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Netflix e o Brasil!!!

Rock ON!!!

Oi, Galera, tudo bem? Hoje quero falar sobre Netflix, vamos lá?

O Bom do Netflix é que vc pode pausar a hora que quiser, ver o filme quando quiser. Ele tá lá, à sua disposição. Você paga menos de 30 reais por mês e tem uma porrada de filmes e séries para assistir, inclusive lançamentos.
 
O ruim é que esse modelo de negócio por ser tão bom para nós, corre risco de ser removido pelos velhos interesses comerciais exploratórios das demais empresas que deveriam, a esta altura, saber o que o consumidor quer: produtos de qualidade, sem tomar uma facada por isso.
 
Acho que o negócio da Netflix é o melhor modelo para combater a pirataria, que as tradicionais empresas tanto reclamam.
 
Enfim, acho graça em algumas pessoas que ainda baixam filmes no Torrent, arriscando pegar vírus e trojans, sendo que tem lá no Netflix por um precinho baixo. Menos que uma pizza em SP.
 
A conclusão que tiro de alguns eventos que têm ocorrido, como a proposta de limite da internet, é que esse tipo de modelo tende a sumir e desaparecer. Talvez o lobby das empresas tradicionais tenha a ver com isso. Talvez a falta das empresas de telefonia se modernizarem e não darem conta da Inclusão Digital. OU seja apenas a mesquinhez do brasileiro de renda alta agindo.
 
Não sei.
 
Esse é apenas um post do Tipo: Deus Abelha Boa – entendam como quiserem isso aí.

E é isso, pessoal.

Rock OFF!!

O Crack

Rock ON!!!

Oi, galera.

Muito tem se falado sobre o crack ultimamente. A prefeitura de SP vem fazendo uma ação para remover uma das cracolândias. Outros estão fazendo protestos sobre como foi feito isso. E eu fiz um desenho.

Não é para que vocês riam, por que isto não tem a menor graça. O crack acaba sendo uma doença social, por que além do viciado que praticamente torna-se um zumbi e vive em função da droga, acaba desestruturando a família e os amigos do indivíduo, que acaba marginalizado e rumando para um local onde fique consumindo a droga até que esta o consuma de vez.

Em novembro estive na região próxima à Cracolândia onde houve intervensão da prefeitura. Fui quase no horário das lojas fecharem e as cenas que vi me deram muito medo, nojo e foram extremamente chocantes.

Pessoas vasculhavam sacos de lixo e comiam restos que nem cães famintos comeriam. Bebiam água suja, mendigavam dinheiro e comida. Estavam magros. Pessoas que nem mais pareciam pessoas, tão deploráveis que estavam. Pessoas que pelo vício da droga perderam toda a noção do que é ser um indivíduo.

E o que eu fiz a respeito? O que a maioria faz nessa situação: fugi de lá o mais depressa possível, com medo de algo ruim me acontecer. Quem sou eu para oferecer um tratamento a essas pessoas? Elas querem tratamento? Sabem que podem se recuperar? Perguntas sem respostas.

O que a prefeitura está tentando fazer é admirável, muito insano, mas admirável: tirar o grupo de pessoas, espalhar para dificultar a ação dos traficantes, que são os únicos beneficiados nisso tudo. O tratamento é de choque e drástico. Mas chegou num ponto que deve ser assim, creio eu. Sem violência, mesmo que para o viciado tirá-lo de seu vício seja uma violência, entramos em conflito: até que ponto essa pessoa ainda é responsável por si e até que ponto o estado deverá intervir? Mais perguntas sem respostas.

Muita gente morre por conta do Crack: seja por dívidas com o tráfico, por overdose, fraqueza ou doenças oportunistas. O crack pode estar escondido na família de qualquer um, até mesmo num primo distante, amigo, colega de trabalho, funcionário, chefe.

Isso precisa acabar. Não sei o que podemos fazer. O que eu podia fazer era chamar a sua atenção para o assunto.

Bom, é isso.

Rock OFF.

Ps.: Não ria, o assunto não tem graça alguma.

Crack: essa droga não tem graça!

Crack: essa droga não tem graça!

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