode encontrar Mutuwa para adquirir:

Amazon: Mutuwa, Igor Alcântara.

Site do Autor: Igor Alcântara

 

mutuwaCapa

Aproveitem que pela Amazon o livro hoje ainda sai por R$9,90! Pechincha!

E é isso, pessoal!
Rock OFF!!!

Usabilidade: Não tampe o Texto!

Usabilidade: Não tampe o Texto!

Rock ON!!
Vejam como é chato isso: o cara quer que eu marque nas minhas redes sociais que gostei do artigo, mas não me deixa lê-lo.

O assunto me interessa bastante e por isso estou fazendo o sacrifício de ler, mesmo com essas porcarias na minha frente.

Metaforicamente falando é como se eu estivesse num restaurante, tentando comer, com o garçom segurando o Cardápio na frente da minha boca. Difícil, né?

Então, a dica de usabilidade de hoje é: Não tampe o Texto, deixe seu leitor livre para dar o ‘like’ e compartilhar.

Com certeza não vou compartilhar o artigo, por melhor que ele esteja escrito [tanto que está], justamente por conta dessa chatice.

Mas o endereço do site tá aí, se você quiser sofrer também, basta digitar. Poderia linkar aqui, mas não quero, eles não merecem.

Rock OFF.

Lembretes de Java

Rock ON!!!

Estudando para a prova de Java algumas convenções importantes:

– A primeira letra do nome de uma classe é sempre Maiúscula. Ex: Alunos.java, Servidor.java.

A primeira letra do nome de um pacote é sempre minúscula. Ex: src, pacoteDoMal, packModelo.

– as letras do pacote são em letras minúsculas. Meu professor de Java deixou um link nos comentários. Quando escrevi isto, eu errei, agora está, finalmente, a correção da dica! rs E obrigada por me avisar para eu olhar antes da prova o Rock Me ON!

– A primeira letra do nome de uma variável é sempre minúscula. Ex: socket, conectar, lerNome.

– Identar corretamente o código facilita a leitura e a manutenção do mesmo. Ex:

public Sessao(Socket socket, Servidor servidor) throws IOException {
this.socket = socket;
this.servidor = servidor;
inputStream = new InputStreamReader(socket.getInputStream());
reader = new BufferedReader(inputStream);
printStream = new PrintStream(socket.getOutputStream());
}

– Escrever comentários ajuda muito para a manutenção do código.
– Escrever nomes que fazem sentido para as variáveis também facilita a leitura do código.

O post é curtinho porque preciso voltar a estudar agora.

Merkel quando encontra um código que não seguiu essas dicas.

Merkel quando encontra um código que não seguiu essas dicas.

Rock OFF!

A Fisioterapia

Rock ON!!

Oi, pessoal!

Hoje foi o nono dia da minha fisioterapia. Nem contei para vocês, mas farei 11 sessões nos dois tornozelos para evitar o surgimento de uma tendinite. O direito está bem inflamado e o esquerdo começando a doer.

Sabem, é muito ruim a cada passo sentir dor. Muito ruim mesmo. Algumas vezes eu chegava em casa e só queria colocar os pés pro alto e fazer mais nada. Em outras eu tinha que fazer isso mesmo, porque nem andar direito eu conseguia. Muito ruim.

Agora estou fazendo sessões  e já fiz nove, como disse lá no começo e já senti uma melhora significativa. Por exemplo, já ando sem sentir dor a maior parte do dia. Não é 100%, mas digamos que 70% do meu dia é sem dor, o que para mim é muito bom. Com isso, meu humor melhorou um pouco também.

Meu tratamento consiste em 15 minutos num aparelho que dá pequenos choques nos pés (muito divertido por sinal) e 15 minutos em outro que emite ondas curtas. Nisso, não posso usar celular, porque segundo a médica, que é minha xará, pode danificar meus gadgets.

Então, como passar o tempo? Lendo! E o que tenho lido? Um livrinho de Java, Edição de bolso. Tenho aproveitado o tempo e estudado o fundamental em Java. Acredito que no semestre que se iniciará na faculdade, terei chances melhores nessa matéria.

Estou quase na metade do livro e queria ter mais sessões de fisioterapia, só para terminar o livro, rss. Mas a verdade é que estou conseguindo tirar 30min do meu dia para estudar, é bom e pretendo manter isso depois que as sessões terminarem.

Bom, é isso pessoal.

Rock OFF!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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